Momento Esportes

Irritado com proposta de redução salarial, Varejão recusa renovação e deixa o Flamengo

Publicados

em

 

Chegou ao fim a passagem de Anderson Varejão no Flamengo. Após um ano e meio na Gávea e três títulos conquistados (NBB 11, Copa Super 8 2018 e Campeonato Estadual 2018), o pivô não aceitou a proposta de renovação do  Clube  carioca que previa uma redução de 70% no salário e criticou a postura a diretoria rubro-negra na negociação.
 
     – Quando voltei ao Brasil, meu pensamento era encerrar a carreira no Flamengo. Ao final da temporada, falei da vontade de ficar na Gávea. Mas a vontade tinha que ser do clube também. Meu salário não era um ‘salário NBA’, estava nos padrões do Brasil, mas uma proposta como essa é mais um ‘convite para sair’. Na semana passada, ofereceram isso. Sem conversa ou negociação, essa semana encerraram o assunto. Faltou respeito, faltou consideração – reclamou o jogador.
 
      Apesar da mágoa pela forma como foi tratado pela diretoria do Flamengo, Varejão fez questão de agradecer a torcida rubro-negra pelo apoio durante o período em que esteve no clube.
 
– Foi tudo muito intenso, foi realmente especial. Formamos um time muito bom e com uma amizade forte dentro e fora de quadra, isso foi fundamental para que a gente conquistasse todos esses títulos. Sempre deixei o meu máximo em cada jogo, jogando com intensidade e no meu limite. Essa é a maneira que tenho de retribuir o carinho da torcida, que me abraçou desde o primeiro dia no Rio de Janeiro. Fiquei chateado pela maneira como acaba a minha passagem pelo Flamengo. Faltou respeito. Mas, infelizmente, é assim que as coisas são – disse Anderson.
Leia Também:  Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Momento Esportes

Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos

Publicados

em


Consumo de álcool, comemorações do tipo ‘bate aqui’ e conversas em voz alta serão proibidos para o número reduzido de portadores de ingresso da Olimpíada que terão acesso aos locais de competição, e os organizadores reconheceram que o “clima de comemoração” será limitado nos Jogos já adiados em um ano devido ao novo coronavírus (covid-19).Decisão de Seiko Hashimoto, presidente do Comitê de Tóquio, levou em conta alerta de autoridades de saúde, segundo as quais a bebida incentivaria contatos e interação em bares.Os organizadores levam adiante os preparativos da Olimpíada, ainda chamada de Tóquio 2020, apesar do grande temor do público japonês de que receber atletas de todo o mundo poderia resultar em mais surtos de covid-19.

Reportagens segundo as quais os organizadores estão cogitando permitir o consumo de álcool nos locais de competição de Olimpíada provocaram revolta nesta semana, e a hashtag “cancelem os Jogos Olímpicos” atraiu dezenas de milhares de tuites.

“Já que o Comitê Organizador quer realizar os Jogos de maneira segura e protegida, é nossa responsabilidade fazê-los acontecer”, disse a presidente da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, a repórteres nesta quarta-feira (23), um mês antes da cerimônia de abertura de 23 de julho. “Então, se nossos cidadãos têm receios [sobre servir álcool de Olimpíada], acho que teremos que desistir. É por isso que decidimos proibir a venda de álcool.”

A venda de álcool foi limitada dentro e ao redor de Tóquio depois que autoridades de saúde alertaram que beber incentivaria contatos próximos e interação em bares, o que poderia ajudar a disseminar o vírus.

Leia Também:  Dinamarca goleia Rússia e se garante nas oitavas da Eurocopa

O patrocinador Asahi Breweries disse que concorda com a decisão de proibir a venda de álcool e que a considera natural.

*Reportagem adicional de Antoni Slodkowski, Ju-min Park, Rocky Swift e Ami Miyazaki

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA