Momento Economia

Programa solidário da LATAM ajuda instituição pernambucana em celebração ao mês das crianças

Publicados

em


source

Contato Radar

undefined
Gabriel Araújo

Programa solidário da LATAM ajuda instituição pernambucana em celebração ao mês das crianças

A LATAM Brasil, através de seu programa Avião Solidário, transportou mais de 1.600 itens entre brinquedos e roupas de bebê para as comunidades apoiadas pela instituição Amigos do Bem, em Recife.

Os itens foram doados por funcionários da companhia no intuito de alegrar a vida de crianças e famílias que vivem em comunidades do sertão nordestino durante outubro, mês em que o Dia das Crianças é comemorado.

Há 9 anos o programa solidário da LATAM beneficia a América Latina por meio da conectividade e da capacidade de transporte de negócios de passageiros e de carga da companhia. Ainda em outubro, a LATAM transportou EPIs para médicos que atuam nas comunidades indígenas na Amazônia .

Abaixo, veja o vídeo produzido pela companhia com os brinquedos arrecadados e repassados para a instituição pernambucana:

O post Programa solidário da LATAM ajuda instituição pernambucana em celebração ao mês das crianças apareceu primeiro em Contato Radar – Notícias de aviação .

Leia Também:  Safadão visita estúdio do Summit Êxito onde dará palestra sobre empreendedorismo

Propaganda

Momento Economia

Déficit primário do Governo Central atinge R$76,16 bilhões em setembro

Publicados

em


A retração econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus fez o Governo Central – Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social – encerrar setembro com déficit primário de R$ 76,155 bilhões. Apesar de ser o pior desempenho registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997, o resultado veio melhor que o estimado pelo mercado.

As instituições financeiras pesquisadas pelo Prisma Fiscal, publicação do Ministério da Economia com analistas de mercado, estimavam que o resultado negativo ficaria em R$ 83,5 bilhões no mês passado. Depois de terem crescido 1% acima da inflação em agosto, as receitas totais do Governo Central voltaram a cair em setembro, registrando recuo de 2% (descontada a inflação) em relação ao mesmo mês do ano passado.

O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo desconsiderando os juros da dívida pública. De janeiro a setembro, o resultado negativo do Governo Central totalizou R$ 677,436 bilhões, valor recorde da série histórica para o período. Nos nove primeiros meses do ano passado, o déficit somava R$ 72,537 bilhões.

No acumulado de 12 meses, o déficit primário chega a R$ 707 bilhões, o equivalente a 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB). Para 2020, o Ministério da Economia projeta resultado negativo de R$ 871 bilhões para o Governo Central, o equivalente a 12,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Leia Também:  American posterga retorno de algumas rotas para o Brasil

Receita

Em relação à receita, o Tesouro Nacional afirma que a queda verificada em setembro se deve a receitas não administradas. Elas recuaram R$ 4,7 bilhões na comparação com o mesmo mês do ano passado, motivada principalmente pela diminuição do pagamento de dividendos de estatais ao Tesouro durante a pandemia de covid-19.

As receitas administradas, que dependem do pagamento de tributos, cresceram R$ 2,3 bilhões, motivadas principalmente pelo aumento na arrecadação de Imposto de Renda, do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). No caso do PIS/Cofins, a alta está relacionada à recuperação parcial das vendas.

Coronavírus

Mesmo com a recuperação em setembro, as receitas totais do Governo Central acumulam queda de 13,7% de janeiro a setembro descontada a inflação. O recuo reflete a crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, que paralisou a produção e o consumo durante algumas semanas.

Além da queda nas receitas, o aumento de despesas com o enfrentamento da pandemia da covid-19 foram os principais responsáveis pelo aumento do déficit primário. Por causa do estado de calamidade pública aprovado pelo Congresso em março, o Governo Central está dispensado de cumprir a meta de déficit primário de R$ 124,1 bilhões para este ano.

Leia Também:  BC faz leilão de dólares após moeda disparar e se aproximar de R$ 5,80

Segundo os números do Tesouro, as medidas associadas à pandemia aumentaram as despesas em R$ 73,5 bilhões no mês passado. A maior despesa decorre do auxílio emergencial, que totalizou R$ 24,2 bilhões. Em segundo lugar, vem a ajuda aos estados e aos municípios, que consumiu R$ 19,3 bilhões.

Reformas

Mesmo com autorização para gastar mais, o Tesouro fez um apelo para a continuidade das reformas estruturais, de modo a preservar o teto federal de gastos, a única âncora fiscal que restou no Orçamento de 2020. Segundo o órgão, é necessário retomar os esforços de busca do reequilíbrio das contas públicas depois do fim da pandemia, caso contrário haverá danos para a sociedade e para a economia.

“Para este fim, é fundamental a retomada do processo de consolidação fiscal através do avanço da agenda de reformas proposta, dentre elas a PEC Emergencial, a PEC do Pacto Federativo e a Reforma Administrativa. Tais reformas fortalecem o compromisso do governo com a sustentabilidade fiscal, por meio do teto de gastos, que se tornou a principal âncora fiscal de médio prazo do país”, informou o Tesouro, em comunicado.

Edição: Aline Leal

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA