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Programa de suspensão de contrato e redução de jornada é prorrogado

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O governo federal prorrogou novamente o programa que autoriza empresas a suspenderem o contrato de trabalho ou a reduzirem a jornada e os salários dos funcionários, em troca da manutenção do emprego. O decreto foi publicado hoje (14) no Diário Oficial da União e estende o pagamento do benefício emergencial até 31 de dezembro, quando encerra o estado de calamidade pública decretado em março em razão da pandemia de covid-19.

O Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) foi instituído pelo governo em abril, por meio da Medida Provisória nº 936/2020 e transformado na Lei nº 14.020/2020 em julho. Ele já havia sido e, agora, terá um prazo total de 240 dias para celebração dos acordos e pagamento de benefício.

Em nota, a Secretaria Geral da Presidência informou que a prorrogação é necessária em razão do “cenário atual de crise social e econômica, e com a permanência de medidas restritivas de isolamento social”. “Essa ação irá permitir que empresas que estão em situação de vulnerabilidade possam continuar sobrevivendo a este período e, desta forma, preservar postos de trabalho e projetar uma melhor recuperação econômica”, diz.

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O BEm equivale a uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido e é pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

No caso de redução de jornada e salário em 25%, 50% ou 70%, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador para repor parte da redução salarial. As empresas podem optar ainda por pagar mais uma ajuda compensatória mensal a seus funcionários que tiveram o salário reduzido.

Se o trabalhador tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício corresponderá a 50% do valor do seguro desemprego ao que teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

No caso de suspensão do contrato de trabalho em empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, o trabalhador receberá 100% do valor do seguro desemprego a que teria direito. Para empresas com faturamento maior, o valor do benefício pago pelo governo será 70% do seguro desemprego, enquanto a empresa pagará uma ajuda compensatória mensal de 30% do valor do salário do empregado.

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Desde o início do programa, 9,7 milhões de trabalhadores fecharam acordos com seus empregadores de suspensão de contratos de trabalho ou de redução de jornada. As estatísticas são atualizadas pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia em um painel virtual.

Edição: Maria Claudia

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Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

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Guilherme Dotto

Mitsubishi paralisa os planos do SpaceJet

Em um futuro bem próximo, a Mitsubishi deve anunciar uma nova estratégia de negócios de médio prazo em 30 de outubro.

De acordo com a Kyodo News , agência de notícias de Tóquio, a Mitsubishi irá confirmar que o programa SpaceJet será paralisado, embora tenha lutado por muito tempo para ganhar força com as companhias aéreas, 2020 está acabando ainda mais com a demanda por novas aeronaves.

O SpaceJet é um jato regional bimotor com capacidade para 70 a 90 passageiros. Atualmente há duas versões do modelo em oferta; o M90 e o M100 um pouco maior.

Menor do que o Airbus A220, a Mitsubishi estava posicionando seu avião para ser a versão utilizada no norte da Ásia.

No programa SpaceJet e seu antecessor, o Mitsubishi Regional Jet, está em andamento desde 2008. O jato fez seu primeiro voo em 2015. Até o momento, US$ 9,6 bilhões foram aplicados no desenvolvimento do avião.

No entanto, o cronograma de entrega foi adiado seis vezes até o momento. Haviam planos para entregar os primeiros M90, à All Nippon Airways no próximo ano, mas no momento nada confirmado.

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Com cancelamento de até 100 Mitsubishi SpaceJet M90, a Trans States Airlines disse que o avião não era apropriado para os Estados Unidos, pois não atendia às regras do sindicato norte-americano sobre os jatos regionais.

com efeito de alto valor, a Mitsubishi reduziu pela metade seu orçamento para o programa SpaceJet, reduzindo US$ 561 milhões no financeiro do ano seguinte.

Foto: Maarten Dols © jetphotos.com

Os trabalhos no M90 continuaram, mas a produção foi interrompida. Quanto ao M100, foi efetivamente colocado ao lado.

Especialistas esperam que a demanda por aviões grandes diminuam num futuro próximo, à medida que as companhias aéreas optam por aviões menores.

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