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Copa América: Argentina e Chile empatam em 1 a 1 no Rio de Janeiro

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A Argentina iniciou a sua caminhada na Copa América com um empate em 1 a 1 com o Chile, em partida realizada nesta segunda-feira (14) no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. A equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni abriu o placar graças a um belo gol de falta de Messi, mas Eduardo Vargas conseguiu igualar o jogo válido pela primeira rodada do Grupo A.

Em busca de colocar ponto final em um incômodo jejum que começou em 1993, quando ergueu o seu último troféu (justamente o da Copa América), a Argentina partiu para cima dos chilenos logo nos primeiros minutos. Aos sete minutos, Messi recebeu de Tagliafico, ajeitou e bateu de canhota, mas a bola foi para fora. Aos 11, o centroavante Lautaro Martinez quase abriu o placar com uma finalização no segundo pau.

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Os argentinos chegaram novamente com perigo aos 15 e aos 16, em oportunidades criadas por Nicolás González. Porém, aos 31 o volante Pulgar deu um carrinho por trás em Lo Celso. Messi foi para a cobrança e, com muita precisão, balançou as redes no Estádio Nilton Santos.

Aos 36, Lautaro perdeu outra grande oportunidade, mas a vantagem argentina perdurou até o intervalo.

Na etapa final, o Chile voltou mais disposto. Aos sete minutos, em duas oportunidades, o empate não veio por muito pouco. Primeiro com Vargas e depois com Vidal. No segundo lance Tagliafico acabou atingindo o volante chileno. Após muita reclamação, o juiz acabou contando com o auxílio do árbitro de vídeo (VAR) para confirmar a penalidade máxima.

O próprio Vidal foi para a cobrança, o goleiro Martínez defendeu, a bola bateu no travessão e, na volta, Eduardo Vargas mandou para as redes de cabeça. Depois, a igualdade de 1 a 1 perdurou até o final dos 90 minutos.

Ainda nesta segunda, a partir das 21h (horário de Brasília), Paraguai e Bolívia fecham a primeira rodada do Grupo A da competição no estádio Olímpico de Goiânia. A segunda rodada do Grupo A será disputada na sexta-feira (18), com Chile e Bolívia, a partir das 18h na Arena Pantanal, e Argentina e Uruguai, a partir das 21h no Mané Garrincha.

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Edição: Fábio Lisboa

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Olimpíada: revezamento 4×200 metros termina final em oitavo lugar

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O Brasil terminou a final do revezamento 4×200 metros (m) estilo livre da Olimpíada de Tóquio (Japão) na oitava, e última, posição. A prova foi realizada nesta quarta-feira (28) no Centro Aquático da capital japonesa. O jovem quarteto formado por Fernando Scheffer, Murilo Sartori, Breno Correia e Luiz Altamir cravou o tempo de 7min8s22, quase meio segundo acima da marca feita na eliminatória, que também rendeu a eles o oitavo lugar.

A Grã-Bretanha, com Thomas Dean, James Guy, Matthew Richards e Duncan Scott, levou a medalha de ouro, finalizando a prova em 6min58s58. O resultado confirmou o favoritismo dos britânicos. Na última segunda-feira (27), Dean venceu os 200 m livres, com Scott em segundo e o brasileiro Scheffer em terceiro. A equipe do Comitê Olímpico Russo ficou com a prata no revezamento, enquanto a Austrália foi bronze.

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Scheffer, de 23 anos, foi justamente quem abriu o revezamento brasileiro. Nas três primeiras viradas, o medalhista de bronze manteve o Brasil na segunda posição, mas perdeu força e finalizou os primeiros 200 m em sexto, com 1min45s93. Sartori, 19 anos, pulou na piscina em seguida e começou mal a prova, chegando a cair para último, mas reagiu e retomou a sexta colocação, marcando 1min46s09.

Na sequência, Correia, 22 anos, fez 1min48s11 e manteve o quarteto na sexta posição. Último a cair na água, Altamir, 25 anos, cravou 1min48s09 e não impediu que os nadadores de Suíça e Alemanha, quase três segundos mais rápidos, fizessem a ultrapassagem na reta final.

“A gente sempre quer mais, somos muito competitivos e vamos sonhar com o máximo. Mas temos que ter o pé no chão e saber que temos que avançar um passo de cada vez. Somos uma equipe muito nova, com muito a evoluir ainda. É saber avaliar os pontos positivos, melhorar os negativos. Nossa Olimpíada acabou, mas tem muita coisa pela frente”, afirmou Scheffer após a prova.

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Edição: Fábio Lisboa

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