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Prouni abre inscrições para lista de espera nesta segunda-feira

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Interessados em entrar na lista de espera de bolsas de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) devem acessar a página de inscrição, com seu número e senha do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mais recente nesta segunda (1º) e terça-feira (2) e manifestar interesse em participar do processo. 

Diferentemente da segunda chamada, a espera não é automática. A inclusão na lista é exclusiva aos candidatos que participaram daquele processo seletivo do Prouni 2021 e não está aberta a novos inscritos.

O Prouni acontece sempre duas vezes por ano, para ingresso no primeiro e no segundo semestre. Quem não for chamado em lista de espera, cujo resultado será divulgado em 5 de março, tem que esperar até a edição seguinte para tentar novamente. Essa etapa comporta todas as vagas não preenchidas dentre as 162 mil oferecidas durante primeira e segunda chamadas desta edição do Prouni.

Comprovação

No caso de candidatos pré-selecionados em lista de espera, o período para comprovar as informações declaradas no ato da inscrição é de 8 a 12 de março. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

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Divulgação

Os cursos disponíveis na lista de espera variam em cada edição. Como os resultados da espera vão sendo divulgados aos poucos, conforme a disponibilidade de vagas, o interessado deve acessar o sistema todos os dias, até o encerramento do período, para ver se foi contemplado. O Ministério da Educação não envia mensagens informando sobre a aprovação. Caso pré-aprovado, o candidato também deve ficar atento ao prazo para a apresentar documentação exigida como comprovantes de renda, identificação pessoal, endereço e escolaridade.

Candidatos

Criado para permitir o acesso de estudantes de baixa renda ao ensino superior, só podem pleitear uma bolsa candidatos que fizeram o Enem mais recente e obtiveram pelo menos 450 pontos na média das provas, sem ter zerado a redação. Também é necessário comprovar renda familiar bruta mensal de, no máximo, três salários mínimos por pessoa e não ter diploma de nível superior.

O candidato também precisa se encaixar em um dos pré-requisitos abaixo:

  • ter feito todo o ensino médio em escola pública ou em particular como bolsista integral;
  • ser professor da rede pública de ensino básico no efetivo exercício do magistério da educação básica, integrantes de quadro de pessoal permanente de instituição pública. Nesse caso, não é necessário comprovar renda;
  • Ser pessoa com deficiência.
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Edição: Denise Griesinger

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Momento Educação

Ribeiro pede informações sobre obras de infraestrutura paralisadas

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, pediu a secretários municipais de Educação que informem à pasta a existência de obras federais de infraestrutura escolar não concluídas em suas cidades.

“Conclamo os secretários municipais de Educação: se nas suas cidades há, eventualmente, uma obra do MEC parada, nos procure”, disse o ministro ao participar, hoje (22), do fórum realizado remotamente pela seccional cearense da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).

Segundo Milton Ribeiro, só no ano passado o ministério concluiu 967 obras que estavam paradas em todo o país, entre creches, escolas e quadras. O objetivo da pasta, garante o ministro, é retomar e concluir as demais construções e reformas paralisadas.

“É uma vergonha deixar obras pela metade, se deteriorando. Seja por má gestão ou corrupção. Queremos retomar e entregar à população essas obras feitas com o dinheiro do cidadão que paga seus impostos. Isto não é um favor. O povo brasileiro tem direito a isto”, acrescentou.

Segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), uma auditoria nos contratos do MEC referentes a 2019 identificou 8.964 obras de responsabilidade da pasta paralisadas, inacabadas ou canceladas – sendo que, para essas últimas, haviam sido transferidos, segundo a controladoria, R$ 1,1 bilhão. 

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Milton Ribeiro destacou algumas das ações do ministério durante a pandemia da covid-19. Segundo ele, no ano passado, foram destinados R$ 4,3 bilhões para alimentação escolar e R$ 810 milhões para o Programa Dinheiro Direto na Escola, que suplementa os repasses para as unidades de ensino investirem na manutenção e melhoria da infraestrutura física e pedagógica.

“Só ônibus escolares foram comprados quase 4,2 mil”, informou Milton Ribeiro ao dizer que, até assumir o comando da pasta, em julho do ano passado, não tinha ouvido falar no programa federal que busca permitir a renovação da frota de veículos escolares do país. “Ele é muito mal divulgado”, disse o ministro, acrescentando que, no geral, se surpreendeu com a “complexidade” das atribuições a cargo do MEC.

O ministro disse que sempre foi favorável à inclusão dos profissionais da educação entre os grupos prioritários à vacinação contra a covid-19, ao responder a pergunta feita pela presidente da Undimes-CE, secretária de Educação de Crateús, Luiza Aurélia Costa.

“Creio ter sido um dos primeiros [ministros] a mandar, ainda em outubro de 2020, um documento oficial solicitando a vacinação dos professores e profissionais da saúde. E tão logo o atual ministro da Saúde [Marcelo Queiroga] assumiu, eu estava lá, na porta do Ministério da Saúde, pedindo a mesma coisa”, disse o ministro. Ele avalia que o pleito, em parte, foi atendido, pois, segundo ele, professores e outros trabalhadores do setor já começaram a ser vacinados.

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A presidente da Undimes-CE também pediu a Milton Ribeiro que advogue pela importância de um programa federal que garanta a estudantes e professores acesso à internet, financiando e facilitando o acesso a equipamentos de informática sem os quais, segundo ela, não é possível melhorar a oferta do ensino remoto. Sem fornecer mais detalhes, Milton Ribeiro disse que vem discutindo o tema com o Ministério das Comunicações. “Isto é uma novidade que, logo, logo, vai ser alcançada”.

Edição: Fernando Fraga

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