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“A coisa vai pegar fogo”, adianta diretor de “A Fazenda 12”

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É fogo no feno! A 12 ª edição de ‘A Fazenda’ começa hoje e esta coluna conversou, com exclusividade, com o diretor de realities da Record, Rodrigo Carelli. Ele rechaçou as críticas de que o programa ‘não tem ninguém famoso’. “Temos pessoas muito famosas, temos pessoas não muito famosas e todos são pessoas que já passaram pela mídia. O curioso é que a partir do começo de ‘A Fazenda’, todos ficam no mesmo nível de fama. Eles se igualam e todos passam a ser participantes de ‘A Fazenda'”, disse.

Marcos Mion
Divulgação / Record TV / Instagram

Marcos Mion vai apresentar “A Fazenda 12”


Carelli não confirmou a lista com os 20 peões que vão lutar pelo prêmio de R$ 1,5 milhão, mas admitiu que alguns nomes foram divulgados pela mídia de forma assertiva. Sobre a formação do elenco, ele foi direto: “A gente não quer que tenha um show individual”.

A cada nova edição de ‘A Fazenda’, o público do programa, especialmente o da internet, demonstra certa insatisfação com a escolha dos participantes do reality. A crítica é sempre a mesma: “Não tem ninguém realmente famoso”. De fato, as mais recentes edições trouxeram um elenco majoritariamente desconhecido por grande parte dos espectadores. A Fazenda se tornou um reality para promover subcelebridades?

Eu acho essa crítica errada. Tivemos muitos participantes que já eram famosos e, lógico, que temos níveis de fama diferentes. Temos pessoas muito famosas, temos pessoas não muito famosas e todos são pessoas que já passaram pela mídia. O curioso é que a partir do começo de ‘A Fazenda’, todos ficam no mesmo nível de fama. Eles se igualam e todos passam a ser participantes de ‘A Fazenda’.

Claro que em um primeiro momento a fama é um atrativo, mas o foco principal é a personalidade e também outro foco é a competitividade. Uma coisa fundamental é ter a certeza de que todos os peões querem ganhar esse prêmio de 1,5 milhão de reais. A causa de estar lá é lutar por esse prêmio. De um universo muito grande a gente busca a pessoa que está na mídia pela personalidade e pela competitividade e não pela fama. Buscamos pessoas bem diferentes entre si e para formar um grupo.

O elenco deste ano ainda não foi oficialmente divulgado, mas especula-se alguns nomes que teriam sido sondados pela produção do programa. O que chamou a atenção é o perfil de boa parte dos possíveis novos peões: bem populares na internet, com grande número de seguidores, mas pouco familiares ao público da TV. Isso seria uma estratégia para atingir o público mais jovem e engajar o reality nas redes sociais, a exemplo do que aconteceu com o BBB 20?

Na verdade, a gente já vinha fazendo isso. A questão das redes sociais, da internet e dos influencers começam a ficar mais importante e fixar todas as idades. Nas últimas três temporadas, a gente colocou a Hariany e a Thayse, que são pessoas cuja a fama vem de internet. Naturalmente nesta temporada vai ser mais desafiador porque não tem como escapar das pessoas que ‘causam’ através das redes sociais. Mas, não tem só pessoas fortes nas redes sociais.

Nesta edição, os peões não serão mais divididos em dois grandes grupos no início, como vinha acontecendo desde ‘A Fazenda 6’. Por que vocês decidiram readotar essa dinâmica do jogo individual?

Já vinha um tempo essa divisão de grupos e percebemos que eles já estavam com essa expectativa, estava meio projetando na cabeça e eles vinham preparados. Começava uma definição de grupos, uma escolha e o jogo é individual. Agora, a gente resolveu tirar isso e começa o jogo individual desde o começo.

Após 11 edições de ‘A Fazenda’, a RecordTV planejou alguma grande novidade para a 12ª? Existe uma preocupação por parte da emissora em renovar o formato e evitar que ele se torne obsoleto?

Sim. A gente sempre busca trazer novidades. A gente trouxe o celeiro na quinta temporada, a divisão de grupos na 11 temporada, colocamos o baú… Enfim essas mudanças para quebrar a expectativa, os cálculos e estratégias. Eles chegam e a gente já dá aquela puxadinha de tapete.

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A intenção da emissora ao antecipar a estreia do programa era aproveitar a maior audiência causada pela pandemia da COVID-19, que fez com que a maior parte da população permanecesse em casa. Contudo, a estreia acabou ficando para o mês de setembro, como de costume. Sendo assim, ‘A Fazenda’ irá estrear num momento em que a quarentena está numa fase bem mais flexível e que as pessoas já estão retomando suas atividades normais. Você acredita que existe alguma chance de um crescimento da audiência nesse cenário, ou essa não era de fato a intenção da emissora?

