Momento Educação

Internos do sistema prisional fazem prova do Encceja para ensino médio

Publicados

em


Serão aplicadas hoje (14) as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Encceja PPL) 2020. Este é o segundo dia de provas e é destinado aos participantes que querem o diploma para o ensino médio. No primeiro dia, fizeram a prova os participantes que buscam a certificação para o ensino fundamental.

No caso do ensino médio, serão verificados os conhecimentos em ciências da natureza e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias e redação; e ciências humanas e suas tecnologias. As provas começam às 9h e terminam às 20h desta quinta-feira.

O Inep disse que a aplicação ocorre nos turnos da manhã e da tarde, seguindo o horário de Brasília. O primeiro turno termina às 13h. Já o segundo, começa às 15h e encerra às 20h.

Realizado em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Educação, o Encceja obedece aos requisitos básicos, estabelecidos pela legislação em vigor, para certificação do ensino fundamental e médio. A emissão do certificado e da declaração de proficiência é responsabilidade das secretarias estaduais de Educação e dos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia que firmam termo de adesão ao exame.

Leia Também:  Covid-19 suspende aulas de 99,3% das escolas de educação básica

Edição: Valéria Aguiar

Propaganda

Momento Educação

Pandemia fez crescer cursos de especialização no país, mostra estudo

Publicados

em


Durante a pandemia, profissionais optaram por aperfeiçoar conhecimentos por meio de cursos de especialização – é o que mostra o levantamento elaborado pelo Instituto Semesp, entidade que representa as mantenedoras de ensino superior do Brasil. O número de alunos em pós-graduação foi de 1,3 milhão, crescimento de 4,8% em 2021 na comparação com 2019, antes da pandemia.

“Houve um desempenho muito bom, isso porque teve muita gente que ficou desempregada ou teve contrato de trabalho suspenso. Essas pessoas foram buscar uma especialização no formato de aulas remotas, [algo] que combina bem com esse púbico de pessoas mais velhas. É uma forma de aumentar o grau de empregabilidade”, disse o economista Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp.

Leia também:
» Ensino a distância conquista adeptos e aumenta após fim de restrições

Segundo Capelato, a pós-graduação se reinventou com as aulas remotas. Se por um lado os alunos sentiram falta da convivência com os colegas, por outro ficaram satisfeitos com a falta de necessidade de deslocamento até o local das aulas. “O formato híbrido ficou mais forte, tem maior apelo”, disse.

Leia Também:  Covid-19 suspende aulas de 99,3% das escolas de educação básica

A graduação, por sua vez, recuou 5% no mesmo período. “A gente teve uma queda na graduação, isso se dá muito porque as aulas deixaram de ser presenciais. Então, houve uma queda importante, que só não foi maior porque a educação à distância continuou crescendo na pandemia. No começo de 2020, antes da pandemia, houve uma entrada boa de ingressantes”, disse.

Entre os alunos de mestrado e doutorado, apesar de ter ocorrido uma redução de 1,7% entre os anos de 2019 e 2020, houve um crescimento considerável de 18,1% em 2021, chegando a 441 mil matrículas.

De acordo com a pesquisa, a predominância é de alunos na cor branca nos cursos de especialização (716 mil alunos), o equivalente a 60% do total. Em 2021, a graduação teve participação de alunos de cor parda e preta de 48,7%, enquanto a pós-graduação lato sensu teve 38% dos estudantes.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA