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Copa do Brasil: Ponte e América-MG abrem 4ª fase com empate

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Na partida que abriu a quarta fase da Copa do Brasil, Ponte Preta e América-MG empataram em 2 a 2, nesta quarta (16), no estádio Moisés Lucarelli.

Com este resultado, como não há gol qualificado na competição, quem vencer a partida de volta avança direto. Em caso de empate por qualquer placar, a vaga será decidida na disputa de pênaltis.

Gol nos primeiros minutos

Mesmo jogando fora de casa, foi o América-MG que criou a primeira boa oportunidade de marcar, quando João Paulo cruzou com perigo aos 3 minutos buscando Rodolfo, mas Alisson foi mais rápido e conseguiu cortar.

Mas a Ponte respondeu dois minutos depois. Bruno Rodrigues avançou pela ponta esquerda, se livrou da marcação e cruzou para Moisés, entre os zagueiros, cabecear para abrir o marcador.

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O confronto continuou aberto, com oportunidades de lado a lado, mas o Coelho foi mais eficiente. O time de Minas consegue empatar aos 43 minutos. Marcelo Toscano escora cruzamento rasteiro de Léo Passos para vencer o goleiro Ivan.

Lei do ex

A segunda etapa começou com o Ponte Preta controlando as ações, valorizando a posse de bola diante de um América que até tenta responder adiantando a marcação, mas que foi pouco eficiente nesta proposta.

E a postura do time da casa se mostrou mais acertada aos 29 minutos da etapa final, quando, mesmo marcado, Matheus Peixoto marcou de cabeça após bola levantada na área por Bruno Rodrigues.

Porém, quando tudo parecia indicar que a Ponte Preta conseguiria segurar uma importante vitória, a lei do ex entrou em ação aos 46 minutos do segundo tempo. Neto Berola toca para Vitão, que, de carrinho, não deixa a bola sair e encontra Felipe Azevedo, que escora para deixar tudo igual no marcador. Ponte 2, América-MG 2.

Ponte Preta e América-MG decidem quem fica com a vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil na próxima terça (22), em partida realizada na Arena Independência a partir das 21h30 (horário de Brasília).

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Veja a tabela da Copa do Brasil.

Edição: Fábio Lisboa

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Momento Esportes

Camilinha vê seleção feminina entre melhores do mundo e elogia Pia

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Duas vezes medalhista de prata olímpica (2004 e 2008) e vice-campeã mundial (2007), a seleção brasileira de futebol feminino ainda busca uma grande conquista fora do continente, onde já é tricampeã nos Jogos Pan-Americanos e hepta da Copa América. O que não significa que a equipe não esteja entre as melhores equipes do mundo na modalidade.

“A gente incomoda muito essas seleções [potências] e já ganhamos delas. O Brasil está entre os melhores. Todo mundo quer jogar com a gente. Estamos no top 10 do ranking [da Fifa]. Somos uma grande seleção, estamos caminhando para estar cada vez mais [perto] do topo. Somos o país do futebol. A comissão da Pia [Sundhage, técnica] está trazendo ainda mais essa gana, que a gente já tinha”, afirmou a meia Camilinha, em entrevista coletiva na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

Em dezembro do ano passado, após cinco vitórias e dois empates nos sete primeiros jogos sob comando de Pia Sundhage, a seleção brasileira de futebol feminino recuperou um posto entre as 10 primeiras do ranking da Fifa, perdido três meses antes. O Brasil avançou duas posições e acabou 2019 em nono. Os triunfos sobre Canadá (4 a 0) e Inglaterra (2 a 1), em outubro daquele ano, impulsionaram as brasileiras, que, na atualização de março de 2020, subiram mais um degrau e, atualmente, ocupam o oitavo lugar, ao lado das canadenses.

Dos sete países à frente no ranking, as brasileiras só não venceram a França até hoje. Em 10 jogos, foram cinco empates e cinco derrotas. Entre os tropeços, está o das oitavas de final da Copa do Mundo do ano passado, em que as francesas foram as anfitriãs. Apesar do gol da volante Thaísa, a seleção foi superada por 2 a 1, na prorrogação.

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O Brasil também fica atrás no retrospecto contra Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Austrália, mas já obteve resultados emblemáticos contra alguns desses rivais. Na semifinal da Copa de 2007, na China, a seleção atropelou as norte-americanas por 4 a 0, com dois gols da atacante Marta, um da centroavante Cristiane e um gol contra da volante Leslie Osbourne. No ano seguinte, novamente no país asiático, aplicou 4 a 1 nas alemãs, na semifinal olímpica de Pequim. Além de Cristiane (duas vezes) e Marta, a meia Formiga também fez o dela.

Já contra Suécia e Holanda, que superam o Brasil no ranking, a seleção de futebol feminino tem mais vitórias que derrotas. O retrospecto também é assim ante Canadá e Coreia do Norte, que completam o top 10 da Fifa.

Olho no olho

Camilinha é uma das 24 convocadas para um período de treinos com a seleção, iniciado na última segunda-feira (14). Devido a restrições de viagem em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o grupo reúne atletas que atuam no Brasil. A meia, que completa 26 anos em outubro, é vinculada ao Orlando Pride, dos Estados Unidos, mas está emprestada ao Palmeiras até o fim do ano.

Pia Sundhage após jogo entre Brasil e Franca no Torneio da FrancaPia Sundhage após jogo entre Brasil e Franca no Torneio da Franca

Camilinha elogia trabalho realizado por técnica sueca Pia Sundhage – A2M/CBF/Direitos Reservados

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“Particularmente, estou me sentindo muito melhor [fisicamente]. Nos Estados Unidos, ainda não estava em atividade, e aqui, de repente, já foram três jogos em sete dias. É um pouco puxado, fica a perna pesada. Você tem um dia de treino, um de viagem, e no outro dia joga. É uma rotina um pouco corrida, mas temos que nos adaptar. Estou melhorando aos poucos”, disse a meia, que foi titular nas quatro partidas que disputou pelo Verdão pela Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.

“O nível [do campeonato] está bem diferente de quando eu saí [em 2016]. As coisas melhoraram muito, tanto em questão de estrutura como dentro de campo. As meninas estão se adaptando a esse retorno muito bem e os jogos têm sido de alto nível”, opinou a jogadora, que também atuou por Kindermann, Ferroviária, Tiradentes e pela parceria Audax/Corinthians.

Na Granja Comary, Camilinha trabalha pela primeira vez com Pia Sundhage. Apesar do contato recente, a meia já identificou características que a técnica sueca pretende aprimorar na seleção brasileira. “Ela está ensinando a nos comunicarmos mais, olhar mais uma para outra, identificar nos olhos da pessoa o que ela fará. Estamos dando um valor maior a isso e tem feito diferença nos treinos”, concluiu.

Edição: Fábio Lisboa

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