Não gosto de pensar que seja por conta da pandemia que as pessoas vão ficar em casa. Obvio que as pessoas estão muito conectadas com a televisão por conta da pandemia. Neste momento existem muitas reprises e eu acho que as pessoas estão mesmo com necessidade de verem um programa fresco e também simultâneo. ‘A Fazenda’ tem isso, esse reality show especificamente vai acontecendo enquanto ele está indo o ar. Tudo acontece de ontem para hoje, tudo é quente, tudo muito fresco e eu acho que as pessoas estão com a necessidade de uma coisa original e simultânea, mas na área do entretenimento! O que tem de coisas acontecendo simultâneas no jornalismo e notícias(rs), Desde junho, a gente vem falando, vem sendo questionado sobre o reality e acabou começando no período que geralmente começamos nos outros anos.

Ainda sobre a COVID-19, sabemos que muitas medidas foram adotadas pela produção do programa para evitar que qualquer participante entre no confinamento com a doença. Mas, além desses cuidados, há alguma outra mudança na organização do programa em função da pandemia? Quais os cuidados que a produção tomará para impedir a possibilidade de contaminação vinda de fora do confinamento?

A nossa equipe é muito grande. São 300 pessoas e é uma equipe que gira 24 horas, são vários turnos, vários grupos. O que a gente está fazendo é separação do espaço. Por exemplo, o setor com 6 pessoas e aí a gente abre outro espaço e divide esse grupo. Todos separados por acrílicos, todos usando máscaras. Dependendo da área, por exemplo, o pessoal da montagem das provas entra totalmente paramentado, equipado. Um tipo astronauta. Depois de montado o cenário, o estúdio vai ficar vazio durante horas e depois higienizados. O Mion não vai encontrar diretamente com os participantes.

O único momento que os peões vão enxergar o apresentador mesmo vai ser no dia das provas e bem distante. Na eliminação, nós vamos falar a distância com eliminados. Temos vários protocolos. Várias precauções com a equipe. Tudo dividido com acrílico, não tem buffet e as comidas veem embaladas em um kit individual. Todo um processo gigantesco. Dentro da casa, muitas vezes nós entravamos com algumas pessoas vestidas de ninjas para pegar o detalhe de alguma coisa. Um merchandising. Tudo tem um processo para ser feito com robótica e câmera especial. As aulas de tratamento dos animais vai ser por vídeo.

Rodrigo Carelli
Divulgação/Record

Rodrigo Carelli é o diretor de “A Fazenda”

A última edição de ‘A Fazenda’ recebeu duras críticas por conta de alguns erros em provas decisivas, que teriam beneficiado uns e prejudicado a outros concorrentes. Algumas dessas críticas partiram dos próprios confinados, como foi o caso de Sabrina, que reclamou da falta de atenção da produção diante de uma prova importante. Este equívoco, inclusive, cancelou uma roça entre Lucas e Hari, que acabaram se tornando os finalistas da edição passada. Episódios como esse não colocam em dúvida a credibilidade do reality, especialmente agora que as redes sociais estão cada vez mais atentas a esse tipo de falha? A produção planeja mudanças na organização das provas para transmitir mais transparência ao espectador?

Em todas edições tem reclamações (rs). Quando tem algum equívoco, a gente cancela prova. O nosso histórico é de raramente ter uma quebra. O que acontece é que quando tem uma prova com várias subregras, as pessoas não prestam a atenção quando são apresentadas e quando perdem, ficam com raiva. É igual a relação no futebol entre o torcedor e o juiz, nunca é culpa do time, a culpa é dos outros. Eu chamo isso de paixão. Isso vem desde a primeira temporada e acontece em outros realities essa desconfiança, essa cobrança em cima dos resultados.

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Tem uma coisa curiosa também: temos o Joãozinho e Mariazinha na roça e aí o Joãozinho saiu e todos os seus torcedores acham que foi marmelada e os torcedores da Mariazinha falam: ‘agora sim, eles acertaram’ como se fosse um decisão nossa e a decisão é do público. É a medida dos fãs. Tem que ter isso, tem que ter essa paixão, essa loucura de querer saber de tudo que está acontecendo… É alma do típico telespectador de reality.

