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Representantes do setor da indústria aprovam decisão do Copom

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O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 2% ao ano. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com o anúncio de hoje (28), representantes do setor da indústria comentaram sobre a decisão

Firjan

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) considerou acertada a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de manter a taxa básica de juros Selic em 2% ao ano, mas pediu a aprovação urgente das reformas para que haja recuperação econômica. A informação foi divulgada esta noite (28) por meio de nota. 

“A Firjan entende que a manutenção da taxa básica de juros em 2% vai na direção correta. Mesmo diante da recuperação econômica observada, ainda há elevada capacidade ociosa em diversos setores da economia. Além disso, as expectativas para a inflação seguem dentro da meta, apesar da recente alta dos preços de alimentos. De fato, o quadro econômico e social demanda a continuidade de políticas de estímulo à atividade e garantia de emprego e renda”, afirmou a entidade, na nota.

A Firjan lembrou, entretanto, que o desequilíbrio das contas públicas coloca em risco a continuidade de regras fiscais, como o teto de gasto. A federação reiterou que é urgente a aprovação de reformas, como a tributária e a administrativa, e também a PEC emergencial. “Apenas dessa forma, será possível garantir o arcabouço fiscal, a manutenção da confiança e a recuperação econômica. Caso contrário, além do baixo crescimento e elevado desemprego, teremos por consequência inflação e juros altos em um futuro não tão distante”, conclui a nota. 

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CNI

A manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano é necessária para manter a recuperação sustentada da economia, apesar da aceleração da inflação nos últimos meses, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em nota, a entidade pediu compromisso com o teto federal de gastos e com a continuidade das reformas estruturais para que os juros continuem baixos por mais tempo.

“A Selic em baixo patamar segue sendo necessária para a recuperação mais célere e sustentada da economia, uma vez que incentiva a demanda e reduz o custo do crédito”, informou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, no comunicado.

Mesmo com a aceleração da inflação nos últimos meses, a CNI destaca que as projeções do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continuam abaixo das metas de inflação para os próximos anos. Hoje, Copom divulgou que revisou as projeções de inflação para 3,1% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022.

No comunicado, a entidade pediu a preservação do regime fiscal, com a retomada das discussões de reformas que controlem os gastos públicos e impeçam novos aumentos da Selic nos próximos anos. Entre as medidas defendidas, estão a manutenção do teto de gastos e as reformas tributária e administrativa.

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“As decisões de política monetária têm sido tomadas considerando a preservação do regime fiscal. Desta forma, a CNI avalia que o compromisso de manutenção do teto dos gastos e o avanço das discussões em torno das reformas estruturais, tributária e administrativa, são essenciais para a continuidade da manutenção dos juros baixos pelo Copom por um período mais prolongado de tempo”, concluiu o comunicado.

FIERGS

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) disse que a decisão era esperada.

“Os efeitos da pandemia sobre os preços foram diversos: num primeiro momento geraram deflação. Hoje, geram uma pressão. Apesar da mudança na direção da inflação, o fator preponderante hoje não é monetário, e sim fiscal. Enquanto o País não mitigar suas limitações fiscais, principalmente dando sinais de que está comprometido em reverter a escalada da dívida pública, será difícil termos juros mais baixos”, diz o presidente Gilberto Porcello Petry.

Edição: Liliane Farias

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Sérgio Mallandro ironiza “pegadinhas” do Pix em propaganda do Nubank; assista

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Brasil Econômico

sergio mallandro pix dos desesperados
Reprodução

Sergio Mallandro é garoto propaganda do Nubank alertando para pegadinhas do Pix em outros bancos

O Nubank usou o comediante Sérgio Mallandro para repaginar o programa da década de 1980 “Porta dos Desesperados”, adaptado para “Pix dos Desesperados” na campanha da fintech lançada nesta segunda-feira (30).

O objetivo do  Nubank é mostrar que o novo sistema brasileiro de pagamentos instantâneos pode ser uma “cilada” em outros bancos, e m outras palavras, as famosas “pegadinhas do Mallandro”.

Em um post  feito em seu blog, o Nubank explicou que o “PIX dos Desesperados” com Sérgio Mallandro é uma maneira de chamar a atenção e alertar os clientes para surpresas desagradáveis que podem vir com o Pix em outros bancos, que hoje surfam na onda da isenção de tarifas e promovem o meio de pagamentos instantâneos do Banco Central dessa forma.

“A gente quis mostrar que o Pix em outros bancos pode ser uma cilada… mas do nosso jeito: chamamos o Serginho Malandro pra trazer de volta o programa dele lá da década de 80, mas numa versão financeira 2020: o PIX dos Desesperados!”, disse o Nubank.

Assista ao comercial com Sérgio Mallandro

Na Porta dos Desesperados, o humorista e apresentador convidava crianças da plateia para escolherem uma porta entre três. Apenas atrás de uma delas havia brinquedos.  Já as outras duas escondiam um gorila que corria atrás da criança.

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No Pix dos Desesperados , são quatro portas no total, e cada uma delas representa uma instituição bancária. O participante precisa, então, escolher uma delas para cadastrar sua chave Pix .

Mas em três das quatro portas o participante se depara com algumas situações burocráticas dos bancos tradicionais.

Em uma das portas, o gerente do banco tenta forçar o cliente a adquirir outros produtos para “bater sua meta”. Na outra, o cliente precisa preencher uma papelada para conseguir usar o Pix.

Na terceira opção, o cliente encontra diversas barreiras, ou problemas, para conseguir cadastrar a chave.

Por fim, a última das quatros portas “guarda” o Nubank que, segundo a campanha, seria o paraíso da experiência com o Pix: o “banco certo”.

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