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Firjan e Sesi promovem torneio de robótica em formato virtual

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Mais de 300 pessoas, entre crianças e jovens na faixa etária de 9 a 16 anos, integram as 34 equipes participantes do Torneio Sesi de Robótica, aberto hoje (7), em formato virtual, pela Escola Firjan Sesi. O  desafio integra o calendário do Serviço Social da Indústria Nacional e foi realizado pela primeira vez no ano passado, presencialmente. Neste ano, o evento é virtual por causa da pandemia de covid-19.

De acordo com a assessoria de imprensa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a temporada Replay 2020/2021 do Torneio de Robótica First Lego League (FLL) tem uma pergunta-desafio: “O que fazer para tornar as pessoas mais ativas na região onde vivem, seja no campo, na cidade ou em qualquer outro lugar?”.

O Torneio de Robótica FLL é um programa internacional de exploração científica, no qual crianças e jovens usam a imaginação e a criatividade para investigar problemas do dia a dia, buscando soluções que contribuam para um mundo melhor.

Duas fases

Segundo a analista da Educação Básica da Firjan Sesi Simone Caires, a competição é dividida em duas fases. A primeira, que está sendo realizada nesta sexta-feira, é destinada à avaliação de três categorias: core values (valorização do trabalho em equipe), projeto de inovação e design do robô.

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“Amanhã [8] ocorrerão somente as avaliações de arena referentes ao desafio do robô, e os juízes avaliarão os rounds [etapas]”, informou Simone à Agência Brasil.

As equipes têm direito a três rounds de 2 minutos e 30 segundos cada, para execução. Para realizar as tarefas, o robô pode navegar, capturar, transportar, ativar ou entregar objetos em uma mesa, sobre um tapete específico da temporada.

Ainda no sábado, serão conhecidas as equipes vencedoras, que disputarão a etapa nacional do torneio, no dia 26 de junho. A entrega de prêmios poderá ser acompanhada ao vivo, às 16h, pelo YouTube da Escola Firjan Sesi. Os ganhadores receberão troféus e medalhas. No ano passado, foram classificadas quatro equipes para a etapa nacional, sendo uma externa e três da Escola Firjan Sesi.

O torneio de robótica é aberto para escolas públicas e privadas e para as chamadas equipes garagem, que reúnem amigos que gostam de robótica, além de estudantes da Escola Firjan Sesi, disse Simone. Ela acrescentou que as equipes podem ter de dois a dez adolescentes e até dois técnicos maiores de 18 anos.

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Neste torneio, além dos 25 grupos das escolas Firjan Sesi, participam seis equipes de colégios particulares, uma de escola pública municipal e duas de organizações não governamentais (ONGs).

Desafios

Além dos três prêmios principais, chamados de Champion’s Award, as equipes concorrem nas categorias Projeto de Inovação, Core Values, Design do Robô, Desafio do Robô e, a partir desta temporada, ao Prêmio do Técnico.

Os desafios são diferentes a cada ano. Em 2020, com o tema Cidades Inteligentes, um dos premiados foi o Piso Gerador de Energia, desenvolvido por uma equipe da Escola Sesi Firjan Jacarepaguá. O protótipo gera energia através de uma placa que trabalha quando sofre pressão. Assim, com as pisadas gerando energia, o projeto contribui ainda para a atividade física das pessoas. “O piso foi considerado a opção mais viável, por ter custo menor e poder ser utilizado em qualquer lugar”, explicou a estudante Ana Clara Joaquim, que fez parte da equipe.

Edição: Nádia Franco

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Escolas de SP vão poder receber mais alunos de forma presencial

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A partir de 1o de agosto, as escolas de São Paulo vão poder retomar as aulas presenciais sem que seja estabelecido um limite máximo de alunos em sala. Atualmente, por causa da pandemia de covid-19, as aulas presenciais no estado são permitidas desde que a capacidade máxima fique em 35% do número de alunos e com limite mínimo de 1,5 metro de distância entre eles.

Agora, o governo de São Paulo não vai mais estabelecer limites. A partir de agosto, cada escola vai poder calcular quantos alunos serão permitidos de forma presencial, desde que seja mantido um distanciamento mínimo de 1 metro entre eles.

“Neste novo plano, a partir de agosto, cada escola deverá determinar a capacidade de acolhimento total de alunos de acordo com a sua realidade, desde que sejam respeitados todos os protocolos de prevenção, como uso de máscara, álcool em gel e distanciamento mínimo de um metro entre os estudantes na sala de aula”, explicou o governador de São Paulo, João Doria.

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Segundo o governo paulista, a volta às aulas presenciais não será obrigatória nesse primeiro momento. “Nós tomamos a decisão de que, no mês de agosto, ainda não será obrigatória a volta às aulas. A família ainda poderá no mês de agosto optar. Durante o mês de julho e até o início de agosto vamos discutir e rever”, disse o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares.

Testes e vacinas

O governo de São Paulo disse que vai adquirir 3 milhões de testes de covid-19 destinados exclusivamente para profissionais da área da educação e alunos. Os testes serão aplicados em casos sintomáticos.

Os casos devem ser notificados a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e registrados no sistema de monitoramento da secretaria de Educação de São Paulo, o SIMED, e atualizado com o registro médico.

Desde o dia 10 de abril, profissionais da área de educação com idade superior a 47 anos estão sendo vacinados no estado. No dia 9 de junho, começou a vacinação de profissionais da educação com 45 e 46 anos e, desde 11 de junho, todos os profissionais da Educação Básica do estado com mais de 18 anos também começaram a ser imunizados.

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Ensino superior

O governo de São Paulo também anunciou hoje que vai ampliar o número de cursos universitários que poderão retomar as atividades presenciais. Com isso, além dos cursos de medicina, os cursos de saúde pública, saúde coletiva e de medicina veterinária poderão funcionar de forma totalmente presencial.

“Nós temos um protocolo que fala que os cursos da área de saúde podem funcionar até 100% presencial, por exemplo, o curso de medicina. O próprio curso define qual será o seu protocolo, a sua forma de funcionamento. E nós estamos incluindo alguns cursos que não estavam na listagem do decreto que passarão a seguir as mesmas regras, que são os cursos de saúde coletiva, de saúde publica e de medicina veterinária”, afirmou o secretário.

Edição: Lílian Beraldo

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