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Meryl Streep ficou viúva de ator “mafioso” e lendário em Hollywood

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Casada com o escultor americano Don Gummer e mãe de quatro filhos com ele (Henry, Mamie, Grace e Louisa), Meryl Streep, que é considerada uma das maiores atrizes vivas de Hollywood, já foi companheira do ator ítalo-americano John Cazale. Ela ficou viúva dele em 1978, quando tinha apenas 29 anos e estavam no segundo ano de relacionamento amoroso.

Meryl Streep
Reprodução

Meryl Streep e John Cazale em “O Franco Atirador”


Nessa época, Meryl nem sonhava em ser estrela de “O Diabo Veste Prada”, “Mamma Mia” e “A Dama de Ferro”. Sua carreira artística estava no comecinho, enquanto que a de Cazale, 14 anos mais velho, no auge. Ele não chegou a participar de muitos longas-metragens, foram apenas cinco, mas que fizeram dele o único ator da história cuja filmografia completa foi indicada ao Oscar de Melhor Filme. Al Pacino, outro astro e ícone de Hollywood, chegou a afirmar em 2003 para uma revista que aprendeu a atuar mais com Cazale do que com qualquer outro profissional: “O que eu mais queria era trabalhar com John o resto da vida”.

Herdeiro do poderoso chefão

Cazale, se na vida real era neto de italiano, no cinema foi filho de Don Vito Corleone, “O Poderoso Chefão”, interpretado pelo ator Marlon Brando. Nos dois primeiros filmes da franquia, ele deu vida a Frederico “Fredo” Corleone. Não fazia a linha galã como Al Pacino, que contracenou como seu irmão. Pelo contrário, era o filho medroso, rejeitado e traidor do clã.

Seu papel era secundário, mas o diretor Francis Ford Copolla, que admirava muito seu talento, afirmava se reconhecer nele em cena: “Sempre há algum irmão alvo de escárnio na família, principalmente se for italiana. Talvez, na minha, eu tenha sido também e por isso sentia tanta empatia por Fredo”. Copolla descobriu Cazale por indicação de um diretor de elenco que o viu dar um show de interpretação em uma peça de teatro em 1971.

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Depois de “O Poderoso Chefão”, o diretor o expandiu como personagem na continuação do filme e no mesmo ano, 1974, o lançou em “A Conversação”. Era um ator reconhecido por improvisar de surpresa e pegar papéis de “tipos estranhos”, coadjuvantes, mas que acabavam chamando atenção mais que o esperado. Interpretou herdeiro de mafioso, mas também assaltante ambicioso e desastrado, assistente de espião e amigo de veterano de guerra.

Cazale e Meryl
Reprodução

Cazale e Meryl ficaram juntos até 1978


Relação com a superstar

Cazale conheceu Meryl Streep quando ela ainda era atriz de teatro. Os dois contracenaram juntos em 1976, na peça “Medida por Medida”, e em 1978, no filme “O Franco-Atirador”. Na época, Meryl havia se mudado recentemente para Nova York e queria ingressar no cinema. Tentou estrelar como a mocinha de “King Kong”, mas foi recusada no teste e ainda por cima chamada de “feia” quando apresentada ao produtor de cinema italiano Dino De Laurentiis.

Mas Cazale via nela sua musa. Se antes de conhecê-la tinha reputação de mulherengo e virava a madrugada inteira na farra, bebendo e fumando, enlaçado com Meryl ele teria mudado seus hábitos e passaram a morar juntos. Protagonizavam um dos casais mais queridos do meio artístico. Tinham ainda como amigos em comum não só Al Pacino, mas Christopher Walken e Robert De Niro, com os quais Meryl mantém amizade até hoje, após mais de 40 anos.

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Doença separou o casal

Em 1978, quando os dois se preparavam para filmar “O Franco-Atirador”, Cazale começou a apresentar sintomas de que não estava bem de saúde. Tossia e colocava sangue para fora. Meryl e seus amigos, num primeiro momento, não se convenceram de que pudesse ser algo grave e como o achavam forte apostaram na sua recuperação, que não aconteceu. Após passar por exames, o ator recebeu a notícia de que estava com câncer e o pulmão comprometido.

“Eu estava em êxtase por estar em “O Franco-Atirador”, porque morava com John Cazale na época e poderíamos ficar juntos. Isso é tão difícil para atores, sempre em cidades diferentes, sentindo falta um do outro”, revelou Meryl posteriormente em entrevista. Só que sua alegria durou pouco. Com o agravamento da doença do companheiro e precisando de dinheiro para ajudá-lo a custear seu tratamento, ela aceitou participar, em paralelo ao filme, de uma série de TV. “Holocausto” exigiu da atriz que se ausentasse de casa para gravar na Alemanha e Áustria.

Meryl então colocou Al Pacino e De Niro para ampararem Cazale até sua volta. No entanto, mesmo com toda a assistência dos amigos e devoção da amada, quando o câncer atingiu os ossos do ator não havia mais nada que pudessem fazer. Em 12 de março de 1978, ao lado de Meryl e antes de “O Franco-Atirador” ter sido concluído e estrear, John Cazale morreu. Tinha 42 anos. Sobre ele, o dramaturgo Israel Horovitz registrou na época: “Ele era uma invenção, uma pequena perfeição. Fará amigos rapidamente em seu novo lugar. Ele é fácil de amar”.

Fontes: Sites New York Post; The New York Times; Entertainment Weekly; IMDb.com; simplystreep.com; Ms. Magazine, TIME e documentário “Descobrindo John Cazale”, de Richard Shepard.
Fonte: IG GENTE

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Liliane Ventura repudia grito de ‘Fora Bolsonaro!’ da jogadora Carol Solberg

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Liliane Ventura e Carol Solberg
Reprodução Instagram

Liliane Ventura e Carol Solberg: defensora do atual governo, a apresentadora de TV ainda escreveu em um post sobre a jogadora: ‘Tentou lacrar com manifesto e se deu mal’

Liliane Ventura  foi uma das que não digeriram bem as palavras da jogadora de vôlei de praia  Carol Solberg, parceira de Talita Antunes, após a conquista da medalha de bronze na etapa de abertura do Circuito Nacional, em Saquarema (Rio), no último domingo, ao vivo pelo SporTV: “Só para não esquecer, fora Bolsonaro!”. A jornalista recorreu às redes sociais para mandar o “papo reto” e repercutir a manifestação contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).


Ao gravar um vídeo, ela teceu críticas à filha da ex-atleta Isabel Salgado. “A desportista mostrou que precisa de exercício cerebral, porque criticar quem a patrocina é sinal, sim, de sedentarismo intelectual. Para isso tem remédio, hein? Pode começar buscando informação sobre política”, afirmou a  ex-comandante do extinto telejornal “Aqui Agora”, do SBT, antes de mostrar a  nota de repúdio divulgada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e a imagem de uma campanha que pede o cancelamento de apoio do Banco do Brasil (BB). “E a máxima continua valendo, ‘quem lacra, não lucra'”, argumentou.

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Carol disse ter sofrido  ameaças virtuais por causa de suas declarações, porém revelou não se arrepender de sua atitude. Mesmo assim, após a polêmica, fez questão de publicar um texto no Instagram em que deixa claro que não recebe bolsa atleta, tampouco patrocínio do Banco do Brasil. “Proteja-se das fake news, não divulgue desinformação”, alertou. Por fim, vale destacar que ela usava um uniforme com a logomarca do BB porque a CBV, organizadora do evento, recebe aporte do banco estatal.

Fonte: IG GENTE

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