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Federação pede mudanças de protocolos da Uefa após colapso de Eriksen

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A Federação Dinamarquesa de Futebol pediu que a Uefa mude seus procedimentos após o colapso do meia Christian Eriksen no jogo contra a Finlândia, pela Eurocopa 2020, e a decisão seguinte de retomar a partida.

Aos dinamarqueses foi oferecida a opção de recomeçar a partida naquela mesma tarde ou às 12h do dia seguinte.

Apesar de estarem claramente abalados, eles voltaram a campo e perderam por 1 a 0, mas o treinador Kasper Hjulmand e seus jogadores têm dito desde então que preferiam não ter jogado.

“Foi a decisão errada e completamente insustentável os jogadores estarem em campo tão pouco tempo depois daquela experiência horrível”, afirmou o presidente da federação Jesper Moller, em comunicado nesta quarta-feira (16). “Os jogadores e treinadores não deveriam ser colocados nesta situação porque a decisão não é e não deveria ser deles.”

Eriksen sofreu um ataque cardíaco em campo e foi levado ao hospital, onde agora está se recuperando.

“Agora queremos uma avaliação de todo o processo de tomada de decisão para que possamos ter todos os fatos relevantes e as informações sobre a mesa”, disse Moller.

Em comunicado à Reuters, a Uefa disse que “tratou o assunto com o máximo respeito a uma situação sensível e aos jogadores. A decisão de retomar o jogo foi tomada apenas depois de os dois times pedirem para terminar a partida naquela mesma tarde”.

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Olimpíada: revezamento 4×200 metros termina final em oitavo lugar

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O Brasil terminou a final do revezamento 4×200 metros (m) estilo livre da Olimpíada de Tóquio (Japão) na oitava, e última, posição. A prova foi realizada nesta quarta-feira (28) no Centro Aquático da capital japonesa. O jovem quarteto formado por Fernando Scheffer, Murilo Sartori, Breno Correia e Luiz Altamir cravou o tempo de 7min8s22, quase meio segundo acima da marca feita na eliminatória, que também rendeu a eles o oitavo lugar.

A Grã-Bretanha, com Thomas Dean, James Guy, Matthew Richards e Duncan Scott, levou a medalha de ouro, finalizando a prova em 6min58s58. O resultado confirmou o favoritismo dos britânicos. Na última segunda-feira (27), Dean venceu os 200 m livres, com Scott em segundo e o brasileiro Scheffer em terceiro. A equipe do Comitê Olímpico Russo ficou com a prata no revezamento, enquanto a Austrália foi bronze.

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Scheffer, de 23 anos, foi justamente quem abriu o revezamento brasileiro. Nas três primeiras viradas, o medalhista de bronze manteve o Brasil na segunda posição, mas perdeu força e finalizou os primeiros 200 m em sexto, com 1min45s93. Sartori, 19 anos, pulou na piscina em seguida e começou mal a prova, chegando a cair para último, mas reagiu e retomou a sexta colocação, marcando 1min46s09.

Na sequência, Correia, 22 anos, fez 1min48s11 e manteve o quarteto na sexta posição. Último a cair na água, Altamir, 25 anos, cravou 1min48s09 e não impediu que os nadadores de Suíça e Alemanha, quase três segundos mais rápidos, fizessem a ultrapassagem na reta final.

“A gente sempre quer mais, somos muito competitivos e vamos sonhar com o máximo. Mas temos que ter o pé no chão e saber que temos que avançar um passo de cada vez. Somos uma equipe muito nova, com muito a evoluir ainda. É saber avaliar os pontos positivos, melhorar os negativos. Nossa Olimpíada acabou, mas tem muita coisa pela frente”, afirmou Scheffer após a prova.

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Edição: Fábio Lisboa

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