A Record garantiu adotar políticas de segurança para coibir fraudes na votação de cada roça. O limite máximo seria de até 1000 votos válidos por hora e por IP. Mas esse limite é mesmo eficiente para impedir o uso de softwares na votação? Um ser humano “comum” conseguiria atingir a marca de 1000 votos por hora? E ainda: uma ferramenta não poderia ser programada para enviar 999 votos, por exemplo, e assim burlar a segurança do sistema de votação?

Isso é mais uma pergunta para a técnica, mas com certeza o pessoal do R7 e da auditoria do programa já fizeram o teste de números de votos válidos de uma pessoa. E olha que nós estamos falando de um tempo com muitos, muitos milhões de votos. Sobre uma pessoa conseguir mudar um resultado não é mil votos. Não faz diferença. Eu acredito ser um limite realmente técnico que eles descobriram que dá para fazer uma pessoa.

Uma das cláusulas do contrato dos participantes proíbe a divisão de qualquer um dos prêmios entre os peões, que estariam proibidos de fazer qualquer menção à rachar os prêmios entre si, dentro ou fora do programa. Esta é uma cláusula nova? Já que na edição passada o vencedor Lucas prometeu a quantia de R$ 100 mil para a segunda colocada Hariany.

Não deu. Não é uma cláusula nova, mas digamos que ela não estava clara. A gente está deixando mais nítido e direto que não pode ser feito.

As roças agora acontecerão às quarta-feiras, o que coincide com o dia de maior audiência da Rede Globo, devido a transmissão dos campeonatos de futebol. Qual público vocês pretendem atingir com essa mudança?

Na verdade, o dia do futebol dá a impressão para gente que pode ser ruim competir com ele. Mas, o futebol tem publico cativo e limitado. Tem mulheres que não assistem, tem homens que não gostam e acaba que competir com o futebol não é necessariamente ruim e vira a grande alternativa. No nosso caso, nós temos uma repercussão muito grande, uma aceitação muito grande e a gente aposta nisso.

O que o público pode esperar do elenco de ‘A Fazenda 12’? Os participantes selecionados estão mais para ‘fogo no feno’ ou vamos ter que dar o prêmio para Lyon, o cavalo?

(Gargalha). Posso dizer que o elenco está bem equilibrado e a coisa vai pegar fogo. A gente já percebe no grupo a expectativa, a ansiedade, uma vontade de competir maiores que das outras temporadas. Também temos que levar em conta a pandemia, o pré-confinamento e o desejo de entrar logo no reality. Na minha opinião, vai ser uma explosão de personalidades. Na abertura do programa, a gente já fez isso. Destacamos a personalidade de cada peão e as pessoas vão entender. Eu acho que vai ser uma super ‘A Fazenda’, vai ser um marco. Por ser a primeira vez com 20 participantes e por termos também um grupo bem bom justamente pela falta de shows e as agendas paradas e isso facilitou a seleção. Não teve empecilhos. Vai ter fogo no feno.

Há anos a internet clama por Inês Brasil na Fazenda. Com tanto apelo, por que a protagonista dos maiores memes brasileiros ainda não teve a chance de participar de nenhuma edição do reality, mesmo sendo uma figura tão polêmica e popular nas redes sociais?

Não só ela. Na verdade, tem muitas figuras que as pessoas pedem nas redes sociais e que a gente chamaria. Mas, talvez não funcione nessa questão de grupo. A gente não quer que tenha um show individual. A gente monta o elenco , por exemplo, a gente tem esse e tem esse e aí chamamos um terceiro. As vezes tem nomes até mais famosos do que estão ali na montagem do grupo e não encaixam. É um quebra-cabeça.

Fonte: IG GENTE

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Personalidades incentivam campanha de doação para bebê com doença rara

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Gui Martini
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Gui Martini


O que Susana Vieira, Gabriela Pugliesi, Ivan Parente, Totia Meireles, Rafael Cortez, Camilla Camargo, Marianna Armellini, Armando Babaioff, Xamã e Tania Mara têm em comum? A empatia como palavra de ordem! Isso porque eles vêm fazendo bom uso da fama para olhar para o outro. Neste caso, o pequeno Guilherme Martini, de apenas um ano e dez meses, que se descobriu aos quatro meses de vida portador da atrofia muscular espinhal (AME) tipo 1, uma doença rara, degenerativa e que interfere na capacidade do corpo de produzir uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores, responsáveis pelos gestos voluntários vitais simples do corpo, como respirar, engolir e se mover.

