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Convidados, Catar e Austrália desistem da Copa América deste ano

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As federações de Catar e Austrália anunciaram nesta terça-feira (23) que as respectivas seleções não disputarão a edição deste ano da Copa América, que será realizada entre os dias 11 de junho e 10 de julho na Colômbia e na Argentina. Em notas oficiais, as entidades justificaram a decisão pela Confederação Asiática de Futebol (AFC, sigla em inglês) adiar jogos das eliminatórias conjuntas para a Copa do Mundo de 2022 e para a Copa da Ásia de 2023 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A AFC comunicou na última sexta-feira (19) que transferiu a rodada de 25 e 30 de março, válidas pelas eliminatórias, para o período de 31 de maio a 15 de junho, que engloba justamente o início da Copa América. Segundo nota da confederação asiática, as restrições para viagens e a quarentena obrigatória em alguns países, em razão da pandemia, levaram ao adiamento dos jogos.

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“Em nome da comunidade futebolística australiana, agradeço à Conmebol [Confederação Sul-Americana de Futebol] pelo convite e o contínuo diálogo ao longo do último ano. Participar de uma competição tão prestigiada e vivenciar a cultura de futebol da América do Sul seria incrível para nossos jogadores, comissão técnica e torcedores”, afirmou o chefe executivo da federação da Austrália, James Johnsson, em nota divulgada no site oficial da entidade.

Seria a primeira participação australiana na história da Copa América. Já o Catar esteve presente na edição de 2019, no Brasil, onde empatou com o Paraguai (2 a 2) no Maracanã e foi superado pela Colômbia (1 a 0) no Morumbi e pela Argentina (2 a 0) na Arena do Grêmio, caindo na primeira fase.

A edição deste ano da competição reuniria 12 seleções, sendo as dez filiadas à Conmebol e as duas nações convidadas. O Catar estava no Grupo B, com sede na Colômbia, o mesmo do Brasil, e enfrentaria a equipe de Tite na terceira rodada, em Barranquilla. A Austrália constava no Grupo A, que será disputado na Argentina. A confederação sul-americana ainda não se pronunciou sobre a desistência dos países da AFC.

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Edição: Fábio Lisboa

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Pia aponta melhorias necessárias à seleção após torneio nos EUA

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Pia Sundhage disse, antes da estreia brasileira no torneio She Believes, há uma semana, que esperava encontrar, durante a competição, respostas para a seleção feminina que apronta para a Olimpíada de Tóquio (Japão). Terminado o quadrangular, a técnica não esmiuçou detalhes, mas afirmou que obteve parte das respostas esperadas.

“Algumas jogadoras foram bem, outras precisam ser mais competitivas em nível internacional, voltar para casa e trabalhar um pouco mais forte. O resultado [no torneio] foi ok e as respostas foram importantes”, comentou Pia, em entrevista coletiva por videoconferência, sobre a vitória do Brasil para cima do Canadá, por 2 a 0, pela terceira rodada do She Believes.

Contra as canadenses, as brasileiras dominaram o primeiro tempo, marcando alto, mostrando intensidade e balançando as redes com a meia Júlia Bianchi e a atacante Debinha. Já na etapa final, o time da América do Norte foi superior e colocou a seleção de Pia sob pressão, ainda que tendo criado somente uma oportunidade real de gol.

“Fiquei bem contente com o primeiro tempo de hoje [quarta-feira]. Não tanto no segundo tempo. Defensivamente, temos que ajustar detalhes. O Canadá colocou quatro atacantes e nos pressionou. Não reagimos bem sem a bola e temos de aprender a lidar com isso. Fomos um pouco ingênuas em alguns momentos. Tentamos jogar da mesma forma, com passes curtos. Precisamos saber nos desvencilhar da pressão na Olimpíada. Não há uma só forma para isso. Precisamos melhorar para fazer transições e contra-atacar”, argumentou a técnica.

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Antes de enfrentar o Canadá, o Brasil estreou vencendo a Argentina por 4 a 1 na última quinta-feira (18). No domingo passado (21), a seleção de Pia foi superada pelos Estados Unidos por 2 a 0. As norte-americanas, atuais campeãs mundiais e líderes do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), ficaram com o título ao golearem as argentinas por 6 a 0 na última rodada e encerrarem o torneio amistoso com três vitórias em três jogos. As brasileiras ficaram em segundo lugar.

Até a Olimpíada, estão previstas mais duas datas Fifa, que são os períodos destinados a jogos entre seleções. A expectativa, portanto, é que Pia tenha, ao menos, outras quatro partidas para obter as respostas que faltam para definir as 18 convocadas para Tóquio. Em entrevistas anteriores, a técnica disse já ter 12 jogadoras definidas.

“Devemos ter dois jogos em abril e dois e junho. Não é o cenário perfeito, mas é o que temos. Podemos fazer qualquer coisa, mas temos que definir prioridades e encontrar um time coeso. Há sempre a chance para qualquer jogadora brasileira que estiver bem ser convocada. Quero não só definir o time titular nesses quatro jogos, mas saber quais atletas sairão do banco para fazer a diferença”, afirmou.

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“Uma coisa importante é a parte física. Fizemos três jogos e notamos que algumas jogadoras ficaram cansadas. São circunstâncias da Olimpíada, só que com jogos a cada dois dias. Quem for, terá de estar preparada para fazer muitos jogos. A [zagueira] Rafaelle, que esteve em todas as partidas [no She Believes], é um bom exemplo. Ela foi muito bem. Se você estiver em forma, você está saudável e pronta para jogar. Isso traz confiança”, completou a treinadora.

Edição: Fábio Lisboa

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