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Clássico entre Umuarama e Campo Mourão movimenta LNF neste domingo

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Cerca de 100 quilômetros separam Umuarama e Campo Mourão, cidades do interior do Paraná. A proximidade faz com que os times que levam os nomes dos municípios disputem um dos clássicos mais tradicionais do futsal do estado. O curioso é que neste domingo (6), às 11h (de Brasília), será a primeira vez que os rivais se enfrentarão pela Liga Nacional de Futsal (LNF). A partida terá transmissão ao vivo da TV Brasil, sem presença de público no Ginásio Amario Vieira da Costa, em obediência ao protocolo sanitário de proteção de enfrentamento ao novo coronavírus (covid-19).

A edição 2020 marca a volta do Umuarama à LNF, após três anos. A associação, que se ausentou após o fim da parceria com a Penalty, que era a dona da franquia, alugou a vaga que pertence ao São Paulo por três temporadas. Será o terceiro jogo seguido do time em casa, após a vitória por 3 a 2 sobre o Joaçaba e o empate por 1 a 1 com o Tubarão, alcançado a 35 segundos do fim. O Azulão soma quatro pontos no Grupo C.

Autor do gol salvador contra o Tubarão, o capitão Augusto pede concentração contra o Campo Mourão. “Será um grande jogo para todos os torcedores de futsal, um clássico. Sabemos da qualidade do adversário. Temos que ter muita concentração e repetir as boas atuações e corrigirmos o que temos errado”, projeta.

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“O jogo terá as mesmas dificuldades dos dois anteriores. São times de mesmo nível. É começo de competição, as partes técnica, tática e física não estão 100% para ninguém, então, nivela-se muito o nível do jogo. São os detalhes que farão a diferença para conseguirmos o objetivo de pelo menos duas vitórias nessas três partidas em casa”, completa o técnico do Umuarama, Nei Victor.

O Campo Mourão, que também entrou em quadra duas vezes nesta edição da LNF, tenta a reabilitação no primeiro duelo longe de casa. Após a derrota por 5 a 3 para o atual bicampeão Pato Futsal na estreia, o time chegou a estar perdendo por 3 a 1 para o Joaçaba, mas buscou o empate em 3 a 3, somando o primeiro ponto no Grupo C. A equipe tenta pelo menos igualar a campanha do ano passado, quando alcançou as quartas de final logo na primeira participação em uma Liga Nacional de Futsal.

O retrospecto em 2020 contra o Umuarama é positivo para o Campo Mourão. O duelo anterior entre as equipes foi pela Copa Pitanga, torneio de pré-temporada realizado na cidade paranaense que dá nome à competição amistosa. Na abertura do torneio, no começo de março, os mourãoenses venceram por 2 a 1. A equipe conquistou o título de maneira invicta, tendo ganhado também a Copa Cachoeiras Gigantes, em Prudentópolis (PR), contra Cascavel e Guarapuava.

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“Temos uma equipe muito qualificada, com média de idade próxima dos 30 anos. Os jogadores mais velhos estão sofrendo um pouco neste momento, porque precisam estar melhor condicionados fisicamente. A gente acredita que vai demorar de 20 dias a um mês para que eles consigam estar no auge. Sabemos que, mesmo nessas condições, precisamos dos resultados. Esperamos um equilíbrio grande e, nas oportunidades que tivermos, fazer a diferença”, diz Wesley Szabo, o Alemão, técnico do Campo Mourão.

Devido à pandemia da covid-19, a forma de disputa da Liga teve de ser alterada. Ao invés de uma primeira fase na qual os times jogavam entre si, eles foram separados em três grupos, regionalizados, para limitar os deslocamentos de atletas e comissões técnicas. Na edição deste ano, os clubes enfrentam os rivais da mesma chave, em partidas de ida e volta. Um cenário que acaba proporcionando vários clássicos entre equipes vizinhas, como o deste domingo.

“É um campeonato muito curto, com viagens longas, principalmente do nosso lado. É um momento de superação. Temos qualidade e experiência para absorver esses momentos e a gente espera conseguir nossa primeira vitória”, conclui Alemão.

Confira a classificação da Liga Nacional de Futsal.

Edição: Fábio Lisboa

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Bottas ganhar GP da Rússia após punições afastarem Hamilton de recorde

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O finlandês Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio da Rússia de Formula 1 pela Mercedes neste domingo, depois que seu companheiro de equipe e líder do Mundial de Pilotos, Lewis Hamilton, foi atrapalhado por punições recebidas antes de a corrida sequer ter começado.  

Hamilton, que havia largado na pole position em Sochi – o piloto britânico buscava a 91ª vitória da carreira para igualar o recorde da lenda da Ferrari, Michael Schumacher – terminou em terceiro lugar, atrás de Max Verstappen, da Red Bull. Hamilton acusou os fiscais de tentarem impedi-lo de vencer e disse que as sanções “ridículas” foram excessivas, mas esperadas: “Estão tentando me parar, não estão?”, disse o britânico à emissora Sky Sports.

A vantagem do britânico para Bottas diminuiu para ainda confortáveis 44 pontos, transcorridas dez das 17 corridas, depois que o finlandês somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida.

“Nunca desista. É um bom dia”, disse Bottas, que respondeu aos críticos por meio de falas pelo rádio da equipe, enquanto recebia a bandeirada.

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“É bom vencer, fazia tempo e eu preciso tentar manter o embalo… ainda há algumas corridas pela frente, então nunca se sabe. Vou continuar tentando. Não desistirei e veremos como termina”.

A vitória – por 7,729 segundos de diferença para Verstappen – foi a segunda do finlandês nesta temporada e a primeira desde o retorno da F1 com o GP da Áustria, em julho.

Punições marcaram GP da Rússia

Bottas disse que teve sorte, mas que provavelmente teria vencido de qualquer maneira, com Hamilton largando com pneus macios, que desgastam mais, enquanto o finlandês estava com pneus médios, uma melhor estratégia para o longo prazo.

As esperanças de Hamilton, de qualquer maneira, desapareceram quando os fiscais emitiram duas punições de cinco segundos por largadas fora da área designada, enquanto ele se dirigia para o grid.  

Hamilton também somou dois pontos de punição na sua habilitação, ficando a apenas dois de ser suspenso por uma corrida — o que acontece quando um piloto soma 12 pontos ao longo de 12 meses.

Em uma prova maçante e solitária para os três primeiros, após duas etapas empolgantes na Itália, a Mercedes manteve sua marca de vencer todos os Grandes Prêmios da Rússia, desde o primeiro, em 2014, no circuito urbano ao redor das instalações das Olimpíadas de Inverno.

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O mexicano Sergio Pérez foi quarto colocado pela Racing Point, com o australiano Daniel Ricciardo em quinto, pela Renault, e Charles Leclerc, em sexto, pela Ferrari.

O francês Esteban Ocon ficou em sétimo, pela Renault, com o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri em oitavo, o que agradou o primeiro público de verdade da temporada, após oito corridas com portões fechados devido à pandemia de Covid-19.

Seu companheiro de escuderia, Pierre Gasly, que surpreendeu ao vencer em Monza, foi nono colocado, enquanto Alexander Albon, da Red Bull, levou o último ponto, na décima posição.

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