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Especialista conta como as celebridades lidam com ataques nas rede sociais

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luisa sonza e ludmilla
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Luísa Sonza e Ludmilla

Após o lançamento da parceria com Vitão, Luísa Sonza recebeu uma chuva de “hate”  nas redes sociais. A cantora teve a vida íntima questionada e sofreu ataques pelo feat com um homem durante sua separação. Já Ludmilla, foi alvo de comentários racistas e acusações sobre uma suposta traição a Brunna Gonçalves . Os casos são apenas dois exemplos em meio as dezenas de episódios de ataques a famosos nas redes sociais. 

Para algumas pessoas, esses comentários são considerados liberdade de expressão. Porém, a realidade não é exatamente essa. De acordo com o especialista José Estevam Macedo Lima, advogado de nomes como Nego do Borel, Luísa Sonza e Dilsinho, muitos comentários ultrapassam os limites e violam direitos ao desrespeitar o artista. “São comentários que violam a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem de uma pessoa”, explica. 

“Além de extrapolar o limite da liberdade, são crimes”. Segundo ele, geralmente, os comentários são classificados como calúnia, injúria ou difamação — considerados crimes de acordo com o código penal. “A calúnia é quando você atribui um fato falso àquela pessoa; a injúria é um ato contra a honra e a dignidade; e a difamação é imputar um fato contra a reputação”, pontua. 

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Nesse sentido, José Estevam reforça que há uma grande diferença entre não gostar do trabalho do artista e fazer um movimento para atingir sua honra. “É aí que começamos a ver a violação de direitos”, fala. Quando algum famoso é vítima desses ataques, o advogado explica que há alguns caminhos para serem seguidos. 

Inicialmente, é feita uma notificação extrajudicial para que aquele usuário deixe de fazer aqueles comentários. Caso a pessoa não interrompa as ofensas, a Justiça é acionada para que aquele crime seja investigado. Nos casos em que são comentários anônimos e contas falsas nas redes sociais, o crime também é notificado para que as autoridades façam as investigações para que aquela pessoa seja devidamente punida. 

O advogado enfatiza a necessidade das denúncias para que a incidência desses crimes diminua. “A cada momento em que o judiciário é provocado para combater esses abusos, a sociedade vai ficando mais aprimorada. Isso é importante para a sensação de impunidade nas redes deixar de existir. Assim, as pessoas que extrapolam ou cometem crimes nas redes sociais começam a ser responsabilizadas por isso”, diz. 

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José Estevam ainda fala sobre a importância de se entender os limites da liberdade de expressão. “A liberdade de expressão tem limites e precisamos exigi-los. Eles servem para uma convivência harmônica e pacífica na sociedade e para que haja responsabilidade ao expressar sua manifestação de pensamento. É muito importante saber isso”, finaliza o especialista.

Fonte: IG GENTE

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Raissa Barbosa pretende criar projeto de lei contra a psicofobia

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Fãs citam Raissa Barbosa na redação do ENEM
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Fãs citam Raissa Barbosa na redação do ENEM


Raissa Barbosa, ex-participante de ‘A Fazenda 12’, disse que pretende criar um projeto de lei contra a psicofobia. “Como vocês sabem, todos os dias diversas pessoas (inclusive eu) sofrem diversos ataques psicofobicos, principalmente nas redes sociais. Chegou a hora de tomarmos medidas cabíveis e culpatórias”, escreveu em seu Twitter.

Raissa, que tem síndrome de Borderline, quer que os políticos olhem com mais atenção para a causa. Para isso, ela levantou a tag “Lei Raissa Barbosa” no Twitter, que ficou entre os assuntos mais comentados do site neste sábado (27).

“A tag é apenas o início de uma jornada. Estamos elaborando uma proposta legislativa para criminalizar com penas duras quem praticar psicofobia. Meu advogado @guibelarmino está preparando o texto da lei que vamos apresentar para os Deputados e Senadores”, explicou Raissa.

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“Psicofobia é o termo usado para designar atitudes preconceituosas e discriminatórias contra pessoas com deficiências ou transtornos mentais. Apesar das consequências danosas, a psicofobia faz-se presente com extrema frequência e principalmente em ambiente virtual, afligindo pessoas de todas as idades, gêneros, etnias e classes sociais. Nosso objetivo é sensibilizar o Poder Legislativo, para inserir no Código Penal dispositivo que configure como criminosas as condutas psicofóbicas, impondo penas duras para quem cometer o crime”, explicou o advogado.

“Batizamos esta campanha de #LeiRaissaBarbosa pois a modelo Raissa Barbosa, participante do reality #AFazenda12, após divulgar ser portadora da síndrome de Boderline, proporcionou grande discussão sobre o tema e em decorrência disso sofreu e continua sofrendo psicofobia na internet”, finalizou Guilherme.


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Fonte: IG GENTE

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