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Santander tem lucro recorde de R$ 4,1 bi no 2° semestre e supera expectativas

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Banco Santander (SANB11) bate lucro recorde de R$ 4,1 bilhões no 2° semestre, superando as expectativa do mercado
Fernanda Capelli

Banco Santander (SANB11) bate lucro recorde de R$ 4,1 bilhões no 2° semestre, superando as expectativa do mercado

O Grupo Santander Brasil (SANB11) anunciou um lucro recorde no segundo semestre de 2021. O valor chegou a R$ 4,171 bilhões, o maior nível da história da instituição.

Esse número representa um aumento de 95,3% sobre o lucro obtido no mesmo período do ano passado, e um avanço de 1,4% em relação ao trimestre anterior. Portanto, o resultado acabou sendo uma surpresa para os especialistas, que projetavam um ganho inferior de R$ 3,804 bilhões.

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“Em março, registramos uma ótima dinâmica de negócios, com recorde de produção em diversos produtos, como consignado, venda de cartões de crédito, financiamento de bens e consumo, entre outros”, afirmou Sergio Rial, presidente do banco Santander.

Confira a matéria completa em 1Bilhão Educação Financeira .

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Petrobras quer atingir neutralidade das emissões nas operações

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A Petrobras anunciou, hoje (20), sua ambição em atingir a neutralidade das emissões nas atividades sob seu controle, em prazo compatível com o estabelecido pelo Acordo de Paris, tratado negociado durante a COP21, em 2015, no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.

O acordo prevê a adoção de políticas climáticas voltadas à redução de emissão de gases de efeito estufa, com o objetivo de limitar o aumento médio da temperatura global a menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais até o fim do século, com esforços para 1,5°C.

A companhia também manifestou a intenção de influenciar seus parceiros a atingir a mesma ambição em campos de petróleo e gás nos quais a empresa é sócia, mas não é encarregada da operação.

“A decisão da Petrobras está alinhada ao posicionamento mundial das 12 empresas membros da Oil and Gas Climate Initiative (OGCI – Iniciativa Climática para Óleo e Gás, na sigla em inglês), consórcio do qual a Petrobras faz parte desde 2018. Juntas, estas empresas representam cerca de 30% da produção global de óleo e gás e colaboram para acelerar a transição para baixo carbono. Com essa nova iniciativa, os membros ambicionam atingir a neutralidade das emissões, reconhecendo que possuem muitas, mas ainda não todas, as respostas sobre como chegar lá”, diz a nota.

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Segundo o comunicado, neste contexto, a Petrobras, como maior empresa de energia do Brasil e importante player mundial, está comprometida com a transição para uma economia global de baixo carbono.

“Nos últimos 11 anos, a companhia aprimorou em 47% sua eficiência em carbono na exploração e produção de petróleo e se estabeleceu como uma das produtoras de óleo e gás mais eficientes do mundo. Para seguirmos avançando nas reduções, estamos prevendo ainda estabelecer um programa voltado especialmente para a aceleração da descarbonização”, disse, em nota, o diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras, Roberto Ardenghy.

No seu Plano Estratégico 2021-2025, a empresa prevê investimentos de US$ 1 bilhão em compromissos de sustentabilidade, envolvendo a descarbonização das operações; o desenvolvimento de combustíveis mais sustentáveis, como diesel renovável e bioquerosene de aviação; e pesquisas em energias renováveis e soluções de baixo carbono.

Edição: Fernando Fraga

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