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Encontro casual entre amigos rende novo álbum ao cantor Luan Santana

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Luan Santana convidou alguns de seus músicos, moradores da região de Londrina (PR), para tocar e jogar conversa fora ao lado do seu clã, engatando um repertório só de modão.

Luan Santana
Divulgação/Caldi

Luan Santana


“E se a gente reunisse a família e os amigos que estão por perto para um modão lá no sítio?”, falou o cantor na ocasião. Os registros feitos foram parar nas mãos de Gui Dalzoto, que também gravou a cena toda e trabalhou na montagem e edição das imagens.

Alguns frames foram pipocando, na época, pelas redes sociais do artista, mas a repercussão alimentou a iniciativa de dar um acabamento de estúdio àquela despretensiosa roda de amigos e familiares, para disponibilizar toda a apresentação ao público.

Nasceu daí a Confraternização Família Santana, batismo que é uma remissão às nostálgicas etiquetas que identificavam as gravações caseiras da saudosa fita K-7.

Luan Santana, de 29 anos, teve a chance de conhecer o objeto graças ao pai, que gravou os primeiros registros do talento que já via no filho desde muito pequeno.

Serão 17 canções, com lançamento desde a última quinta-feira (27). No contexto: três EP’s, sendo dois com seis faixas e um com cinco. No total de nove semanas, o público terá acesso ao material e, a cada quatro dias, um vídeo intimista, mostrando o Luan cantando em meio a momentos com a família, vai invadir as plataformas.

Dizem que quem faz o que gosta não trabalha, pois a profissão é um prazer que pode soar como lazer. Embora estivessem em Porecatu fazendo música, profissão de todos, a lazer, a intenção de promover um encontro sem compromisso com horário, contratante ou gravadora, rendeu um repertório igualmente despretensioso, desses que se toca entre amigos e ao gosto da família.

O lançamento de Confraternização Família Santana é realizado pela The Orchard, braço de distribuição digital da Sony Music Entertainment.

Fonte: IG GENTE

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Christiane Torloni fala sobre ajuda ao Pantanal e alfineta governo Bolsonaro

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Aos 63 anos, Christiane Torloni  se tornou uma das vozes mais ativas na luta proteção ao meio ambiente e se mostrou estarrecida com a situação das queimadas no Pantanal .

Christiane Torloni
Reprodução Instagram

Christiane Torloni

“Se eu pudesse, me candidataria a voluntária no combate às queimadas no Pantanal. Fiquei pensando como ter um jeito de fazer isso. É muito angustiante ficar da nossa casa só vendo, sem fazer nada. Descobri (depois de tentar) que não posso ir porque sou do grupo de risco. Se pudesse, estaria lá apagando fogo para criar um anticlímax. As pessoas criaram informações falsas até em cima dos ficais da ICMBio, dizendo que eles estavam provocando as queimadas criminosas.  Queria ver alguém falando que fui para lá botar fogo na floresta “, disse a atriz, em entrevista à revista Quem .

A artista ainda se mostra triste com as declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que minimizam as queimadas. Na última quinta-feira (17), o mandatário afirmou que o Brasil “está de parabéns” pela forma como preserva a natureza.

“Nós sabemos que está muito pior do que os dados divulgados. É desesperador ver que um governo federal diz que isso é mentira. Nós, brasileiros, estamos sendo desqualificados no mundo inteiro. Em 30 anos, nunca estive tão angustiada não só com a questão do meio ambiente, como também com a nossa democracia. É um momento muito terrível, muito delicado. Houve uma política de desmonte. Houve um aval para isso. ‘Podem desmatar que vamos fazer vista grossa’. Quem votou nesse atual governo, votou sabendo de tudo isso. Elas não estão percebendo o crime que está acontecendo”, lamentou.

Diretora do documentário “Amazônia – O Despertar da Florestania”,  Christiane Torloni se chocou com os dados mostrados no ” Jornal da Globo ” de que o desmatamento na Amazônia cresceu 68% comparado a agosto do ano passado. “O filme está ficando cada vez mais atual. Estava vendo matérias da Amazônia e é desesperador que temos as mesmas questões de 10 anos atrás. Só que piorou e vai piorar muito mais. Não temos um governo favorável ao meio ambiente, muito pelo contrário. Do jeito que está, tínhamos que ir para o Tribunal de Haia , porque o que essas queimadas vão provocar efeitos negativos no mundo todo”.

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Fonte: IG GENTE

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