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Brasileiro: Flamengo recebe Cuiabá no Maracanã

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O Flamengo recebe o Cuiabá no estádio do Maracanã, neste domingo (17) a partir das 20h30 (horário de Brasília), em mais um capítulo na sua perseguição ao Atlético-MG, que lidera o Campeonato Brasileiro com ampla vantagem.

O Rubro-Negro inicia a 27ª rodada da competição ocupando a vice-liderança com 45 pontos (11 pontos a menos do que o Galo), e terá pela frente um Dourado que ocupa a 9ª posição, com 34 pontos.

Para esta partida o técnico Renato Gaúcho contará com o retorno de cinco atletas: o atacante Vitinho (que volta de suspensão), o meia Diego e o zagueiro Gustavo Henrique (que se recuperaram de problemas físicos), e o atacante Gabriel Barbosa e o meia Everton Ribeiro (que estiveram a serviço da seleção brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo). Já o lateral Isla não retornou à tempo após defender o Chile. Quem também está fora é o zagueiro Rodrigo Caio, poupado.

Desta forma, a expectativa é que o Rubro-Negro entre em campo com a seguinte formação: Diego Alves; Matheuzinho, Bruno Viana (Gustavo Henrique), Léo Pereira e Filipe Luís; Willian Arão, Andreas Pereira, Everton Ribeiro e Vitinho (Diego); Michael e Gabriel Barbosa.

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Se o Renato Gaúcho conta com importantes retornos, o técnico Jorginho terá de lidar com o desfalque de três jogadores: o lateral João Lucas e os meio-campistas Max e Yesus Cabrera. O colombiano está fora da partida por causa de problemas físicos. Os outros dois atletas pertencem ao Flamengo e não podem atuar por conta de questões de contrato.

Assim, o Dourado pode entrar em campo com a seguinte formação: Walter; Lucas Ramon (Marllon), Paulão, Alan Empereur e Uendel; Auremir, Pepê e Camilo; Clayson, Felipe Marques (Jonathan Cafú) e Jenison (Elton).

Transmissão da Rádio

A Rádio Nacional transmite Flamengo e Cuiabá com a narração de André Luiz Mendes, comentários de Waldir Luiz e reportagem de Bruno Mendes. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui:

Edição: Fábio Lisboa

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Justiça determina realização de novas eleições para a CBF

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A Justiça do Rio restabeleceu, nessa terça-feira (30), os efeitos da decisão judicial que determinou a realização de novas eleições para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por dois votos a um, a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça foi favorável ao recurso de agravo interno interposto pelo Ministério Público do Rio Janeiro (MPRJ). A ação civil pública, ajuizada pelo MPRJ em 2017, demonstrou que a entidade desrespeitou a Lei 9.615 (Lei Pelé), ao realizar assembleia para reforma estatutária, no dia 23 de março de 2017, sem respeitar a convocação obrigatória dos representantes dos clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Efetivamente, tornam-se nulas as alterações que modificaram as regras eleitorais da entidade. Com isso, de acordo com a Justiça, uma nova assembleia deverá ser realizada, em um prazo de 30 dias, para a discussão desses assuntos. Além das 27 federações, terão de ser convocados os clubes integrantes do Colégio Eleitoral: os da primeira divisão, na forma do Artigo 22, Parágrafo 4º, I e II, do Estatuto de 2015, que estava em vigor à época – a inclusão dos de segunda divisão se deu justamente por causa da modificação eleitoral ocorrida em março de 2017.

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Manobra

Para o MPRJ, a CBF realizou uma manobra para aprovar o novo estatuto, prevendo critério diferenciado de valoração de votos que impede os clubes de constituírem maioria nas eleições.  De acordo com a ação, na assembleia deliberativa os clubes da segunda divisão ganharam poder de voto (peso 1). Porém, uma cláusula passou a definir que nas assembleias gerais de natureza eleitoral, cada voto das federações filiadas tem peso três. Já os votos dos clubes da primeira divisão passaram a ter peso dois. Antes, todos tinham peso um.

De acordo com a ação, com a inclusão dos times da Série B, adequando-se, enfim, o Estatuto da CBF aos preceitos da Lei Pelé, pela primeira vez, os clubes de futebol, poderiam alcançar maioria de votos, frente às federações e, assim, incrementar a participação na gestão do esporte. Se as alterações no valor dos votos não tivessem sido adotadas, os 20 clubes da primeira divisão, somados aos 20 da segunda divisão, atingiriam o total de 40 votos. Enquanto isso, as federações permaneceriam com 27.

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Edição: Graça Adjuto

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