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São Paulo tem mais de 22 mil novas empresas abertas em agosto

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O número de empresas abertas no estado de São Paulo em agosto chegou a 22.825, de acordo com a Junta Comercial, responsável pelo registro de novos CNPJs (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). 

Segundo o órgão, este é o recorde histórico de novas empresas e a maior marca alcançada desde 1998. É a quarta alta seguida no total de abertura de empresas em São Paulo desde abril, quando houve desaceleração por conta da pandemia da covid-19. O total é o maior do ano e supera o do mês de julho, quando houve 21.788 registros.

“Este é o resultado do empenho de todos os setores na retomada econômica. Estamos focados em gerar empregos e facilitar a criação de novos negócios. São essas iniciativas que visam estimular novos empreendedores e a economia”, destacou a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Patricia Ellen.

Segundo a Junta Comercial, desde o dia 25 de agosto o órgão dispensou o pagamento da tarifa para abertura de novas empresas no estado como parte do plano de retomada econômica para impulsionar o empreendedorismo e estimular a economia, atenuando os impactos na geração de emprego e renda decorrentes da pandemia do coronavírus. A medida vale até o dia 23 de outubro.

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“Os números são macros e positivos, pois refletem a força do estado de São Paulo em se reinventar para contornar as mazelas causadas pela pandemia. Isso denota a resiliência e força do empreendedorismo paulista para se reerguer mesmo diante do cenário qual estamos vivendo”, disse o presidente da Junta Comercial, Walter Ihoshi.

 

Edição: Kleber Sampaio

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CMN amplia ajuda para combater efeitos da covid-19 na economia

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O Conselho Monetário Nacional (CMN) ampliou o escopo e prorrogou o prazo de medidas de ajuda para estimular o crédito e reduzir o impacto da pandemia sobre a economia. Os níveis mínimos de provisionamento (recursos parados no caixa dos bancos), que valiam apenas para alguns programas, foram estendidos para todas as operações amparadas em programas federais de crédito.

Até agora, a aplicação de níveis mais baixos de provisionamento estava restrita aos empréstimos do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese). Com a decisão de hoje (24), qualquer operação custeada parcialmente com recursos da União passará a exigir volume menor de recursos parados sobre a parcela da operação custeada pela instituição financeira.

A medida beneficiará ações como o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac-FGI), o Peac-Maquininhas e o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).

De acordo com o chefe do Departamento de Regulação do Banco Central (BC), João André Pereira, a medida foi necessária porque somente o Pese estava em vigor quando o novo modelo de provisionamento foi adotado. Os demais programas foram criados mais tarde.

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Por meio dos provisionamentos, as instituições financeiras deixam recursos parados em caixa para cobrir o risco de inadimplência nas operações de crédito. Ao operarem empréstimos com recursos federais, os bancos assumem o risco de calote por parte dos mutuários, usando os provisionamentos para cobrirem eventuais prejuízos. Quanto maior o provisionamento, menor o volume emprestado.

Prazos

O CMN também prorrogou o prazo de vigência das medidas que permitiam classificar os empréstimos renegociados entre 1º de março e 30 de setembro para o nível em que estavam classificadas em 29 de fevereiro deste ano. A reclassificação poderá ser aplicada a renegociações feitas até 31 de dezembro.

Com a medida, mutuários que ficaram inadimplentes durante a pandemia de covid-19 e renegociaram a dívida não terão de pagar juros mais altos ao contratarem novos empréstimos no sistema financeiro. Isso porque a classificação de risco do empréstimo com problemas não será alterada e não afetará o nome do tomador.

O prazo para dispensar a caracterização de uma operação de crédito inadimplente como ativo problemático da instituição financeira também foi estendido, passando a alcançar operações reestruturadas entre 16 de março e 31 de dezembro de 2020. O prazo anterior também terminava em 30 de setembro.

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Edição: Fábio Massalli

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