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Botafogo reúne ex dirigentes e conselheiros para ajudar na crise financeira do Clube

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       Na corrida para evitar que os atrasos de salários cheguem a três meses, o Botafogo terá de pedir socorro – mais uma vez – a figuras ilustres que têm o hábito de ajudar o clube do coração.
 
      Carlos Augusto Montenegro(foto), Claudio Good, Ricardo Rotenberg e Manoel Renha são os alvinegros escalados para apagar novo incêndio.
 
     O quarteto busca recursos para pagar de uma a duas folhas salariais o mais rapidamente possível. Atualmente, o Botafogo deve aos jogadores dois meses salários, imagem e premiações referentes à participação no último Brasileiro e por classificações na Copa Sul-Americana.
 
     Presidente na conquista do Brasileiro de 1995, um dos títulos mais importantes da história do Glorioso, Carlos Augusto Montenegro corriqueiramente empresta o dinheiro ao Botafogo. Recentemente, quitou débitos com o elenco e avalizou a contratação de Diego Souza. Na apresentação do camisa 7, o vice de futebol, Gustavo Noronha, fez um agradecimento público a Montenegro.
 
     Claudio Good foi vice de finanças nas gestões de Bebeto de Freitas e Maurício Assumpção. Economista, é mais uma figura que investe no clube em momentos difíceis. Ajudou o Botafogo a trazer Rodrigo Aguirre, contratado com pompas no ano passado, ao lado de Montenegro e o empresário Felipe Neto, influenciador digital.
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Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos

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Consumo de álcool, comemorações do tipo ‘bate aqui’ e conversas em voz alta serão proibidos para o número reduzido de portadores de ingresso da Olimpíada que terão acesso aos locais de competição, e os organizadores reconheceram que o “clima de comemoração” será limitado nos Jogos já adiados em um ano devido ao novo coronavírus (covid-19).Decisão de Seiko Hashimoto, presidente do Comitê de Tóquio, levou em conta alerta de autoridades de saúde, segundo as quais a bebida incentivaria contatos e interação em bares.Os organizadores levam adiante os preparativos da Olimpíada, ainda chamada de Tóquio 2020, apesar do grande temor do público japonês de que receber atletas de todo o mundo poderia resultar em mais surtos de covid-19.

Reportagens segundo as quais os organizadores estão cogitando permitir o consumo de álcool nos locais de competição de Olimpíada provocaram revolta nesta semana, e a hashtag “cancelem os Jogos Olímpicos” atraiu dezenas de milhares de tuites.

“Já que o Comitê Organizador quer realizar os Jogos de maneira segura e protegida, é nossa responsabilidade fazê-los acontecer”, disse a presidente da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, a repórteres nesta quarta-feira (23), um mês antes da cerimônia de abertura de 23 de julho. “Então, se nossos cidadãos têm receios [sobre servir álcool de Olimpíada], acho que teremos que desistir. É por isso que decidimos proibir a venda de álcool.”

A venda de álcool foi limitada dentro e ao redor de Tóquio depois que autoridades de saúde alertaram que beber incentivaria contatos próximos e interação em bares, o que poderia ajudar a disseminar o vírus.

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O patrocinador Asahi Breweries disse que concorda com a decisão de proibir a venda de álcool e que a considera natural.

*Reportagem adicional de Antoni Slodkowski, Ju-min Park, Rocky Swift e Ami Miyazaki

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