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Com um a menos no 2º tempo, Brasil vence Peru e conquista sua nona Copa América 2019

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    Mesmo não jogando um futebol primoroso, mas o suficiente para triunfar no Maracanã e ser campeão da Copa América, o Brasil venceu o Peru por 3 x 1, neste domingo(07) no Maracanã.         O jogo começou com o Peru  mostrando que não seria fácil para os brasileiro. 

     Os peruanos acuaram a Seleção de Tite nos primeiros minutos da partida, nas num ataque bem tramado pelo setor  direito, com Gabriel Jesus, colocando Emerson Cebolinha na cara do goleiro peruano, Pedro Gallesi,  o Brasil saiu do sufoco marcando 1 x 0 se  reencontrando  em campo.
 
     O Brasil é campeão da Copa América pela nona vez. Com muito mais drama do que o esperado, a seleção derrotou o Peru e voltou a conquistar a competição depois de 12 anos. Gabriel Jesus foi o grande nome da final disputada na tarde deste domingo(07) no Maracanã, com um gol e uma assistência, e conduziu a vitória, mesmo sendo expulso no segundo tempo.
 
      Everton Cebolinha também teve participação preponderante no duelo com um gol e um pênalti sofrido no final. O cartão vermelho do camisa 9 deixou o jogo tenso, com a seleção peruana se lançando ao ataque e levando perigo a Alisson. Mas os gols de Everton, Jesus – esses dois na primeira etapa – e Richarlison deram a paz que Tite e companhia  precisavam.

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Medalhistas prestigiam Festival Paralímpico, que ocorre neste sábado

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Marcado para este sábado (4), das 8h30 às 12h (horário de Brasília), em 70 cidades de 25 estados do país e do Distrito Federal, o Festival Paralímpico terá a participação de atletas medalhistas nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e de Tóquio (Japão), entre agosto e setembro deste ano. O evento propicia a experimentação de esportes paralímpicos a crianças e adolescentes de oito a 17 anos, com ou sem deficiência.

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, é a sede que terá mais medalhistas prestigiando o Festival. Os velocistas Vinícius Rodrigues e Verônica Hipólito, a lançadora de dardo Raíssa Rocha e a judoca Lúcia Teixeira tiveram presença confirmada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que organiza o evento.

“Já participei de dois Festivais e a energia é muito boa. Saio até mais recarregado que as crianças. É um momento bacana. E é importante às crianças estarmos ali, brincando com elas, pois se ela tiver acesso ao atleta que vê na televisão, tê-lo ao seu lado acaba motivando”, comentou Vinícius, medalhista de prata nos cem metros da classe T63 (amputação unilateral) na capital japonesa.

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A cidade do Rio de Janeiro terá núcleos no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan) e no Vasco da Gama. O primeiro terá a presença do arremessador de peso Wallace dos Santos, ouro em Tóquio na classe F55 (cadeirantes). No segundo, o medalhista participante será o nadador Douglas Matera, da classe S13 (baixa visão), prata nos Jogos deste ano no revezamento 4×100 metros nado livre.

O nadador Gabriel Geraldo, campeão na classe S2 (atletas com grau severo de comprometimento físico-motor), será atração na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. No Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha, em João Pessoa, estarão presentes o velocista Petrúcio Ferreira, da classe T47 (amputados de braço), e o jogador de futebol de 5 (deficientes visuais) Damião Ramos, ambos medalhistas de ouro tanto no Rio como em Tóquio.

Cada sede oferecerá três modalidades para serem experimentadas. A ideia é que os materiais utilizados nas atividades sejam adaptados, servindo de exemplo para que professores de escolas regulares integrem alunos com deficiência em práticas esportivas.

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“Inclusão vai muito além de construir rampas. Inclusão é também colocar pessoas com e sem deficiência no mesmo ambiente praticando de forma igualitária”, resumiu Luiza Fiorese, medalhista de bronze em Tóquio no vôlei sentado, que participará do evento na Associação Colatinense de e para a Pessoa Com Deficiência Visual (ACDV), em Colatina (ES).

O Festival seria realizado em 22 de setembro, Dia Nacional do Atleta Paralímpico, mas foi adiado devido à pandemia de coronavírus (covid-19), mesma razão pela qual não ocorreu em 2020, e foi remarcado na sequência do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado na última sexta-feira (3). A primeira edição ocorreu em 2018 e reuniu cerca de sete mil crianças e adolescentes em 48 cidades. Em 2019, mais de dez mil jovens foram mobilizados em 70 sedes.

Edição: Fábio Lisboa

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