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Terceira parcela do auxílio emergencial começa em 17 de junho; veja calendários

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Confira calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Confira calendário de pagamento da terceira parcela do auxílio emergencial

O calendário da terceira parcela do auxilio emergencial para beneficiários do programa Bolsa Família já está disponível e começa na quinta-feira, dia 17 de junho. O saque em espécie da segunda parcela foi adiantado, mas o governo e a Caixa não deram informações se haverá outro adiantamento com a terceira parcela. Para quem não faz parte do Bolsa Família, a terceira parcela começa daqui uma semana, no dia 20 de junho.

Fazendo ou não parte do Bolsa Família, os valores do auxílio são uma cota de R$ 150 para famílias de uma pessoa apenas; R$ 250 para famílias de duas pessoas ou mais (o valor regular); e R$ 375 para mães chefes de família. 

O calendário de pagamentos para os incritos no Bolsa Família é diferente, por isso, o saque é feito por ordem do número final do NIS. Confira abaixo:

3ª parcela do auxílio para inscritos no Bolsa Família

NIS final 1 – 17 de junho; NIS final 2 -18 de junho; NIS final 3 – 21 de junho; NIS final 4 – 22 de junho; NIS final 5 – 23 de junho; NIS final 6 – 24 de junho; NIS final 7 – 25 de junho; NIS final 8 – 28 de junho; NIS final 9 – 29 de junho; e NIS final 0 – 30 de junho.

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Já para os cadastrados por meio de site, aplicativo e Cadastro Único (CadÚnico) , o pagamento da terceira parcela começa em 20 de junho e o saque em espécie está previsto para 13 de julho. Confira os calendários abaixo:

Calendário de depósitos da terceira parcela

Nascidos em janeiro recebem dia 20 de junho; Nascidos em fevereiro recebem dia 23 de junho; Nascidos em março recebem dia 25 de junho; Nascidos em abril recebem dia 27 de junho; Nascidos em maio recebem dia 30 de junho; Nascidos em junho recebem dia 4 de julho; Nascidos em julho recebem dia 6 de julho; Nascidos em agosto recebem dia 9 de julho; Nascidos em setembro recebem dia 11 de julho; Nascidos em outubro recebem dia 14 de julho; Nascidos em novembro recebem dia 18 de julho; e Nascidos em dezembro recebem dia 21 de julho.

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Calendário de saques da terceira parcela

Nascidos em janeiro sacam dia 13 de julho; Nascidos em fevereiro sacam dia 15 de julho; Nascidos em março sacam dia 16 de julho; Nascidos em abril sacam dia 20 de julho; Nascidos em maio sacam dia 22 de julho; Nascidos em junho sacam dia 27 de julho; Nascidos em julho sacam dia 29 de julho; Nascidos em agosto sacam dia 30 de julho; Nascidos em setembro sacam dia 4 de agosto; Nascidos em outubro sacam dia 6 de agosto; Nascidos em novembro sacam dia 10 de agosto; e Nascidos em dezembro sacam dia 12 de agosto.

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Decreto oficializa desbloqueio do Orçamento de 2021

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Um decreto assinado hoje (30) pelo presidente Jair Bolsonaro oficializou o desbloqueio de todo o Orçamento de 2021. A liberação dos recursos havia sido divulgada há uma semana, quando o governo enviou ao Congresso o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Ao todo, foram liberados os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões).

Em seguida, vêm os Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações (R$255,4 milhões); da Cidadania (R$ 204,7 milhões); das Comunicações (R$ 145,4 milhões); das Relações Exteriores (R$ 143,2 milhões); de Minas e Energia (R$ 89,7 milhões); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (R$ 80 milhões); do Turismo (R$ 56 milhões); da Infraestrutura (R$ 40,3 milhões); a Presidência da República (R$ 35,6 milhões); o Ministério da Saúde (R$ 25,8 milhões) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (R$ 3,2 milhões).

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Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários.

Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro.

Histórico

Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões.

Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

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Edição: Aline Leal

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