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Conjunto do Brasil fica com o bronze na prova de cinco bolas na ginástica rítmica do Pan

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       Campeãs do geral, as mexicanas novamente foram perfeitas, neste domingo(04), praticamente cravaram a série e conseguiram 24,200 pontos.
 
      A exemplo  do Brasil, o México também protestou e teve sua nota aumentada para 24,400 pontos. As americanas vieram depois e conseguiram 23,100 pontos.
 
     O conjunto brasileiro ainda volta a competir nesta segunda-feira, às 17h (de Brasília), para a final da prova mista (três arcos e dois pares de maças).
 
     Na classificatória, dois aparelhos escaparam para fora do tablado, e o Brasil foi apenas o sexto colocado, com 19,900 pontos. O grupo espera acertar desta vez em busca do terceiro pódio.
 
      Bárbara e Natália fora do pódio no arco e na bola
 
     Depois de conquistar o bronze do individual geral, Natália Gaudio entrou como uma das favoritas na final do arco. Havia sido a segunda melhor do aparelho na classificatória. Representante do Brasil  na Rio 2016, ela estava fazendo uma série boa, mas em um elemento quase no fim, o arco escapou para fora do tablado. A nota 14,550 a deixou na oitava posição.
 
      Bárbara Domingos havia sido a terceira melhor da classificatória e conseguiu fazer uma boa apresentação, mas a nota 16,650 não era o esperado pela ginasta. O Brasil chegou a protestar pedindo para aumentar a nota de dificuldade, mas o protesto foi negado. Quarta colocada no individual geral, mais uma vez ela ficou no quase, na quinta posição.
 
      Assim, o Brasil ficou fora do pódio do arco, interrompendo uma sequência de três bronzes seguidos, com Ana Paula Scheffer (Rio 2007) e Angélica Kvieczynski (Guadalajara 2011 e Toronto 2015).
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Momento Esportes

Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos

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Consumo de álcool, comemorações do tipo ‘bate aqui’ e conversas em voz alta serão proibidos para o número reduzido de portadores de ingresso da Olimpíada que terão acesso aos locais de competição, e os organizadores reconheceram que o “clima de comemoração” será limitado nos Jogos já adiados em um ano devido ao novo coronavírus (covid-19).Decisão de Seiko Hashimoto, presidente do Comitê de Tóquio, levou em conta alerta de autoridades de saúde, segundo as quais a bebida incentivaria contatos e interação em bares.Os organizadores levam adiante os preparativos da Olimpíada, ainda chamada de Tóquio 2020, apesar do grande temor do público japonês de que receber atletas de todo o mundo poderia resultar em mais surtos de covid-19.

Reportagens segundo as quais os organizadores estão cogitando permitir o consumo de álcool nos locais de competição de Olimpíada provocaram revolta nesta semana, e a hashtag “cancelem os Jogos Olímpicos” atraiu dezenas de milhares de tuites.

“Já que o Comitê Organizador quer realizar os Jogos de maneira segura e protegida, é nossa responsabilidade fazê-los acontecer”, disse a presidente da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, a repórteres nesta quarta-feira (23), um mês antes da cerimônia de abertura de 23 de julho. “Então, se nossos cidadãos têm receios [sobre servir álcool de Olimpíada], acho que teremos que desistir. É por isso que decidimos proibir a venda de álcool.”

A venda de álcool foi limitada dentro e ao redor de Tóquio depois que autoridades de saúde alertaram que beber incentivaria contatos próximos e interação em bares, o que poderia ajudar a disseminar o vírus.

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O patrocinador Asahi Breweries disse que concorda com a decisão de proibir a venda de álcool e que a considera natural.

*Reportagem adicional de Antoni Slodkowski, Ju-min Park, Rocky Swift e Ami Miyazaki

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