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Teto de gastos: eliminá-lo é tacar fogo no país, diz Guedes

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Paulo Guedes
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Ministro Paulo Guedes voltou a defender o teto de gastos

Nesta terça (1), o ministro da Economia,  Paulo Guedes, disse que eliminar o teto de gastos hoje seria como “tacar fogo no país”. Para ele, essa discussão não deve ser feita agora, porque a dívida do Brasil está prestes a chegar a 100% do  PIB (Produto Interno Bruto).

Guedes fez a fala em comissão mista do Congresso, que trata sobre a Covid-19. “Em economia, a ordem dos fatores altera o produto: se você tira o teto primeiro, bota fogo no país”, disse. “Depois de recuperado o controle do Orçamento, aí podemos falar sobre o teto”, afirmou o ministro.

O teto de gastos  foi criado em 2016, durante o governo de Michel Temer, e limita o crescimento do total das despesas públicas à variação da inflação no ano anterior.

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O governo não pode fazer cortes nos chamados gastos obrigatórios – como aposentadorias e salários -, então o ajuste fiscal acaba sendo feito nas despesas discricionárias, que serão de R$ 92 bilhões em 2021.

“Com o teto de gastos, como as despesas correntes estão crescendo o tempo inteiro, quem paga o pato são os investimentos públicos, que estão em queda há 25 anos. Os investimentos chegaram a ser 15% do PIB, e hoje estão em 1,5%, 1%. Os investimentos públicos federais são 0,6% do PIB. Se nós triplicarmos, não é nada. É 1 número ainda muito baixo”, afirmou Guedes.

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BB formaliza parceria com suíço UBS para banco de investimentos

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Depois de um ano de tratativas, o Banco do Brasil (BB) e o banco suíço UBS formalizaram hoje (30) a parceria para iniciarem um banco de investimentos e uma corretora de valores que operará no Brasil e em mais cinco países latino-americanos: Argentina, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. A operação consta de fato relevante comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Pela parceria, o UBS e o BB criarão uma joint venture (quando duas empresas se unem para criarem uma terceira), com 50,01% do capital nas mãos do banco suíço e 49,99% pertencentes ao BB Banco de Investimento S.A. (BB-BI).

Os bancos de investimentos administram grandes fortunas, com o investidor pagando gestores que aplicam no mercado financeiro. Segundo o fato relevante, a parceria combina a experiência do UBS, um dos maiores bancos de investimentos do mundo, e a rede bancária do BB, com agências espalhadas pelo Brasil e em diversos países latino-americanos.

“A parceria estratégica consolida-se em uma nova companhia e suas controladas, iniciando suas operações como uma plataforma de banco de investimentos completa, combinando a rede de relacionamentos do BB no Brasil e sua forte capacidade de distribuição para pessoas físicas, com a expertise e capacidade de distribuição global do UBS”, destacou o BB no fato relevante.

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O acordo prevê que cada acionista nomeie três membros para o Conselho de Administração da joint venture. O presidente será indicado pelo BB; e o vice, pelo UBS. A diretoria executiva terá representantes das duas instituições, com o banco suíço escolhendo o diretor-presidente.

O memorando de entendimentos entre os dois bancos foi assinado em setembro do ano passado. A parceria tinha sido aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em dezembro do ano passado, e pelo Banco Central, no fim de agosto deste ano.

Edição: Fábio Massalli

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