Flyer da campanha do Gui Martini
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Flyer da campanha do Gui Martini


Hoje em dia, o tratamento padrão é feito com o Spinraza, recém-incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas os familiares do bebê da turística Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira paulista, correm contra o tempo para a conquista do Zolgensma, que custa cerca de US$ 2 milhões, o equivalente a mais de R$ 10 milhões. Não à toa, abriram no Instagram o perfil @ajudeguimartini e iniciaram uma campanha social, que vem se alastrando pelo país e reunindo voluntários. Estes compartilham, diariamente, publicações, dados para doações, realizam rifas e sorteios e se dedicam a contar um pouco da história do Gui, que tem menos de 60 dias para conseguir o medicamento. O remédio é considerado o mais caro do mundo e pode ser obtido de forma particular ou judicial. Ainda que pareça clichê, a frase “fazer o bem faz bem” é pura verdade quando se trata de querer ajudar quem realmente precisa.

Bolo e guaraná

Roberta Miranda
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Roberta Miranda


Sempre ativa nas redes sociais, Roberta Miranda está às voltas com a sua próxima live show, que acontecerá nesta segunda, dia 28, a partir das 20h, no YouTube. Trata-se de “28.9”, que é a junção da data e do mês em que completa mais um ano de vida. Mas outro detalhe que também chama atenção é o repertório, que, além dos clássicos que marcaram a sua trajetória, como “Majestade, o Sabiá”, “Vá com Deus” e “Meu Dengo”, abrirá espaço para “Malandragem”, sucesso na voz de Cássia Eller, e “Chuva de Prata” e “Balancê”, ambas interpretadas por Gal Costa. “Sempre passei meu aniversário no palco. Neste ano, infelizmente, não poderei comemorar como de costume, mas não poderia deixar de estar com meus fãs, mesmo que de forma virtual. No meu Twitter, Facebook e Instagram choveram pedidos para uma transmissão temática, e, por isso, vamos atender”, afirmou a estrela sertaneja antes de ressaltar: “Nossa festa está garantida”.

Tá com tudo e não está prosa!

Mitt Yamada
Divulgação/Edu Alpendre

Mitt Yamada


Após estrelar, ao lado de Aretha Oliveira, Jean Visconti e Mony Gester, o espetáculo “Vamos?”, que ficou em cartaz de outubro de 2019 a janeiro de 2020, Mitt Yamada está aproveitando a quarentena para tocar alguns projetos. Um deles retrata o momento que estamos passando e é desenvolvido em conjunto com as não menos talentosas Brendha Haddad e Mony Gester. Trata-se de um audiovisual com os ingredientes emocionais para se fazer um viral. “Mais do que um clipe, estamos criando um curta-metragem”, destacou.

Engana-se, porém, quem pensa que as novidades param por aí! O ator, cantor e compositor paraense também começou a dar expediente na retomada das gravações da novela “Amor de Mãe”, da Globo. “É o meu primeiro trabalho na TV e estou muito feliz com essa oportunidade”, vibrou, antes de ressaltar que o clima na emissora é o melhor possível. Por fim, mas não menos importante, Mitt está em fase de pré-produção de um musical todo inspirado na obra da banda de rock Legião Urbana.

Contenção de despesas 

Longe do vídeo há um bom tempo, uma atriz, que já atuou em diversas produções da Globo, resolveu colocar seu luxuoso apartamento paulistano à venda. Um dos motivos é a crise pandêmica que assola o país e o mundo. Só para se ter uma ideia: o condomínio do prédio onde ela mora está por volta de R$ 10 mil. Ah, e detalhe: sem serviços ou itens de lazer que dispensem a sua necessidade de sair de casa. Somam-se a isso despesas com funcionários. Para piorar? O mês não passa, voa! E o dia 10 está logo aí!

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• Apesar da crise sanitária em todo mundo, a solidariedade não pode parar. Que o diga o casal Yurgan e Anne Barret, que está à frente do projeto “Y Rosa”. A quinta edição da iniciativa, gratuita e programada para acontecer de 19 a 25 de outubro, no Yurgan Tattoo Studio, no Shopping Barra World, na zona oeste carioca, faz a reconstrução de aréola em 3D em mulheres que enfrentaram câncer de mama, ressignificando a dor e resgatando a autoestima delas. “A cada reconstrução, a cada história compartilhada nos emocionamos e nos curamos juntos. Aprendi com o ‘Y Rosa’ o quanto podemos encontrar na arte um processo de expressão, transformação e recuperação”, enfatizou Yurgan, um dos top 10 tatuadores do Rio de Janeiro, que já atendeu celebridades, como Viviane Araújo, Antônia Fontenelle, Mari Saad, Bianca Andrade e Aline Riscado.

