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Seis líderes de famosa pirâmide financeira começam a ser investigados

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Seis líderes de pirâmide começam a ser investigados

A China começou a processar os réus da PlusToken, de acordo com um processo publicado na segunda-feira (7).

Seis membros-chave do esquema foram citados nos documentos: Chen Shaofeng, Liu Jianghua, Lu Qinghai, Jin Xinghai, Wang Yin e Zhang Qin. Todos foram processados por suspeita de organizar e liderar o suposto esquema de pirâmide.

Conforme relatou o CriptoFácil no final de julho, diversos membros da PlusToken foram presos na China. Entre eles, os principais líderes.

Foram 109 prisões relacionadas à PlusToken. Além dos líderes, mais de 27 membros de sua equipe “principal” e 82 outros promotores “importantes” foram presos.

Sobre o esquema

Operadores da agora extinta empresa de marketing multinível (MMN) supostamente procuravam investidores prometendo-lhes pagamentos consideráveis se investissem no token.

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A PlusToken executou seu suposto esquema sob o disfarce de ser uma carteira de criptomoedas e um aplicativo que pagava juros. O esquema se dizia sediado na Coreia do Sul.

Ele prometeu ganhos mensais de 10% a 30% sobre o capital inicial para os usuários. Esses números tinham como base em um programa de referência generoso.

Por sua vez, incentivavam outros a investir em troca de uma pequena “comissão”.

Em agosto de 2019, o esquema já tinha levantado mais de 200 mil Bitcoins em três endereços diferentes.

Na mesma época, a PlusToken fazia vendas maciças de Bitcoin todos os dias. O esquema chegava a negociar 1.000 Bitcoins. Muitos apontavam a plataforma como a principal responsável pela dificuldade do Bitcoin em criar um rali de alta após o halving.

Queda

A PlusToken finalmente caiu no final de 2019. Antes disso, os líderes foram presos pela polícia de Vanuatu em julho daquele ano. Porém, eles só foram presos em definitivo pela polícia chinesa.

Na ocasião, as perdas da PlusToken foram estimadas em 40 bilhões de yuans, cerca de R$ 28 bilhões.

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Cogitou-se que as criptomoedas vendidas pela PlusToken impactaram o preço do Bitcoin em 2019. Tais movimentações foram responsáveis pela queda do criptoativo no fim do ano.

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Auxílio: mulher pede os mil dólares na Justiça após fala de Bolsonaro

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Brasil Econômico

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Fenae

Moradora do Rio reclama a diferença entre o valor que recebe, de R$ 2,4 mil, e os mil dólares que Bolsonaro citou na ONU, que equivalem a R$ 5,5 mil

Uma moradora do Rio de Janeiro foi à Justiça para receber os mil dólares de auxílio emergencial. Isso porque o presidente da República,  Jair Bolsonaro, disse em discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) no início da semana que pagou cerca de  mil dólares de auxílio emergencial por pessoa. As informações sobre o caso foram obtidas pelo portal G1.

A beneficiária só ganhou R$ 2,4 mil do auxílio emergencial, em quatro parcelas de R$ 600. Já os mil dólares correspondem, na cotação atual do dólar, a aproximadamente R$ 5,5 mil. Ela pede a diferença à União.

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O discurso em que Bolsonaro disse que o auxílio emergencial é de mil dólares foi feito na terça-feira (22) na abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU. Nesta semana, durante live em suas redes sociais,  Bolsonaro disse que arredondou o valor no discurso na ONU, e que o correto seria “US$ 960 ou 970”.

Mas, segundo a checagem do G1, o valor citado por Bolsonaro não corresponde à verdade. O beneficiário do auxílio recebeu, no máximo e somando as parcelas, R$ 4,2 mil, o equivalente a US$ 766.

As advogadas que representam a cliente, Leila Loureiro e Noemy Titan, dizem na petição que, na atual cotação do dólar, o valor total do auxílio que deveria ter sido recebido pela cliente é de R$ 5.540, se considerados os mil dólares.

“Dados os fatos acima, busca a presente pretensão o pagamento da diferença entre o valor recebido e o valor declarado pelo Presidente, de modo a materializar fielmente o benefício financeiro que foi destinado aos brasileiros, segundo expressamente proclamado pelo Chefe maior do estado”, argumentam as advogadas sobre o auxílio emergencial.

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As advogadas afirmam que o valor de  auxílio recebido teve “importantíssima relevância”, mas que não foi o suficiente para gastos como saúde, educação e moradia. Elas pedem ainda dano moral, totalizando a causa em R$ 9.420.

A juíza federal substituta, Angelina de Siqueira Costa, intimou a União Federal a prestar informações sobre o  auxílio em 10 dias. Caso não reconheça o pedido, a União deve apresentar contestação em até 30 dias.

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