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Avaí/Kindermann e Minas Brasília deixam Z4 do Brasileiro Feminino

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Dois jogos abriram na tarde desta quarta-feira (12) a sétima rodada da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. As vitórias de Avaí/Kindermann e Minas Brasília sobre Cruzeiro e Ferroviária, respectivamente, mexeram principalmente com a parte de baixo da classificação.

As Leoas Avaianas receberam as Cabulosas no estádio Carlos Alberto da Costa Neves, em Caçador (SC), e venceram por 3 a 1, dando fim a um jejum de cinco jogos sem triunfos. As catarinenses, que iniciaram a rodada na zona de rebaixamento (Z4), foram a sete pontos e subiram para décimo. As mineiras, com cinco pontos, retornaram ao Z4, na 13ª posição.

Atual vice-campeã nacional, a equipe do Avaí/Kindermann teve mais volume ofensivo ao longo da partida e saiu na frente aos 44 minutos do primeiro tempo. A lateral Carol roubou a bola na intermediária e abriu para Larissa pela esquerda. A atacante invadiu a área e bateu rasteiro para inaugurar o placar. No minuto inicial da segunda etapa, a atacante Lelê lançou Larissa, que dividiu com a goleira Mary Camilo. Na sobra, a atacante Catyellen completou para as redes, aumentando a vantagem da casa.

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Entre os 11 e 12 minutos, a meia cruzeirense Duda teve duas oportunidades de finalização na área, mas parou na goleira Bárbara, que defendeu em dois tempos. As Leoas foram mais eficientes. Aos 17 minutos, Larissa foi derrubada na área pela zagueira Jajá. A própria atacante cobrou e converteu. As mineiras descontaram aos 35 minutos. A meia Vanessa bateu falta na área, a lateral Eskerdinha cruzou rasteiro e a volante Capelinha concluiu para o gol. O placar, porém, não se alterou mais.

No próximo domingo (16), o Cruzeiro recebe o Napoli, também de Caçador (SC), às 17h (horário de Brasília), no Sesc Alterosas, em Belo Horizonte. Já na segunda (17), o Avaí/Kindermann encara o Internacional no estádio Cristo Rei, em São Leopoldo (RS), às 15h.

Minas Brasília vence a primeira

No estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Defelê, em Ceilândia (DF), o Minas Brasília superou a Ferroviária, atual campeã da Libertadores, por 1 a 0. Foi o primeiro triunfo da equipe da capital federal no Brasileiro deste ano, enquanto as Guerreiras Grenás sofreram o segundo terceiro revés. As brasilienses subiram para o 12º lugar, com seis pontos. O clube paulista permanece com dez pontos, na sétima posição, mas pode descer na tabela na sequência da rodada.

O gol da vitória saiu aos 17 minutos do primeiro tempo, em pênalti cometido pela meia Duda, por tocar com a mão na bola dentro da área. A meia Karla Alves bateu e balançou as redes. As paulistas tentaram responder aos 26, em chute da entrada da área da meia Amanda que a goleira Karen salvou com a ponta dos dedos. Aos 35, a meia Aline Milene avançou pela esquerda e mandou na trave. Aos 37, Duda soltou a bomba de fora da área, mas Karen se atirou no canto esquerdo para defender.

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A partir daí, o Minas conseguiu administrar melhor a pressão da Ferroviária. As grenás tiveram somente outra chance clara, aos 38 minutos do segundo tempo, em chute de Aline Milene, dentro da área, que saiu fraco e ajudou a defesa de Karen. As paulistas subiram as linhas no fim, sem assustar a meta das anfitriãs.

O Minas abre a oitava rodada no sábado (15), às 15h, contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. No domingo, às 20h, a Ferroviária recebe o São Paulo na Arena da Fonte Luminosa, em Araraquara (SP).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Bruno Schmidt e Evandro perdem para dupla letã e estão fora de Tóquio

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Bruno Schmidt e Evandro foram eliminados do torneio de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de Tóquio após derrota nesta segunda-feira (2) para Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, por 2 sets a 0, parciais de 21/19 e 21/18.

Bruno Schmidt, campeão olímpico na Rio 2016 ao lado de Alison, admitiu a superioridade da dupla da Letônia.

“O que posso falar desse jogo é que o sentimento que estou agora não é o que eu queria. Mas analisando friamente, eles foram superiores do primeiro set até o final do jogo”, afirmou Bruno Schmidt, segundo nota no site do Time Brasil.

O brasileiro teve um quadro grave de covid-19 neste ano e, muito debilitado, não sabia se chegaria aos Jogos Olímpicos em condições competitivas.

“Depois de tudo que eu passei, eu adoraria viver uma história bacana e de muita superação, mais do que já estou tendo. Queria ter ajudado mais o Evandro na sua segunda participação olímpica”, afirmou Bruno. “Ainda mais depois da pandemia, nosso time foi muito afetado. Se você for ver, cinco meses atrás eu estava saindo do hospital, eu nem sabia se estaria aqui. Não sabia se conseguiria me recuperar a tempo, iriam me substituir e eu perderia uma participação dessas. Tentei em curto prazo ser o melhor atleta que eu poderia ser, mas hoje não deu”, acrescentou.

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