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Adiada exigência de nota mínima na redação do Enem para quem tem Fies

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O Ministério da Educação (MEC) adiou para janeiro de 2021 a exigência de que participantes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) tenham nota igual ou superior a 400 pontos na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A exigência deveria entrar em vigor já neste ano.

A portaria de adiamento foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (13).

Ao determinar a medida, o MEC informou que as mudanças foram feitas para garantir “a meritocracia como base para formar profissionais ainda mais qualificados”.

Até então, não havia exigência de nota mínima na redação do Enem; era necessário apenas não tirar zero na prova, mesmo critério usado para seleção de estudantes para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferta vagas em universidades públicas, e para o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior.

Inscrições

O MEC divulgou ainda os novos prazos de inscrições para cerca de 50 mil vagas remanescentes do Fies, referentes ao segundo semestre deste ano. As vagas remanescentes são aquelas não preenchidas nas edições de 2020 dos processos seletivos regulares do Fies.

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A partir do próximo dia 26, poderão se inscrever tanto os candidatos não matriculados em instituição de educação superior como também aqueles já matriculados, mas que buscam uma oportunidade para financiar a continuidade dos estudos. 

Nos dois primeiros dias, ou seja, das 7h do dia 26 até as 23h59 do dia 27, a oferta é exclusiva para os cursos de áreas do conhecimento prioritárias, como os de saúde, engenharia, licenciaturas e ciência da computação. 

Para os candidatos não matriculados em instituição de educação superior, as inscrições poderão ser feitas até as 23h59 do dia 3 de novembro. Para quem já está matriculado no curso, turno e instituição para a qual deseja se inscrever para tentar o financiamento, o prazo termina às 23h59 do dia 27 de novembro. 

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela página do Fies na internet.

Segundo o MEC, o adiamento será realizado após elevada procura por inscrição para as vagas remanescentes, sem prejuízo para os candidatos que conseguiram concluir a inscrição nos dias 6 e 7 deste mês. De acordo com a pasta, a decisão de ampliar os prazos leva em consideração a necessária proporcionalidade ao período em que ocorreu anormalidade no sistema de inscrição do Fies.

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Edição: Nádia Franco

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Momento Educação

Alunos da rede estadual do Pará voltarão às aulas presenciais em 2021

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As aulas presenciais da rede estadual de ensino no Pará só serão retomadas em 2021. O comunicado foi feito na tarde desta terça-feira (27) pelo governador Helder Barbalho. Devido a pandemia de covid-19, as atividades presenciais foram suspensas no estado em 18 de março

Escola Presidente Costa e Silva em  Belém do ParáEscola Presidente Costa e Silva em  Belém do Pará

Escola Presidente Costa e Silva em Belém do Pará – Jader Paes/Agência Pará

Segundo o governo, a decisão visa assegurar a proteção da saúde e segurança da comunidade escolar no enfrentamento ao novo coronavírus, e é baseada “no conhecimento científico e nas recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS)”. O governador afirmou que espera que o retorno seja em um cenário no qual a vacina já seja uma realidade.

Segundo o governador, a decisão foi tomada em conjunto com a secretaria de educação para garantir a saúde e a proteção das pessoas. “Pensando em saúde e em proteger nossos alunos, a decisão acertada é que não haja o retorno das aulas presenciais, para que as escolas não venham a ser um ambiente de transmissão viral e que isto possa potencializar a circulação do vírus, colocando em risco a vida das pessoas e, eventualmente, colapsando o sistema de saúde.”

O governador afirmou que as aulas remotas seguem até o final de 2020 para os 575 mil estudantes da rede pública estadual de ensino. “Continuaremos com as aulas remotas e com as ações para os nossos alunos que estão concluindo o ensino médio e que estarão participando do Enem. Nossa plataforma digital está em funcionamento, a distribuição de chips para acesso a dados, da mesma forma.”

O coordenador geral Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras em Educação Pública do Pará, Beto Andrade, disse que esta era uma demanda da categoria. “Essa é uma luta que o sindicato veio travando ao longo de todo este ano, contra o retorno sem as condições de segurança, sem as garantias de imunização, inclusive, de nossa categoria. Essa fala do governador vai ao encontro daquilo que temos defendido.”

Em todo o estado, desde 1º de setembro um decreto permitiu a volta às aulas nas escolas particulares.

Ouça na Radioagência Nacional.

Edição: Aline Leal

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