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Trabalhadores têm medo de contato com pessoas que não seguem regras de segurança

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três pessoas com laptops
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Novo levantamento da rede social evidencia preocupações de trabalhadores com o trabalho presencial e home office


De acordo com nova pesquisa da rede social corporativa LinkedIn, a maior preocupação atualmente dos brasileiros em relação ao trabalho presencial é entrar em contato com outra pessoa que não está seguindo os protocolos de segurança para prevenir contaminações da Covid-19 . Dos 2.681 trabalhadores que participaram da pesquisa, 44% afirmaram ter esse medo.


A segunda maior preocupação é a falta de apoio por parte da empresa para políticas de home office ou licença por doença (36%), aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e higienização inadequada no espaço (32%).

A pesquisa também buscou apontar as desvantagens sentidas pelos trabalhadores em relação ao home office. Cerca de 41% afirmou que temem por aumento na jornada de trabalho; 35% se sente mais solitário; e 31% tem dificuldade para equilibrar os horários de trabalho com a vida pessoal.

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O intuito do levantamento era apontar como os profissionais estão se sentindo a este ponto da pandemia. A conclusão é que a confiança dos trabalhadores subiu pela terceira vez seguida. Eram 57 pontos em agosto, que subiram para 60 em setembro. O intervalo vai de -100 a +100.

A maior parte dos trabalhadores que estão se sentindo confiantes trabalham em empresas consideradas de grande porte (que possuem mais de 10 mil funcionários); e os menos confiantes são os que trabalham em empresas pequenas (de até 50 funcionários).

Em relação ao home office , a rede social constatou que 41% das empresas que aderiram ao modelo são de grande porte, enquanto apenas 25% da grandes empresas implementaram o modelo.

No entanto, 46% das pequenas empresas esperam que o funcionário volte ao escritório, mesmo que em menor frequência. Enquanto isso, 29% das grandes empresas espera que isso não aconteça.

O LinkedIn também comparou quais são as dificuldades que cada geração enfrenta neste momento de adaptações. Constatou-se que pessoas de 55 anos ou mais, os baby boomers, têm mais chances de ter salários cortados e redução na carga horária.

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Pessoas menores de 25 anos, nomeados como geração Z, devem sofrer com acúmulo de dívidas, já que 33% tem problemas para regularizar as contas ou não tem previsão de quando vão pagar em dia.

Pessoas entre 20 e 54 anos, a geração X, são as mais demitidas devido à Covid-19, seguidas pelos millenials, que têm entre 25 e 39 anos.

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Dólar fecha em R$ 5,76 com novas medidas de lockdown na Europa

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Em mais um dia de tensão no mercado financeiro, o dólar voltou a fechar no maior nível em cinco meses e a bolsa de valores teve a maior queda percentual para um dia desde abril. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (28) vendido a R$ 5,763, com alta de R$ 0,081 (+1,43%).

Na maior cotação desde 15 de maio, quando tinha fechado em R$ 5,84, a divisa operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 9h45, chegou a R$ 5,68. O dólar só perdeu velocidade depois que o Banco Central (BC) interveio no mercado, vendendo US$ 1 bilhão das reservas internacionais em leilão à vista.

No mercado de ações, o dia foi marcado por perdas. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quarta-feira aos 95.369 pontos, com recuo de 4,25%. Apenas nesta semana, o indicador acumulou perdas de 5,8%.

O Brasil foi afetado por um movimento global de aversão ao risco, quando investidores em todo o planeta procuram investimentos mais seguros, como o dólar e os títulos do Tesouro norte-americano. A turbulência persistiu nos mercados internacionais durante todo o dia porque as novas restrições impostas em países desenvolvidos por causa da covid-19 afetam a recuperação da economia mundial.

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Na Europa, a Alemanha adotará lockdown emergencial de um mês, com o fechamento de restaurantes, academias de ginástica e teatros para reverter um pico de casos do novo coronavírus que pode sobrecarregar os hospitais. Na França, o presidente Emmanuel Macron disse que o novo lockdown nacional a partir de sexta-feira (30) permanecerá em vigor até 1º de dezembro para interromper a disseminação exponencial da covid-19.

Nos Estados Unidos, as bolsas também fecharam em queda, afetadas pelo avanço dos casos de covid-19 na maior economia do planeta. A proximidade da eleição presidencial, na próxima terça-feira (3), adicionava cautela aos negócios.

Com informações da Reuters*

Edição: Aline Leal

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