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Olimpíada de História faz exposição sobre 200 anos da independência

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A independência exposta é o nome da exposição virtual sobre o Bicentenário da Independência do Brasil, fruto da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB) de 2021. Colocada no ar essa semana, a exposição reúne o trabalho de 5,5 mil estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país e traz as reflexões que os jovens fizeram sobre o 7 de setembro de 1822.

A elaboração da exposição foi a tarefa da quinta etapa da ONHB de 2021, que teve a participação de 1,8 mil equipes. O objetivo do trabalho foi entender o contexto e as diferentes interpretações sobre a Independência do Brasil, com uma abordagem ampla da data, além de pesquisar informações sobre os antecedentes do evento, questões regionais e a relação com os dias atuais.

Cada equipe montou uma exposição composta por quatro paredes virtuais. Na primeira, o tema abordado foi “O processo de independência do Brasil: contexto e antecedentes”. Nas paredes seguintes os estudantes tinham que aprofundar a reflexão a partir do tema “O processo de independência não é um processo único” e falar sobre os contextos locais e regionais da independência. Na última parte, as equipes alinharam a independência com temas que alcançam os dias atuais.

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A coordenadora da ONHB, professora Cristina Meneguello, explica que a escolha do Bicentenário ocorreu para que os estudantes refletissem sobre as datas comemorativas e a narrativa de identidade de uma nação com o contexto das diferentes interpretações e usos políticos do passado, gerando produção de conhecimento além da mera reprodução de dados históricos.

“Buscamos reafirmar que a escola é, de fato, local de produção do saber e não de sua mera reprodução. Além disso, queremos inspirar as escolas para que elas façam experimentos semelhantes, seja para a comemoração do Bicentenário da Independência ou outros temas”.

Para ela, a exposição proporciona que o conhecimento gerado no ensino básico seja levado a públicos mais amplos. “Nesse exercício, as equipes produziram textos, atentas à clareza da escrita e da argumentação, escolheram imagens cuja procedência tinha que ser indicada e até mesmo produziram descrições para pessoas com deficiência visual”. Entre os temas abordados pelos estudantes estão “A independência assinada com sangue”, “7 de setembro: independência ou mito?”, “Antes do Grito do Ipiranga”, “Nem todos foram convidados para a festa” e “Quem ficou por trás da história”. Ao todo, são 1821 exposições.

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O trabalho das equipes foi subsidiado por dez videoaulas, de cerca de 20 minutos cada, ministradas por professores especialistas de diversas universidades do país sobre o Bicentenário da Independência. Os vídeos estão disponíveis no canal do Youtube da ONHB.

Em 2020, a tarefa da 11ª ONHB foi publicada no dicionário biográfico Excluídos da História.

A ONHB é um projeto da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) criado em 2009, já de forma online, que busca potencializar a aprendizagem em ambientes digitais e as interações entre alunos e professores a partir de atividades de leitura, escrita, debate e reflexão, estimulando novas formas de aprendizagem de história e a atuação na construção do conhecimento. Este ano, a 14ª edição teve 73 mil estudantes inscritos.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Educação

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Cadernos de prova do Enem já estão prontos, diz presidente do Inep

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Os cadernos de provas da edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já foram montados em ambiente seguro e as mídias digitais já estão prontas para serem enviadas para a gráfica na próxima semana. Quem antecipou as informações foi Carlos Moreno, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em entrevista para o programa A Voz do Brasil desta sexta-feira (5).

O presidente do Inep lembrou as datas de realização das provas: 13 e 20 de novembro para o público em geral e 10 e 11 de janeiro para a população privada de liberdade.

Novidades

Neste ano, tanto a edição impressa quanto a digital do Enem serão realizadas no mesmo dia. “Com os mesmos itens e com o mesmo tema de redação”. Dentre as novidades nesta edição, está a possibilidade de os candidatos apresentarem documentos digitais no dia das provas, como o e-Título, Carteira Nacional de Habilitação Digital e o RG digital como documentos válidos. No entanto, só serão aceitos documentos apresentados em seus respectivos aplicativos, como o Gov.Br. Imagens de tela não serão aceitas.

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Os protocolos contra a covid-19 se mantêm. Entre eles, a alocação dos estudantes nas salas de aula com distanciamento; o uso de máscara por parte dos aplicadores, fiscais e coordenadores e a higienização de ambientes. “Nós recomendamos que cada participante leve o seu próprio kit de proteção”, disse.

Segundo Moreno, o Enem é a principal porta de entrada para o Ensino Superior pois dá acesso a iniciativas como o Fundo de Financiamento da Educação (Fies), o Programa Universidade Para Todos (Prouni), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e a Lei de Cotas. “O Enem ancora essas políticas públicas já consolidadas”, diz.

Confira a entrevista na íntegra:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Educação

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