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Ana Marcela cresce na reta final e conquista ouro na maratona aquática do Pan

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        A brasileira multicampeã  das águas abertas Ana Marcela Cunha(foto) venceu neste domingo(04) a prova de 10 km e ficou com o ouro na maratona aquática feminina dos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. A também brasileira Viviane Jungblut ficou com o bronze.
 
      A argentina Cecilia Biagioli levou a prata. Com o resultado, a baiana, que já tem no currículo o título de mulher com mais medalhas na modalidade na história dos Mundiais de esportes aquáticos (dez), conquista o primeiro pódio pan-americano da carreira – e primeiro ouro do Brasil.
 
     – Essa é a primeira medalha de ouro na história da maratona aquática, a gente vinha de duas pratas com a Poliana (Okimoto). Acho que ela abriu muito o caminho para a gente. Eu espero continuar seguindo esse mesmo caminho em busca de uma medalha olímpica também. Acredito que esse resultado é fruto do investimento que a gente tem hoje no Rio de Janeiro, no CT do Maria Lenk.
 
      Ana Marcela assumiu a ponta da prova e abriu vantagem de cinco metros no último quarto de competição, na marcação de 7,5 km. Nos primeiros quilômetros, ela revezou a liderança com a americana Kathryn Campbell e a argentina Cecilia Biagioli. Na última braçada, Ana faturou o ouro com impressionantes 31 segundos de vantagem sobre a segunda colocada. Confira abaixo os tempos oficiais:
 
     1º Ana Marcela Cunha (BRA) – 2h00m51s9

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     2º Cecilia Biagioli (ARG) – 2h01min23s2

     3º Viviane Jungblut (BRA) – 2h01min24s0
 
      – Eu estava inteira até a sétima volta. Eu dei meu melhor para abrir o máximo possível. E depois que a gente abre é mais difícil para as meninas. Todo mundo sabe que eu nado 25 km, que é uma prova de resistência, cinco horas. É uma prova que exige mais mental do que físico. Eu até brinco que depois dos 15 é onde começa a prova. E aqui acabar só com 10 parece tranquilo. Acho que eu passo que essa imagem que está tranquilo, mas não é não – disse.

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Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos

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Consumo de álcool, comemorações do tipo ‘bate aqui’ e conversas em voz alta serão proibidos para o número reduzido de portadores de ingresso da Olimpíada que terão acesso aos locais de competição, e os organizadores reconheceram que o “clima de comemoração” será limitado nos Jogos já adiados em um ano devido ao novo coronavírus (covid-19).Decisão de Seiko Hashimoto, presidente do Comitê de Tóquio, levou em conta alerta de autoridades de saúde, segundo as quais a bebida incentivaria contatos e interação em bares.Os organizadores levam adiante os preparativos da Olimpíada, ainda chamada de Tóquio 2020, apesar do grande temor do público japonês de que receber atletas de todo o mundo poderia resultar em mais surtos de covid-19.

Reportagens segundo as quais os organizadores estão cogitando permitir o consumo de álcool nos locais de competição de Olimpíada provocaram revolta nesta semana, e a hashtag “cancelem os Jogos Olímpicos” atraiu dezenas de milhares de tuites.

“Já que o Comitê Organizador quer realizar os Jogos de maneira segura e protegida, é nossa responsabilidade fazê-los acontecer”, disse a presidente da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, a repórteres nesta quarta-feira (23), um mês antes da cerimônia de abertura de 23 de julho. “Então, se nossos cidadãos têm receios [sobre servir álcool de Olimpíada], acho que teremos que desistir. É por isso que decidimos proibir a venda de álcool.”

A venda de álcool foi limitada dentro e ao redor de Tóquio depois que autoridades de saúde alertaram que beber incentivaria contatos próximos e interação em bares, o que poderia ajudar a disseminar o vírus.

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O patrocinador Asahi Breweries disse que concorda com a decisão de proibir a venda de álcool e que a considera natural.

*Reportagem adicional de Antoni Slodkowski, Ju-min Park, Rocky Swift e Ami Miyazaki

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