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SP prorroga fase de transição por mais 2 semanas e amplia horário do comércio

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João Doria anunciou prorrogação da fase de transição em todo o estado de São Paulo
Foto: Reprodução/Flickr

João Doria anunciou prorrogação da fase de transição em todo o estado de São Paulo

O governo de São Paulo anunciou, nesta sexta-feira (7), que vai prorrogar a fase de transição por mais duas semanas no estado e ampliar o horário do comério e restaurantes. O anúncio foi feito em coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes. De acordo com as novas regras, a partir deste sábado (8), lojas, shoppings, restaurantes, salões de beleza, academias e outros estabelecimentos comerciais  poderão operar das 6h às 21h. A capacidade máxima dos estabelecimentos também aumentou para 30%, antes era só de 25%. A nova etapa da fase de transição vai até o dia 23 de maio.  “O centro de contingência recomenda agirmos com responsabilidade, cautela e realizando uma abertura gradual e segura da nossa economia para evitar qualquer novo pico da Covid-19 no estado de São Paulo”, afirmou o governador de São Paulo, João Doria.

Desde abril, o estado está na chamada “fase de transição”, criada para ser uma ponte intermediária entre a fase vermelha e a laranja. “Completamos três semanas de fase de transição e acompanhamos atentamente os números, todos os dias. Houve no meio da semana uma questão se estaríamos tendo aumento dos casos, mas não se confirma. Estamos em estabilização”, afirmou Paulo Menezes, coordenador do Centro de Contingência da Covid-19 . 

A secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, explica que as regras de teletrabalho para funções administrativas não-essenciais continua em vigor. A orientação do governo estadual para o escalonamento dos horários de entrada e saída em setores da indústria, comércio e serviços também permance vigente.

Veja:

Novas regras da fase de transição
Foto: Reprodução/Governo de SP

Novas regras da fase de transição


 Terceira onda na capital

Na quinta-feira (6), o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, disse nesta quinta-feira (6) que a capital paulista pode estar na terceira onda de Covid-19, após alta no número de casos, internações e óbitos por conta da doença.  “Podemos estar no início do acontecimento de uma terceira onda. Por isso estamos comprando usinas de oxigênio, permitindo as organizações sociais a importarem os kits intubação, para caso tenhamos um recrudescimento da doença na cidade nós estejamos preparados para poder enfrentar este momento”, disse o secretário em entrevista à GloboNews. Segundo Edson Aparecido, as piores semanas epidemiológicas na capital foram a 10ª e a 11ª do ano. Depois, houve um período de estabilidade, mas ainda com altos índices de contaminações, internações e mortes.

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Golpe oferece vagas de emprego falsas para roubar dados; veja como se proteger

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Mais de 346 mil golpes com falsas vagas de emprego circulam em sites; veja como se proteger
Reprodução: iG Minas Gerais

Mais de 346 mil golpes com falsas vagas de emprego circulam em sites; veja como se proteger

Com o aumento do desemprego  durante a pandemia de Covid-19 e a necessidade de isolamento social, muitos trabalhadores estão procurando vagas de trabalho  e participando de processos seletivos pela internet. Mas a popularização das inscrições on-line para oportunidades tem sido alvo de criminosos que disseminaram  falsos anúncios  com chances primeiro emprego e de recolocação profissional. Somente nos cinco primeiros meses do ano, foram detectadas 346.196  tentativas de golpe que simulavam a oferta de vagas em sites, segundo um levantamento feito pelo laboratório de cibersegurança da PSafe, a pedido do EXTRA.

Para Emilio Simoni, diretor do laboratório, fraudadores também passaram a atuar mais nesse segmento, criando vagas falsas e atraindo candidatos com o objetivo de conseguir dados, como CPF e dados bancários , por meio de cobrança de taxas para seleções de vagas que não existem efetivamente.

“O golpe de falsas vagas de emprego é um dos mais comuns. Normalmente, é usado para roubo de informações pessoais (como CPF, nome completo, endereço e dados bancários) e roubo de credenciais de acesso a contas nas redes sociais (logins e senhas)”, explica Simoni.

A preocupação de especialistas em segurança digital e de Recursos Humanos (RH) é a de que, com o recrudescimento da pandemia e a disparada das filas de desemprego, os trabalhadores mais vulneráveis estejam expostos a serem vítimas de fraude. Uma pesquisa realizada pela OLX (plataformas de compra e venda de produtos) identificou que 23% das pessoas estariam dispostas até a pagar para se candidatar a uma oportunidade de emprego, mesmo que essa não seja uma prática comum de seleções idôneas.

Ainda segundo a pesquisa feita com sete mil trabalhadores, 14% dos entrevistados aceitariam fornecer seus dados bancários e o número do CPF durante uma seleção virtual de emprego, mesmo antes da efetivação para a vaga. Entre os entrevistados, 75% disseram estar desempregados.

