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Brasil fica sem representante na maratona aquática masculina em Tóquio

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O Brasil não terá representante na maratona aquática masculina na Olimpíada de Tóquio. Neste domingo (20), Allan do Carmo e Diogo Villarinho competiram no Pré-Olímpico de Setúbal (Portugal), mas ficaram longe das 15 vagas em disputa para os Jogos.

Para se classificarem, Allan ou Diogo precisavam ficar entre os nove primeiros colocados. Outra possibilidade seria um deles ser o melhor maratonista do continente americano fora do top-9. Diogo, que herdou o lugar na seletiva após Guilherme Costa pedir dispensa (ele prioriza as provas em piscina), ficou em 21º, completando os dez quilômetros em 2h03min08s60, enquanto Allan, que buscava a terceira participação olímpica da carreira, foi o 44º, com 2h14min29s50.

O britânico Hector Pardoe foi o vencedor da seletiva, seguido pelo grego Athanasios Kynigakis. Outro britânico, Tobias Robinson, completou o pódio. Como há o limite de um classificado por país, este último, não obteve vaga em Tóquio.

O país terá somente Ana Marcela Cunha competindo em águas japonesas. Entre sexta-feira (18) e sábado (19), a maratonista esteve duas vezes no pódio do Campeonato Espanhol de Águas Abertas, disputado no lago Banyolas, na região da Catalunha. Ela foi medalhista de prata nos dez quilômetros e de ouro nos cinco quilômetros. Na última segunda-feira (14), a baiana já havia vencido a prova de dez quilômetros no Campeonato Italiano da modalidade, na cidade de Piombino.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Em jogo frio, Caxias e Joinville não saem do zero pela Série D

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A onda de baixas temperaturas que atingiu o Sul do Brasil nos últimos dias parece ter afetado Caxias-RS e Joinville-SC. A partida deste domingo (1º), entre gaúchos e catarinenses, pela nona rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, teve poucas emoções e o placar no estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS), não saiu do zero. O duelo foi transmitido ao vivo pela TV Brasil.

O empate não muda a situação das equipes no Grupo 8. O JEC, ainda invicto, ocupa o segundo lugar da chave, com 17 pontos, quatro a mais que os gaúchos, que aparecem na terceira posição. Se a primeira fase terminasse agora, ambos estariam classificados ao mata-mata.

O primeiro tempo teve o Caxias com mais presença ofensiva, apesar de pouca efetividade. Foi dos anfitriões a chance de gol mais clara da partida. Aos 42 minutos, o meia Jean Dias cobrou falta fechada, pela esquerda, e o lateral Bruno Ré, livre na pequena área e quase “grudado” na trave, cabeceou para fora.

As equipes foram para o intervalo na bronca com a arbitragem. Aos 12 minutos, o lateral Lucas Carvalho levantou na área pela direita e o goleiro Rafael Pascoal segurou a bola com os pés dentro do gol e as mãos esticadas tentando evitar que a redonda cruzasse a linha. Os jogadores do time gaúcho reclamaram. Aos 35, o atacante Chrystian foi derrubado na linha da área pelo meia Paulinho Santos, mas a arbitragem nada marcou, para revolta do elenco do Joinville.

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Os catarinenses voltaram mais agressivos para o segundo tempo. Aos 11 minutos, Chrystian fez o giro na área e acertou a trave. A partida, no entanto, caiu sensivelmente de ritmo, com as equipes apresentando dificuldades para criar lances de perigo. Os goleiros pouco trabalharam nos 45 minutos finais.

No próximo sábado (7), o JEC recebe o Rio Branco-PR na Arena Joinville, às 15h (horário de Brasília). No mesmo horário, no domingo (8), o Caxias visita o Aimoré-RS no Monumental Cristo-Rei, em São Leopoldo (RS). Os duelos valem pela décima rodada da Série D.

Edição: Marcio Parente

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