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Judô do Brasil fecha Grand Slam de Kazan com 2 pratas e 3 bronzes

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O Brasil encerrou hoje (7) sua participação no Grand Slam de Judô de Kazan (Rússia), último do ciclo olímpico, com mais uma medalha de prata de Rafael Silva Baby (categoria acima de 100 quilos) e três bronzes dos atletas David Moura (+100 kg), Maria Suelen Altheman (+78 kg) e Beatriz Souza (+78 kg). A primeira prata foi conquistada ontem (6) pela meio-medio Ketleyn Quadros (63 kg), medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de 2008, em  Pequim (China).

Na disputa pelo ouro na final do peso pesado nesta sexta (7), Baby foi superado pelo russo Tamerlan Bashaev, e faturou a medalha de prata, somando mais 700 pontos no ranking mundial. O judoca luta para disputar a terceira olimpíada da carreira: Baby conquistou o bronze em Londres (2012) e na Rio 2016. Natural de Campo Grande (MS), o atleta compete diretamente com o matogrossense David Moura pela vaga olímpica na categoria acima de 100 kg. Moura levou o bronze nesta sexta (7), após vencer o russo Anton Krivobokov. O bronze vale 500 pontos no ranking.

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O segundo bronze do dia veio com a paulista Maria Suelen Altheman (+78 kg), que derrotou a portorriquenha Melissa Mojica. Em fevereiro, Suelen já havia superado Mojica por ippon, no Grand Slam de Tel Aviv (Israel), vitória que também lhe valeu o bronze. A judoca paulista é forte candidata à classificação para Tóquio 2020 na categoria acima de 78 kg, assim como Beatriz Souza, que também ficou em terceiro lugar ao derrotar a Sonia Asselah, da Argélia.

A primeira a subir ao pódio no Grand Slam russo foi a judoca Ketleyn Quadros, natural de Ceilândia (DF), na categoria até 63 kg . Na decisão ontem (6) pela medalha de ouro, a meio-médio brasileira foi superada pela polonesa Agatha Ozdoba-Blach. Foi a segunda final consecutiva de Ketleyn no circuito mundial. A judoca somou mais 500 pontos e segue na briga pela vaga olímpica. Ketleyn foi bronze nos Jogos de Pequim (China), em 2008.

A última oportunidade de os judocas brasileiros somarem pontos para o ranking será o Mundial, no período de 6 a 13 de junho. Cada país pode levar no máximo um judoca por categoria de peso e em cada gênero (masculino e feminino). Confira AQUI as vagas olímpicas já confirmadas.  

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Momento Esportes

Bruno Schmidt e Evandro perdem para dupla letã e estão fora de Tóquio

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Bruno Schmidt e Evandro foram eliminados do torneio de vôlei de praia dos Jogos Olímpicos de Tóquio após derrota nesta segunda-feira (2) para Martins Plavins e Edgars Tocs, da Letônia, por 2 sets a 0, parciais de 21/19 e 21/18.

Bruno Schmidt, campeão olímpico na Rio 2016 ao lado de Alison, admitiu a superioridade da dupla da Letônia.

“O que posso falar desse jogo é que o sentimento que estou agora não é o que eu queria. Mas analisando friamente, eles foram superiores do primeiro set até o final do jogo”, afirmou Bruno Schmidt, segundo nota no site do Time Brasil.

O brasileiro teve um quadro grave de covid-19 neste ano e, muito debilitado, não sabia se chegaria aos Jogos Olímpicos em condições competitivas.

“Depois de tudo que eu passei, eu adoraria viver uma história bacana e de muita superação, mais do que já estou tendo. Queria ter ajudado mais o Evandro na sua segunda participação olímpica”, afirmou Bruno. “Ainda mais depois da pandemia, nosso time foi muito afetado. Se você for ver, cinco meses atrás eu estava saindo do hospital, eu nem sabia se estaria aqui. Não sabia se conseguiria me recuperar a tempo, iriam me substituir e eu perderia uma participação dessas. Tentei em curto prazo ser o melhor atleta que eu poderia ser, mas hoje não deu”, acrescentou.

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