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Caxias-RS goleia Rio Branco-PR e lidera o Grupo 8 da Série D

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Na tarde deste domingo (13), no Estádio Centenário, em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, o Caxias bateu o Rio Branco do Paraná por 5 a 1, com quatro gols do centroavante Michel. A partida foi válida pela segunda rodada do grupo 8 da Série D do Campeonato Brasileiro e teve transmissão ao vivo da TV Brasil. Com o resultado, a equipe grená chegou aos quatro pontos e à liderança da chave. O time do Paraná é apenas o 6º com um ponto.

O primeiro tempo foi completamente dominado pelos donos da casa. Mas o Caxias marcou apenas um gol, através de uma cobrança perfeita de pênalti do centroavante Michel, e desperdiçou diversas oportunidades. Só que os gols que não aconteceram na primeira etapa vieram com sobra no segundo tempo.

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Logo na abertura da etapa final, aos três minutos, Felipe Tontinni aproveitou a falha na saída de bola do Rio Branco e achou Michel de frente com o goleiro Lucas. O artilheiro não perdoou e fez o 2 a 0. Aos 10, o setor defensivo paranaense bateu cabeça e Michel aproveitou para, sozinho, só empurrar para o fundo das redes. Aos 17 minutos, mais um dele. Michel dominou dentro da área e teve tempo para bater forte no ângulo esquerdo do goleiro Lucas. Esse foi o 5º gol do atleta que se isolou na artilharia da competição. Aos 25, Demethryus diminuiu para o Leão da Estradinha com um belo gol. Ele cortou a marcação e bateu colocado de fora da área para balançar as redes gaúchas. Aos 38 minutos, Gleydson aproveitou bom passe de Juliano e só rolou para o fundo das redes para fechar o placar em 5 a 1 para o Caxias.

A próxima partida do time gaúcho será no sábado (19) contra o FC Cascavel no Paraná. O Rio Branco receberá o Marcílio Dias no domingo (20).

Edição: Gustavo Faria

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Ganhei muito mais do que só medalhas, diz Rebeca após feitos inéditos

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A ginasta Rebeca Andrade encerrou sua participação nos Jogos de Tóquio nesta segunda-feira (2) com um saldo de duas medalhas históricas para o esporte olímpico do Brasil, e diz que deixa a competição “extremamente satisfeita” com a performance em todos os aparelhos.

Rebeca ganhou medalha de prata no individual geral e ouro na prova de salto da ginástica artística em Tóquio. As duas medalhas foram as primeiras da ginástica feminina do Brasil em Jogos Olímpicos e, com as conquistas, ela se tornou a primeira brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma edição de Olimpíada.

“Jamais poderia esperar tudo que aconteceu aqui. O atleta de alto rendimento sempre quer ganhar medalhas, mas eu acho que ganhei muito mais que só as medalhas. Eu ganhei a admiração das pessoas, o respeito, eu fiz história. Eu representei um país inteiro”, disse Rebeca, de acordo com nota no site do Time Brasil.

Nesta segunda-feira (2), a brasileira participou de sua última prova em Tóquio e terminou em quinto lugar no solo, em uma apresentação com o funk “Baile de Favela” que encantou o país.

“Estou muito feliz, muito grata com todas as apresentações desde o primeiro dia e por ter finalizado tão bem agora com o solo. Ter levado mais alegria ainda para o Brasil, para todas as pessoas que torceram por mim, que acreditaram no meu talento, as que me conheceram agora também. Repercutiu tanto e inspirou tantas pessoas, que não tem outra coisa que não seja gratidão”, afirmou a ginasta.

Rebeca, de 22 anos, começou na ginástica aos quatro em sua cidade natal, Guarulhos (SP). Em 2012, com apenas 13 anos e em seu primeiro campeonato como profissional, tornou-se campeã do Troféu Brasil, superando ginastas da equipe nacional da modalidade, como Jade Barbosa e Daniele Hypólito.

A trajetória até Tóquio foi marcada por lesões. Foram três cirurgias no joelho em quatro anos, a última em meados de 2019, após romper o ligamento cruzado anterior. A classificação para a Olimpíada só foi confirmada no começo de junho deste ano, com a conquista da medalha de ouro no individual geral do Campeonato Pan-Americano, e ela se mostrou preparada para a disputa olímpica.

“Eu me senti incrível. Não me senti pressionada para nada, para ganhar uma medalha para o Brasil, para acertar tudo. Foi uma coisa muito natural, que só fluía. O fato de eu pensar assim me ajudou muito a ter os bons resultados que tive aqui. Estou extremamente satisfeita com a minha performance em todos os aparelhos”, declarou ela.

Diferentemente de Rebeca, a norte-americana Simone Biles, que conquistou quatro medalhas de ouro na Rio 2016, era apontada como provável grande nome dos Jogos de Tóquio, mas desistiu de grande parte da competição, citando problemas de saúde mental.

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Biles, de 24 anos, abandonou a prova por equipes após o primeiro salto e desistiu do individual geral, solo, salto e barras assimétricas. Ela vai disputar a final da trave na terça-feira (3).

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