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Projeto de lei quer privatização dos Correios em 2021; entenda

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Privatização dos Correios está prevista para o ano que vem


Nesta terça-feira (14) o Ministério das Comunicações encaminhou à Secretaria de Assuntos Jurídicos (SAJ), órgão do Palácio do Planalto, a primeira versão do projeto de lei que pretende privatizar os Correios em 2021. O texto será analisado pela pasta e em seguida será enviado para Casa Civil antes de ser enviado ao Congresso Nacional . Deputados e Senadores serão responsáveis pela autorização de venda da estatal. A estimativa é que o a venda dos Correios resulte em uma receita de R$ 15 bilhões. 


Fábio Faria , ministro das Comunicações, disse que a versão inicial do projeto “trata mais de princípios do que de regras”. O governo também vai encaminhar um relatório com uma empresa de consultoria contratada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A empresa foi contratada para fazer a análise do processo de licitação e adicionar recomendações. A decisão final é do Parlamento.

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Daqui aproximadamente 30 dias a consultoria deve entregar o relatório. Durante esse período, o Planalto irá avaliar o texto do projeto e realizar eventuais ajustes. 

Na manhã desta terça, Faria participou de uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e, ao fim dela, ele comentou que não é a “hora certa” de explicar detalhes, mas afirmou que a privatização não resultará em “aumento de imposto” ou elevação de carga tributária. Ele também disse que a universalização dos correios será mantida. 

“A ideia é melhorar a capacidade de entrega dos Correios . Quem hoje recebe cartas, boletos ou qualquer embalagem, em qualquer lugar do país, não vai deixar de receber. A parte da universalização está mantida”.

O ministro destacou que funcionários, lojistas e todos aqueles que possam ser afetados pela privatização poderão dialogar com o Congresso . “O projeto [entregue hoje] trata de princípios, e não de regras. As regras serão debatidas no Congresso. (…) Ninguém vai fazer isso lá de uma maneira brusca. Será feito no momento certo, e o Congresso com certeza será justo em relação a esse tema”, completou o ministro.

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Emirates, que revolucionou a aviação mundial, completa 35 anos

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Guilherme Dotto

Emirates, que revolucionou a aviação mundial, completa 35 anos

Era 1984 quando o sheik Mohammed bin Rashid al Maktoum, Ministro da Defesa dos Emirados Árabes Unidos à época e membro da família real progressiva de Dubai, pediu ao Maurice Flanagan, diretor administrativo da Dnata, que avaliasse a possibilidade da criação de uma nova companhia aérea. Em dezembro do mesmo ano, o amplo plano de negócios estava completamente pronto, e o nome Emirates foi escolhido para a nova empresa aérea emiradense.

No ano seguinte, Maurice Flanagan foi encarregado da ambiciosa missão de lançar uma companhia aérea vistosa, boa e capaz de gerar dinheiro no prazo de cinco meses e com US$ 10 milhões de recursos financeiros iniciais.

No mesmo ano, a companhia realizou seu primeiro voo no dia 25 de outubro. O voo EK600 partiu de Dubai e teve Karachi como destino. Os voos eram realizados com um Boeing 737 e um Airbus A300 B4, arrendados junto com tripulação da Pakistan International Airlines (PIA).

Somente em 1987, a Emirates recebeu sua primeira aeronave adquirida. O A6-EKA, um A310-304. Decolou de Toulouse, fábrica da Airbus, para Dubai, em seu voo de entrega.

Desde sua criação, nos primeiros cinco anos, a companhia aérea atingiu a marca de 14 destinos voados:

  • (1985) Dubai, Mumbai, Déli e Karachi
  • (1986) Amã, Colombo, Cairo e Dhaka
  • (1987) Male, Frankfurt e Istambul
  • (1988) Damasco
  • (1989) Jeddah e Kuwait.

O conceito de Hub bem explorado e que ajudou a conectar dois mundos: o ocidente com o oriente

Em 1992, o Aeroporto Internacional de Dubai passou por uma grande reforma, em que a Emirates se transferiu para um novo terminal de partidas, concentrando suas operações, o que lhe custou cerca de US$ 2 milhões. Com o novo terminal 2, a capacidade foi ampliada em dois milhões de passageiros por ano.

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No final dos anos 90 e inícios dos anos 2000, o aeroporto passou por mais transformações. Com a construção de novos terminais, hotel, centro de negócios, tornava-se o principal ponto de parte do mundo árabe.

Em 1999, os desembarques de passageiros no Aeroporto Internacional de Dubai atingiram a marca de 11 milhões. E com seus 32 aviões, foram transportados 4,7 milhões de passageiros.

Vinte anos depois, o ano encerrava com pouco mais de 86 milhões de passageiros transportados em 373 mil aeronaves movimentadas em Dubai. Tornando-se assim, não só como o principal aeroporto árabe, mas como um dos maiores de todo o mundo.

Dubai portanto, assumiu o papel de grande importância para a companhia. Em localização estratégica, permitiu facilitar a conexão do mundo ocidental com o oriental. Com voos diretos para diversas cidades importantes na Europa, Américas, África com Ásia e Oceania. Fazendo assim, que os passageiros pudessem economizar horas de viagens com diversas conexões.

Airbus A380: o avião da Emirates

Hoje em dia, é praticamente impossível ligar a marca da Emirates sem pensar na sua incrível frota. Em apenas 35 anos, passou a contar com quase 270 aviões, todos widebodies.

O mais icônico, é o Airbus A380, que ajudou a fortalecer a marca da companhia no mundo. A Emirates é a maior operadora do maior avião de passageiros do mundo, com 115 exemplares na frota atualmente.

Voando para os principais mercados, o Airbus A380 ajudou a Emirates a transportar ainda mais passageiros ao redor do mundo. O avião ficou conhecido também, pela sua luxuosidade. Os clientes da primeira classe, contam com cabines privativas, além de chuveiro a bordo para tomar banho durante o voo.

Outra característica marcante foi a disponibilização de um bar e lounge para os passageiros da primeira classe e executiva. Através dele, os clientes eram servidos com diversos drinks e variedades. Todos esses mimos, ajudaram o Airbus A380 ganhar fama e sucesso, sendo uma das marcas registradas da Emirates. Elevando o padrão de serviço de bordo, atendimento, comodidade, revolucionando a aviação mundial através do seu Hub em Dubai.

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A Emirates no Brasil

No Brasil, a Emirates iniciou suas operações em São Paulo no dia 1⁰ de outubro de 2007, utilizando o Boeing 777-200LR em seu longo voo com em torno de 15 horas de duração.

Já no Rio de Janeiro, a companhia dos Emirados Árabes, deu início aos seus voos em 2012 utilizando o Boeing 777-300ER. As operações na Cidade Maravilhosa foram extendidas até Buenos Aires e posteriormente também contou com Santiago do Chile, tendo o equipamento alternado com os 777-200ER e LR.

A Emirates também foi responsável por um grande passo na aviação brasileira. Foi a primeira companhia aérea a operar comercialmente no país com o maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380. O voo especial aconteceu em 14 de dezembro de 2015, ligando Dubai com São Paulo.

Entretanto, o voo foi apenas especial. Menos de dois anos mais tarde, finalmente a Emirates adiciona de forma regular o superjumbo na rota para a capital paulista. Permanecendo até março deste ano quando começou a pandemia.

São Paulo também contou com uma novidade, foi introduzido uma segunda rota procedente de Dubai, porém com destino final à capital chilena. O voo era operado três vezes por semana somente, com o Boeing 777-200LR. Assim como os voos para o Rio de Janeiro, a rota foi cancelada devido a pandemia.

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