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Sem auxílio, fila do Bolsa família tem mais de 400 mil pessoas desassistidas

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Auxílio Emergencial
Redação 1Bilhão Educação Financeira

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O Brasil tem hoje, pelo menos,  423,3 mil pessoas que, apesar de comprovar pobreza, estão sem nenhuma assistência do governo federal . A fila para conseguir o Bolsa Família está parada, e estes aguardam uma resposta sobre o auxílio emergencial .

Sem a ampliação do programa social, prometida desde o fim de 2019, quase 1,2 milhão de cadastros aguardavam em março para receber a transferência de renda, segundo a Folha de São Paulo.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, repetiu exaustivamente estar estudando o aumento do número de cadastrados , mas a ideia ainda não saiu do papel. Guedes concentra forças no auxílio emergencial, pago a 39,1 milhões de pessoas, enquanto ganha tempo para pensar na reformulação do Bolsa Família. 


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Regulamentação sobre lavagem de dinheiro é regulamentada pelo BC

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A legislação de prevenção à lavagem de dinheiro foi atualizada hoje (27) com uma resolução publicada pelo Banco Central (BC), que ajusta circular editada em janeiro do ano passado. Em nota, a autarquia explicou que as mudanças aperfeiçoam as normais, adaptam casos específicos à realidade atual e alinham as regras do BC com as de outros órgãos.

A primeira mudança diz respeito ao fornecimento de informações dos clientes de instituições financeiras. Os procedimentos de qualificação passarão a exigir o local de residência do cliente, no caso de pessoa física, ou o local da sede ou filial, no caso de pessoa jurídica. Esses dados passarão a ser avaliados pelas instituições financeiras junto do perfil de risco (risco de o cliente ficar inadimplente) e da natureza da relação de negócio.

A resolução igualou a regulamentação do BC com as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), referente a fundos e clubes de investimento, fundos de investimento na forma de condomínio fechado e determinados investidores não residentes.

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A terceira mudança diz respeito a recursos em espécie enviados por meio de empresas de transporte de valores. Agora, a empresa transportadora passa a ser considerada a portadora dos recursos e será identificada por meio do registro do número de inscrição no CNPJ e da firma ou denominação social.

Edição: Aline Leal

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