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Corinthians encabeça convocação da seleção feminina de Pia Sundhage

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A técnica da seleção feminina de futebol, Pia Sundhage, convocou 24 atletas para nove dias de treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Devido às restrições de viagem em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), o grupo tem somente jogadoras que atuam no futebol brasileiro.

Com sete representantes, o Corinthians é o time com mais convocadas, seguido pelo Santos, com quatro. São Paulo (3), Palmeiras (3), Ferroviária (3), Avaí/Kindermann (2), Cruzeiro (1) e Internacional (1) também tiveram jogadoras chamadas. Elas estarão à disposição de Pia entre os próximos dias 14 e 22 de setembro, que, inicialmente, seriam destinados a partidas entre seleções. Por isso, a Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro será interrompida durante esse período.

Está é a segunda convocação de Pia em 2020. Na primeira, em fevereiro, a técnica chamou 23 atletas para o Torneio Internacional da França, competição amistosa realizada em março. Presentes na lista divulgada nesta quarta-feira (2), a goleira Bárbara, as zagueiras Erika, Tayla e Bruna Benites, a lateral Tamires, as meias Aline Milene e Andressinha e as atacantes Cristiane e Duda foram chamadas à competição francesa.

Confira as convocadas:

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Goleiras: Bárbara (Avaí/Kindermann); Leticia Izidoro (Corinthians) e Luciana (Ferroviária).

Defensoras: Tamires, Pardal e Erika (Corinthians); Fernanda Palermo, Tayla e Tainara (Santos); Bruna Benites (Internacional), Isabella (Palmeiras), Chú (Ferroviária) e Bruna Calderan (Avaí/Kindermann).

Meias: Camilinha (Palmeiras); Adriana e Andressinha (Corinthians); Yayá e Ana Caroline (Sao Paulo); Aline Milene (Ferroviária) e Maria Eduarda (Cruzeiro).

Atacantes: Cristiane (Santos), Ary Borges (Palmeiras), Victória Albuquerque (Corinthians) e Duda (São Paulo).

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Momento Esportes

Bottas ganhar GP da Rússia após punições afastarem Hamilton de recorde

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O finlandês Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio da Rússia de Formula 1 pela Mercedes neste domingo, depois que seu companheiro de equipe e líder do Mundial de Pilotos, Lewis Hamilton, foi atrapalhado por punições recebidas antes de a corrida sequer ter começado.  

Hamilton, que havia largado na pole position em Sochi – o piloto britânico buscava a 91ª vitória da carreira para igualar o recorde da lenda da Ferrari, Michael Schumacher – terminou em terceiro lugar, atrás de Max Verstappen, da Red Bull. Hamilton acusou os fiscais de tentarem impedi-lo de vencer e disse que as sanções “ridículas” foram excessivas, mas esperadas: “Estão tentando me parar, não estão?”, disse o britânico à emissora Sky Sports.

A vantagem do britânico para Bottas diminuiu para ainda confortáveis 44 pontos, transcorridas dez das 17 corridas, depois que o finlandês somou um ponto extra por ter feito a volta mais rápida.

“Nunca desista. É um bom dia”, disse Bottas, que respondeu aos críticos por meio de falas pelo rádio da equipe, enquanto recebia a bandeirada.

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“É bom vencer, fazia tempo e eu preciso tentar manter o embalo… ainda há algumas corridas pela frente, então nunca se sabe. Vou continuar tentando. Não desistirei e veremos como termina”.

A vitória – por 7,729 segundos de diferença para Verstappen – foi a segunda do finlandês nesta temporada e a primeira desde o retorno da F1 com o GP da Áustria, em julho.

Punições marcaram GP da Rússia

Bottas disse que teve sorte, mas que provavelmente teria vencido de qualquer maneira, com Hamilton largando com pneus macios, que desgastam mais, enquanto o finlandês estava com pneus médios, uma melhor estratégia para o longo prazo.

As esperanças de Hamilton, de qualquer maneira, desapareceram quando os fiscais emitiram duas punições de cinco segundos por largadas fora da área designada, enquanto ele se dirigia para o grid.  

Hamilton também somou dois pontos de punição na sua habilitação, ficando a apenas dois de ser suspenso por uma corrida — o que acontece quando um piloto soma 12 pontos ao longo de 12 meses.

Em uma prova maçante e solitária para os três primeiros, após duas etapas empolgantes na Itália, a Mercedes manteve sua marca de vencer todos os Grandes Prêmios da Rússia, desde o primeiro, em 2014, no circuito urbano ao redor das instalações das Olimpíadas de Inverno.

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O mexicano Sergio Pérez foi quarto colocado pela Racing Point, com o australiano Daniel Ricciardo em quinto, pela Renault, e Charles Leclerc, em sexto, pela Ferrari.

O francês Esteban Ocon ficou em sétimo, pela Renault, com o russo Daniil Kvyat, da AlphaTauri em oitavo, o que agradou o primeiro público de verdade da temporada, após oito corridas com portões fechados devido à pandemia de Covid-19.

Seu companheiro de escuderia, Pierre Gasly, que surpreendeu ao vencer em Monza, foi nono colocado, enquanto Alexander Albon, da Red Bull, levou o último ponto, na décima posição.

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