“Em um cenário de alta do desemprego e menor oferta de vagas, as pessoas ficam mais vulneráveis e acabam caindo em golpes”, explica Beatriz Soares, diretora de Produto e Operações da OLX.

Desconfiança

De acordo com Beatriz, ao pesquisar vagas de emprego, o candidato que desconfiar do anúncio deve pedir mais informações para o anunciante.

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Ainda que boa parte dos candidatos esteja disposta a desembolsar dinheiro para participar dos processos seletivos, especialistas dizem que este é um dos principais indícios de fraudes, já que empresas idôneas não se valem desta prática para selecionar os candidatos às vagas que oferecem. Outra medida a ser evitada é o compartilhamento de dados bancários do interessado, o que ocorre depois da efetiva contratação para o pagamento de salário ao funcionário.

O número de trabalhadores desempregados chegou a 14,8 milhões de trabalhadores, segundo o IBGE. A taxa média de desemprego no país foi de 14,7% no primeiro trimestre do ano, a maior da série histórica

“Recebi um anúncio de vaga pelo WhatsApp, no grupo de família. Eles faziam a promessa de R$ 1.153 para uma vaga administrativa, sem exigência de experiência prévia. Logo, desconfiei do site, mas fiz o cadastro. Em poucos minutos, recebi a ligação de uma pessoa dizendo que eu fui aprovada, mas que, para ser contratada, eu tinha que conseguir outras cinco pessoas para fazer a inscrição no site. Ali, percebi que era fraude, e que eles poderiam estar querendo acesso a dados pessoais para aplicar golpes. A gente está querendo trabalhar e acaba caindo”, conta a estudante Beatriz Vasconcelos, de 23 anos.

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Operações são semelhantes

Em muitos casos, os falsos anúncios de vagas de emprego circulam pelas redes sociais e se espalham com os compartilhamentos em grupos de mensagens. Além disso, boa parte das fraudes tem características operacionais semelhantes para atrair as vítimas.

Elas oferecem salários e condições de trabalho atraentes e ofertas válidas até um determinado dia do mês, em geral sem menção à localização da cidade. Em muitos casos, para atrair as vítimas, os golpistas prometem que a carteira de trabalho será assinada na hora.

Anúncios em redes sociais ou sites ressaltam que basta responder ao anúncio com um “ok” ou “sim” para garantir a vaga. Em alguns casos, após a resposta, o criminoso inicia uma conversa com a vítima e pede que usuário siga suas instruções e procedimentos para efetivar sua inscrição, como clicar em links e fazer cadastro com seus dados pessoais de acesso à rede social.

“Por isso, é preciso desconfiar quando alguém entra em contato por canais informais, como redes sociais ou WhatsApp, para convidá-lo a participar de um processo seletivo”, explica Emilio Simoni, especialista da Psafe.

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Vagas reais

Segundo Pâmela Nascimento, coordenadora de Recrutamento & Seleção do ManpowerGroup, durante as seleções para vagas reais em empresas idôneas, as informações que geralmente são requisitadas por recrutadores são dirigidas às competências técnicas dos candidatos, assim como a descrição de suas experiências profissionais:

“As empresas com processos reais pedem currículo do candidato. Neste documento, o candidato precisa colocar nome, não precisa informar o endereço completo. O interessado deve ressaltar sua formação acadêmica, suas experiências profissionais e suas competências. Em algumas ofertas de vagas, o site de recrutamento pode pedir que se insira na plataforma os números de CPF e RG e data de nascimento, como medida para identificar os concorrentes, porque alguns têm o mesmo nome e sobrenome. Mas dados bancários e valores nunca”, ressalta ela.

Assessoramento para a vaga

Uma das formas de checar se as ofertas de vagas existem realmente é buscar os sites oficiais das empresas e verificar se há oportunidades de trabalho disponíveis. Em vários anúncios falsos, os golpistas usam os nomes de empresas conhecidas para atrair as vítimas e dar credibilidade aos falsos anúncios.

“Busque pela empresa ou até pela oportunidade na internet. Veja se a empresa tem um site com informações sobre ela. Se realmente ela existir, e tiver algum meio de contato no site, ligue e certifique-se da existência da vaga. As pessoas também podem confirmar se a pessoa que se diz ser da área de recrutamento e seleção realmente existe. Basta buscar por ela em uma rede social profissional”, recomenda Érika Castro, especialista em Aquisição de Talentos na do site Vagas.com.

Pâmela Nascimento, coordenadora de Recrutamento & Seleção do ManpowerGroup, ressalta que outra fraude comum é divulgar um anúncio falso e cobrar por uma suposta assessoria para garantir a vaga:

“Em alguns casos, a pessoa tenta vender um suposto assessoramento de carreira e coloca seu serviço como se fosse uma suposta garantia de emprego, se o interessado se dispuser a pagar um determinado valor em dinheiro, o que também é uma fraude”, alerta Pâmela.


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