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Silvio Santos: doc sobre sequestro do magnata tem condenação e tortura

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Silvio Santos e Fernando Dutra Pinto
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Silvio Santos e Fernando Dutra Pinto

Os 20 anos do sequestro de Patricia Abravanel e Silvio Santos estão sendo lembrados no áudiodoc da Ubook “Silvio Santos – Sequestros, mortes e mistério” , dos jornalistas Alexandre Freeland e Leandro Calixto. Mais do que repassar a história que parou o Brasil em agosto de 2001, os jornalistas mostram em três episódios o desfecho do caso com a morte de Fernando Dutra Pinto, mentor do crime. Ele morreu de infecção generalizada após uma bactéria se alojar em seus pulmões, decorrente de uma sessão de espancamento promovida por agentes penitenciários em dezembro de 2002.

Fernando Dutra Pinto morreu no dia 2 de janeiro de 2002. Mas foi no início de dezembro que esta morte começou a ser desenhada. De agosto, quando foi preso pelo sequestro de Silvio e da filha e pela morte de dois policiais civis, até o início de dezembro, Fernando ficou numa cela individual para que sua integridade física fosse mantida, conforme promessa do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Fernando comia alimentos preparados fora da unidade do CDP Belém 2, onde estava, e sequer tinha banho de sol, para ficar isolado do grupo. Em dezembro, ele passou a fazer parte da população carcerária. Dois carcereiros, Antonio Carlos Rodrigues e Mateus Messias da Silva faziam a ronda de rotina quando descobriram um túnel sendo cavado pelos presos, que pretendiam fugir.

Patrícia Abravanel concede entrevista na varanda de casa. Foto: YouTube

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Silvio Santos e Geraldo Alckimin. Foto: YouTube

Esdras Dutra Pinto sendo detido. Foto: Globo

Pai de Fernando Dutra Pinto concede entrevista. Foto: Globo

Pai de Fernando Dutra Pinto concede entrevista. Foto: Globo

Casa dos sequestradores de Patrícia Abravanel. Foto: Globo

Silvio Santos e Patrícia Abravanel concedem entrevista na varanda de casa. Foto: YouTube

Silvio Santos e Geraldo Alckimin. Foto: Globo

Fernando Dutra Pinto. Foto: Globo

Íris e Patrícia Abravanel comentam caso após 19 anos. Foto: YouTube

Silvio Santos e Geraldo Alckimin. Foto: YouTube

Investigador sobrevivente do embate com Fernando Dutra Pinto. Foto: Globo

Casa dos sequestradores de Patrícia Abravanel. Foto: Globo

Ao repreenderem os criminosos, Fernando teria reclamado da forma truculenta que o faziam. Ele não os chamou de senhor, como é de praxe na comunicação preso/autoridade. “Chamou Mateus três vezes pelo nome”, narra Freeland no doc. Por conta de sua insubordinação, Fernando levou uma surra de Mateus e Antonio. A eles juntaram-se outros carcereiros, que chutaram e socaram o sequestrador. Por fim, bateram nele com barras de ferro. Um destes objetos feriu gravemente suas costas e foi por ali que entrou a bactéria que atingiu seus pulmões, vindo a ser a causa de sua morte.

Em primeira instância, todos os envolvidos no caso, incluindo o médico que atendeu Fernando e disse que ele não havia sido espancado, Ricardo Cesar Cipriani, Ederman Vicente, diretor de disciplina e Oswaldo Martins Bueno, diretor da prisão foram absolvidos pelo crime de tortura em 2011. Mas, em 2014, todos foram condenados em segunda instância após apelação do Ministério Público e também perderam seus cargos.

Mateus chegou a ser preso, mas já cumpre pena em regime aberto, como todos os outros quatro. Na época, a advogada de Fernando, Maura Marques, já falecida, entrou com um processo contra o Estado pela tortura de seu cliente. A comissão de Direitos Humanos também relatou a prática de tortura no episódio. Os pais de Fernando Dutra Pinto entraram com um pedido de indenização pela morte do filho, alegando que ele fora torturado, mas perderam. Ganharam somente com um recurso o processo por danos morais, diante do que se entendia como “negligência” do estado, já que Fernando não teve o tratamento adequado para sua pneumonia. Até hoje eles aguardam pelo ressarcimento.

Fonte: IG GENTE

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Atriz é ameaçada de morte após dizer que moradores de Praia Grande são “feios”

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Mhel fez uma piada sobre o mar e o povo de Praia Grande, litoral de São Paulo
Reprodução/A Praça é Nossa

Mhel fez uma piada sobre o mar e o povo de Praia Grande, litoral de São Paulo

Mhel Marrer recebeu ameaças de morte após piadas com a cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, na ‘A Praça é Nossa’, programa de humor do SBT. A atriz e humorista viralizou nesta semana, mas a piada foi feita na quinta-feira (21) e compartilhada nas redes sociais dela. 

Nas falas, Mhel afirmou que a cidade é “suja” e que “todo mundo é feio”. A humorista chegou a comparar a cidade com a ex-garota de programa Bruna Surfistinha, dizendo que dentro da cidade, “sempre cabe mais um”. 

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Moradores se revoltaram ao verem a afirmação de Mhel sobre a praia da cidade, que “é uma praia do mesmo jeito que o Rio Tietê é um rio” e disse que as pessoas só usam a praia para “fazer as necessidades” e que, durante uma ida à praia, “teria ficado cheia de perebas”. 

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A prefeitura do município criticou as piadas da atriz e emitiu nota oficial sobre o ocorrido. “Praia Grande exige respeito. Em virtude das diversas manifestações sobre um vídeo humorístico que fala do município de modo pejorativo, a Prefeitura de Praia Grande explica que está enviando uma nota à produção do programa com um convite para uma visita à cidade, além de explicar sobre a bela história de superação de seu povo para acabar com uma triste estigma do passado, mostrando que hoje a cidade figura entre as mais desenvolvidas do Brasil e um dos destinos turísticos mais procurados do país, em virtude de suas belezas e infraestrutura”, disse em nota.  “A prefeitura repudia qualquer forma de violência verbal. Válido reforçar que o município é grande incentivador da cultura e respeita todos os tipos de arte, desde que não firam ou deturpem a imagem de pessoas ou instituições”, completou a nota oficial. 

A repercussão negativa fez Mhel se pronunciar, fazendo outra piada com o município. “Fiz umas piadas com a Praia Grande e agora a galera da Praia Grande tá poluindo meu Instagram com tanta merda que estou me sentindo o mar da Praia Grande”, postou. Internautas a criticaram e a ameaçaram de morte, em uma das mensagens, um rapaz diz que ela levaria tiros quando entrasse no Palácio das Artes de Praia Grande para um show. 

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Fonte: IG GENTE

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