• No programa “De Papo com Amanda Françozo” desta quarta-feira (23), às 21h15, na TV Aparecida, o entrevistado é um dos palestrantes e escritores mais lidos no Brasil e no exterior, com mais de 25 títulos publicados: Cesar Romão. Não por acaso, ele promete contar como herdou a veia literária, relembrar os três livros que escreveu e foram um fracasso de vendas, e ainda citar o seu primeiro best-seller “A Semente de Deus”, lançado na década de 1990. Fora isso, ressaltar o quanto as pessoas podem oferecer o seu melhor e mostrar a sua força diante dos desafios, além, é claro, de discorrer sobre estrutura familiar, relacionamento entre homem e mulher, perdas, conquistas e fé. Vale a pena conferir!

• Para quem acha que a vida dos influenciadores digitais é só luxo e badalação, ledo engano. Um exemplo disso é Jon Vlogs, que tem mais de 3,6 milhões de seguidores no Instagram e mais de 6,3 milhões de inscritos no YouTube. Ele contou que passou por um período difícil e, por isso, ficou cinco meses afastado das redes sociais. “Tomei essa decisão para colocar a cabeça no lugar e reorganizar alguns projetos. Enquanto estive distante contei com o apoio dos meus fãs. Aliás, foi através deles e da música que renovei os ânimos, superei a fase ruim e voltei com tudo”, explicou. Por falar nisso, o álbum “Here I Go” está saindo do forno, com canções cheias de mensagens positivas e de superação, produzidas durante esse período off-line. Já o single, que leva o mesmo nome do EP, foi lançado nesta terça, dia 22, data em que completou 21 anos.

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• Não são somente os adultos que “bombam” na web, não! Entre os casos mais famosos está o das gêmeas Melissa e Nicole, de 12 anos, que mergulharam nesse mundo por meio da mãe, a empresária e publicitária Camila Jakubovic, criadora do “Planeta das Gêmeas”. O canal é um dos maiores no segmento infantojuvenil do Brasil no YouTube e possui mais de 13,5 milhões de inscritos e mais de 3,5 bilhões de visualizações, tudo graças ao talento das meninas, que cantam, dançam, representam e aprontam muito em frente às câmeras. O sucesso é tão grande que elas acabam de lançar o quarto livro, “Planeta das Gêmeas — Os Segredos de Melissa e Nicole”, pela Editora Astral Cultural. “É mais uma forma de elas criarem mais um vínculo com os fãs”, falou Camila, em contato com a coluna.

• Além do confinamento na décima segunda temporada do reality show “A Fazenda”, da RecordTV, os peões Lucas Maciel, o Lucas Selfie, Juliano Ceglia e Raíssa Barbosa têm outro detalhe em comum: o mesmo cirurgião-dentista. No caso, o experiente Alexandre Morita, da Clínica Morita Marques, localizada no Jardim Paulista, na zona sul de São Paulo. Enquanto a ex-vice-Miss Bumbum se rendeu à “moda do bocão”, recorrendo ao procedimento de aumento de volume dos lábios, Lucas, que ganhou fama no quadro Selfie com Desconhecidos, do extinto programa “Pânico na Band”, da Band, optou pelo clareamento nos dentes. Já Ceglia, que é jornalista, apresentador e atleta, garantiu a manutenção da autoestima mediante a estética dental. Por fim, mas não menos importante, Ale Morita está comemorando mais um ano de vida nesta quarta-feira, dia 23. Então, feliz aniversário, doutor!

• A ficção científica do gênero steampunk se encontra com os clássicos da literatura brasileira em “A Todo Vapor”, adaptação audiovisual do projeto spin-off de Enéias Tavares que, depois de virar livro, quadrinhos e até jogo de cartas, estreou no último dia 7 na plataforma de streaming Amazon Prime. A produção independente traz em seu enredo diversos protagonistas de Gonçalves Dias, Machado de Assis, José de Alencar, entre outros célebres escritores, para contar a saga de um casal de detetives solucionando mistérios no Brasil do início do século XX. Além de Pedro Passari, o elenco ainda conta com Luiz Carlos Bahia, Thais Barbeiro, Pamela Otero, Antônio Destro, Paulo Balteiro, Claudio Bruno, Bruna Aiiso, Alessandro Imperador e Yoram Blaschkauer. “A história é muito bacana. Transformar os personagens da literatura brasileira em super-heróis e misturá-los com a estética steampunk acredito ser o grande trunfo da série”, confidenciou Passari.

Fonte: IG GENTE

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