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Gretchen sobre sexo após os 60: “É maravilhoso, a gente se solta”

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Gretchen Miranda, a rainha do rebolado
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Gretchen Miranda, a rainha do rebolado

Gretchen Miranda, de 61 anos , contou que o sexo na terceira idade é “maravilhoso”. Casada com Esdras Nascimento, 13 anos mais novo, ela diz que nessa faixa etária a sexualidade fica mais “solta” e a maturidade ajuda.

 “Os homens acham que eles ficam abafando com a mulher jovem, que ela tem orgasmo, mas eles não sabem de nada. Tem muita mulher de 30 anos que não conhece o que é um orgasmo porque ela não teve. Quando a mulher está mais velha, ela se conhece sexualmente e sabe explicar o que gosta. A gente fica mais madura e se solta mais nessa parte”, diz ela, em entrevista à Quem.

A cantora também falou sobre objetos eróticos para apimentar a relação. “Na época da pandemia, peguei meu Instagram e falei: ‘se quiserem, todos os pequenos comerciantes, vou anunciar vocês’. Eram 24 horas descendo para pegar coisa na portaria, de chocolate a coisas eróticas. É engraçado, porque, às vezes, dá certo, e outras não.” Alvo de críticas pela diferença de idade dela e do companheiro, Gretchen ainda revelou que a vida sexual do casal é ótima. “Quando vejo críticas nas redes sociais, primeiro, o Esdras não é jovem demais, tem 13 anos de diferença. Nossa vida sexual é maravilhosa”. 

Alvo de críticas pela diferença de idade entre ela e o marido, ela não teme. “Quando vejo críticas nas redes sociais, primeiro, o Esdras não é jovem demais, tem 13 anos de diferença. Nossa vida sexual é maravilhosa. Não é só o sexo. Deitar na cama e assistir TV juntos, dar risada juntos, ficar de mão dada, tomar um porre juntos. Isso também é sexo. É um beijo gostoso, um abraço. Somos jovens no nosso coração”.

Fonte: IG GENTE

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Companheira de Paulinho, do Roupa Nova, briga por herança

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paulinho
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A companheira do cantor alega que os filhos dele abriram o inventário sem notificá-la

Elaine Bastos, companheira de Paulinho, vocalista do Roupa Nova , entrou na justiça contra os filhos do cantor , Twigg de Souza Santos e Pedro Paulo Castor dos Santos. Ela solicitou o reconhecimento de união estável com o cantor após saber que não foi incluída no inventário dele.

Ela afirmou que ficou de fora da abertura do testamento do artista e disse que a relação de 16 anos com Paulinho prova que os dois eram praticamente casados oficialmente.

Em entrevista a Revista Quem, ela contou como soube da exclusão da herança. “Soube que eles abriram o inventário logo após a morte do pai, no dia 16 de dezembro, na 7ª Vara da Comarca da capital e não me incluíram. Desde o início queria fazer tudo de forma consensual, não queria, nem quero briga ou confusão. Vivi durante 16 anos com o Paulinho uma vida marital. Nosso acervo de fotos de viagens já mostra. A vida do Paulinho era eu e ele era a minha vida. Ele era totalmente dependente emocionalmente de mim e eu também dele”, declarou.

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Elaine disse ainda que desde 2006 é depedente do músico no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e já deu entrada no INSS para ter direito a pensão. Ela contou que está vivendo à base de remédios psiquiátricos desde a morte do cantor. “Estou vivendo meu luto. Só saio de casa para ir ao psiquiatra e volto”, disse.

Twigg negou que tenha aberto o inventário do pai com o intuito de esconder qualquer direito que Elaine tenha na divisão de bens do cantor. 

“Meu irmão e eu abrimos o inventário do meu pai porque somos herdeiros legítimos. Ontem soube que ela deu uma entrevista para o portal Grande Tijuca e disse que nós mal esperamos o velório do meu pai para já darmos entrada no inventário […] Não existe essa história de deixá-la de fora, de não lembrar dela. A partir do momento em que ela tiver direito, vai estar no processo […] Nunca quis briga, só quero paz”, explicou.

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Marco Júnior, advogado de Twigg e Pedro Paulo, disse que a afirmação de Elaine a respeito do inventário de Paulinho é inverídica.

Paulinho  morreu no dia 14 de dezembro de 2020 . Ele tinha passado por um transplante de medula e estava em tratamento contra a Covid-19 . Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio.

Fonte: IG GENTE

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