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“A Fazenda 12”: Stéfani discute com Juliano após a eliminação

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A noite da última quinta-feira (29) foi bem agitada em “A Fazenda 12”. Os peões tiveram que  refazer uma prova por conta de um erro da produção e, após isso, Victória se tornou a mais nova eliminada do reality . Ao ver Tays voltando para a casa, a maioria dos participantes comemorou e a alegria de Stéfani irritou Juliano.

Stéfani briga com Juliano
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Stéfani briga com Juliano

A morena, famosa por participar de “De Férias com o Ex”, ficou eufórica ao ver Tays abrir a porta e começar a gritar: “Não tô maluca na minha tese”. Para Juliano, essa atitude foi uma falta de respeito com a eliminada e ele foi tirar satisfação com Stéfani. 

“Eu estava torcendo pelos três com respeito. Isso é deboche”, disse o apresentador. “Sim, eu sou debochada. Fazer o quê? Se eu quiser falar ‘não to maluca na minha tese'”, Stéfani retrucou gritando. “Parabéns, fala o que você quiser. Cria uma fase sua para você usar”, emendou Juliano. 

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Com os ânimos mais calmos, a morena aproveitou um momento em que a maioria dos peões estava reunida na sala para dar um aviso geral. “Estou de TPM, estou há dois meses aguentando muita coisa que estou vendo aqui, quietinha. Ninguém me escuta, então vou ter que começar a gritar e ninguém vai me calar. Se eu quero gritar, eu vou gritar. Se eu quero chorar, eu vou chorar. É um direito meu”, disse. 

Ainda na longa madrugada após a eliminação de Victória, Stéfani e Jojo mandaram indiretas para Juliano. “Pensa numa frase nova para eu falar amanhã”, gritou a ex-participante do reality da MTV para a funkeira, pois, no meio da discussão, Juliano mandou Stéfani parar de usar frases que os outros falaram. “Para de copiar as minhas coisas, Jojo”, ela ainda brincou.


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Fonte: IG GENTE

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Polícia pede prisão de Negão da BL e mais 13 por bailes funk na pandemia

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O MC e mais 14 foram acusados de promoverem aglomerações
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O MC e mais 14 foram acusados de promoverem aglomerações

Delegacias de Repressão aos Crimes de Informática e de Combate às Drogas da Polícia Civil identificaram e pediram a prisão de 14 responsáveis por organizar bailes funks durante o carnaval no Rio de Janeiro. Entre eles estão MC Poze, DJ Markinho do Jaca e MC Negão da BL.

Segundo a polícia, eles são acusados de crimes de infração de medida sanitária preventiva, epidemia e associação ao tráfico de drogas. A investigação aponta que as festas são realizadas a céu aberto nas comunidades, sob controle, autorização e responsabilidade de grupos criminosos que comandam as áreas.

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A polícia informa ainda que os envolvidos “aumentam seus ganhos ilegais com a realização de tais eventos clandestinos”. Confira a lista de acusados por organizar e se apresentar em eventos nas comunidades:

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Comunidade do Jacarezinho – Evento: Carnaval do Jaca

  • Marcos Almeida da Costa – DJ Markinho do Jaca;
  • Leonardo Helcias Andrade Cardoso – o Leo
  • Denílson Rodrigues Ferreira – DJ Denilson do Chapadão;
  • Adriano de Souza Freitas, vulgo Chico Bento, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade da Pedreira – Evento: Pedra Folia

  • Luiz Cedro da Silva Junior – o Júnior;
  • André dos Santos Saraiva – DJ Andrezinho da Divisa;
  • Rodrigo Santos Silva – DJ RD San;
  • Rene de Freitas Lopes Araujo, vulgo Coelho da Pedreira, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade do Castelar – Evento: Baile do Castelar Especial de Carnaval

  • Marlon Brendon Coelho Couto da Silva – MC Poze do Rodo;
  • Rangel da Silva Castro;
  • Jose Carlos dos Prazeres Silva, vulgo Cem ou Piranha, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.

Comunidade de Acari – Evento: Acari Folia

  • Mateus Bento de Souza – negão da BL;
  • Gerson Rezende Sampaio e Silva;
  • Alexsander Mesmer Fernandes, vulgo Formigão, líder da quadrilha de narcotraficantes da localidade.
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Segundo a polícia, os acusados descumpriram decretos municipais e estaduais que determinam a suspensão de atividades que envolvam aglomeração de pessoas, além de desrespeitar a Lei do Silêncio e tocar músicas que fazem apologia ao crime. 

“Os organizadores utilizam equipamentos de som de grande potência cujos decibéis ultrapassam em muito o limite legal estabelecido, propagando-se a quilômetros de distância, perturbando o sossego da coletividade, no período entre as 22:00hs e 07:00hs da manhã do dia seguinte, expondo crianças, adolescentes e adultos ao nefasto conteúdo, visto que, em sua grande maioria, são tocadas “músicas” de produção clandestina (proibidões) que fazem apologia ao crime ou a criminosos, sendo também tema recorrente o sexo, a violência, o tráfico e o uso de drogas”.

Fonte: IG GENTE

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