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Handebol: Brasil convoca 20 jogadores para pré-olímpico masculino

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O técnico da seleção brasileira masculina de handebol, Marcus Tatá, convocou, nesta terça-feira (23), a equipe para o pré-olímpico da modalidade. Foram chamados 20 jogadores. As novidades no grupo em relação à equipe que deixou o país na 18ª posição no Mundial de janeiro, no Egito, são o lateral-direito Arthur Pereira, na vaga do lesionado José Toledo, e o pivô Tchê.

O qualificatório olímpico está marcado para ocorrer entre os dias 12 e 14 de março. Inicialmente, a sede do torneio seria a Noruega. Mas, por restrições impostas pela pandemia do coronavírus (covid-19), o país abriu mão de receber o torneio. Até o momento, a nova sede ainda não foi divulgada. O Brasil pega Noruega, Chile e Coreia do Sul. No quadrangular, os concorrentes se enfrentam entre si em turno único em busca de uma das duas vagas na Olimpíada de Tóquio.

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Jogadores convocados

Goleiros: Ferrugem (BM Benidorm, Espanha), César “Bombom” (Fenix Toulouse, França) e Rangel da Rosa (BM Logroño, Espanha).

Pontas-direitas: Fábio Chiuffa (HC Dobrogea, Romênia) e Rudolph Hackbarth (BM Logroño, Espanha).

Laterais esquerdos: Thiagus Petrus (Barcelona, Espanha), Haniel Langaro (Barcelona, Espanha), Leo Dutra (Wisla Plock, Polônia), Thiago Ponciano (BM Cuenca, Espanha) e Luciano Silva (Benfica, Portugal).

Centrais: Pedro Pacheco (Tatran Presov, Eslováquia), Henrique Teixeira (CSM Bucaresti, Romênia) e João Silva (BM Puente Genil, Espanha).

Laterais direitos: Arthur Pereira (BM Guadalajara, Espanha) e Gustavo Rodrigues (Pontault Combault, França).

Pontas-esquerdas: Felipe Borges (US Créteil, França) e Guilherme Torriani (Taubaté, Brasil).

Pivôs: Rogério Moraes (Veszprém, Hungria), Vinicius Teixeira (Taubaté, Brasil) e Alex Pozzer “Tchê” (Puerto Sagunto, Espanha).

Edição: Fábio Lisboa

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Pia aponta melhorias necessárias à seleção após torneio nos EUA

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Pia Sundhage disse, antes da estreia brasileira no torneio She Believes, há uma semana, que esperava encontrar, durante a competição, respostas para a seleção feminina que apronta para a Olimpíada de Tóquio (Japão). Terminado o quadrangular, a técnica não esmiuçou detalhes, mas afirmou que obteve parte das respostas esperadas.

“Algumas jogadoras foram bem, outras precisam ser mais competitivas em nível internacional, voltar para casa e trabalhar um pouco mais forte. O resultado [no torneio] foi ok e as respostas foram importantes”, comentou Pia, em entrevista coletiva por videoconferência, sobre a vitória do Brasil para cima do Canadá, por 2 a 0, pela terceira rodada do She Believes.

Contra as canadenses, as brasileiras dominaram o primeiro tempo, marcando alto, mostrando intensidade e balançando as redes com a meia Júlia Bianchi e a atacante Debinha. Já na etapa final, o time da América do Norte foi superior e colocou a seleção de Pia sob pressão, ainda que tendo criado somente uma oportunidade real de gol.

“Fiquei bem contente com o primeiro tempo de hoje [quarta-feira]. Não tanto no segundo tempo. Defensivamente, temos que ajustar detalhes. O Canadá colocou quatro atacantes e nos pressionou. Não reagimos bem sem a bola e temos de aprender a lidar com isso. Fomos um pouco ingênuas em alguns momentos. Tentamos jogar da mesma forma, com passes curtos. Precisamos saber nos desvencilhar da pressão na Olimpíada. Não há uma só forma para isso. Precisamos melhorar para fazer transições e contra-atacar”, argumentou a técnica.

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Antes de enfrentar o Canadá, o Brasil estreou vencendo a Argentina por 4 a 1 na última quinta-feira (18). No domingo passado (21), a seleção de Pia foi superada pelos Estados Unidos por 2 a 0. As norte-americanas, atuais campeãs mundiais e líderes do ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), ficaram com o título ao golearem as argentinas por 6 a 0 na última rodada e encerrarem o torneio amistoso com três vitórias em três jogos. As brasileiras ficaram em segundo lugar.

Até a Olimpíada, estão previstas mais duas datas Fifa, que são os períodos destinados a jogos entre seleções. A expectativa, portanto, é que Pia tenha, ao menos, outras quatro partidas para obter as respostas que faltam para definir as 18 convocadas para Tóquio. Em entrevistas anteriores, a técnica disse já ter 12 jogadoras definidas.

“Devemos ter dois jogos em abril e dois e junho. Não é o cenário perfeito, mas é o que temos. Podemos fazer qualquer coisa, mas temos que definir prioridades e encontrar um time coeso. Há sempre a chance para qualquer jogadora brasileira que estiver bem ser convocada. Quero não só definir o time titular nesses quatro jogos, mas saber quais atletas sairão do banco para fazer a diferença”, afirmou.

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“Uma coisa importante é a parte física. Fizemos três jogos e notamos que algumas jogadoras ficaram cansadas. São circunstâncias da Olimpíada, só que com jogos a cada dois dias. Quem for, terá de estar preparada para fazer muitos jogos. A [zagueira] Rafaelle, que esteve em todas as partidas [no She Believes], é um bom exemplo. Ela foi muito bem. Se você estiver em forma, você está saudável e pronta para jogar. Isso traz confiança”, completou a treinadora.

Edição: Fábio Lisboa

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