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Lisca pede desligamento e não é mais técnico do América Mineiro

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Na tarde desta segunda-feira (14), chegou ao final o ciclo do técnico Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzi, conhecido como Lisca, no América Mineiro. Em reunião com Marcus Salum, coordenador futebol clube-empresa, e Alencar da Silveira, presidente do Conselho de Administração, o treinador solicitou seu desligamento do comando do time. Além dele, saem do clube os auxiliares Márcio Hahn e o irmão do técnico, Jorge de Lorenzi.

Na tarde desta segunda-feira (14), chegou ao final o ciclo do técnico Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzi, conhecido como Lisca, no América Mineiro. Em reunião com Marcus Salum, coordenador futebol clube-empresa, e Alencar da Silveira, presidente do Conselho de Administração, o treinador solicitou seu desligamento do comando do time. Além dele, saem do clube os auxiliares Márcio Hahn e o irmão do técnico, Jorge de Lorenzi. O gaúcho Lisca havia sido contratado em 30 de janeiro de 2020 e esteve à frente do América em 82 partidas. Foram 40 vitórias, 27 empates e 15 derrotas. Nesse período, o time marcou 96 gols e sofreu 60 sofridos. O grande destaque foi o retorno à Série A conquistado na temporada 2020. Mas o técnico também levou o Coelho à melhor campanha na Copa do Brasil, a semifinal de 2020 contra o Palmeiras, tendo eliminado grandes rivais como Inter e Corinthians. Mas, nessa temporada, a equipe não vence há sete jogos, quando fez 3 a 1 no Cruzeiro em 9 de maio, e caiu na Copa do Brasil para o Criciúma nos pênaltis.

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O gaúcho Lisca havia sido contratado em 30 de janeiro de 2020 e esteve à frente do América em 82 partidas. Foram 40 vitórias, 27 empates e 15 derrotas. Nesse período, o time marcou 96 gols e sofreu 60. O grande destaque foi o retorno do clube  à Série A do brasileiro na temporada 2020. Além disso, ele levou o Coelho a fazer a  melhor campanha na Copa do Brasil, com uma semifinal contra o Palmeiras. Mas na atual temporada, a equipe não vence há sete jogos e saiu da Copa do Brasil, após perder para o Criciúma nos pênaltis.

Edição: Marcio Parente

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Ganhei muito mais do que só medalhas, diz Rebeca após feitos inéditos

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A ginasta Rebeca Andrade encerrou sua participação nos Jogos de Tóquio nesta segunda-feira (2) com um saldo de duas medalhas históricas para o esporte olímpico do Brasil, e diz que deixa a competição “extremamente satisfeita” com a performance em todos os aparelhos.

Rebeca ganhou medalha de prata no individual geral e ouro na prova de salto da ginástica artística em Tóquio. As duas medalhas foram as primeiras da ginástica feminina do Brasil em Jogos Olímpicos e, com as conquistas, ela se tornou a primeira brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma edição de Olimpíada.

“Jamais poderia esperar tudo que aconteceu aqui. O atleta de alto rendimento sempre quer ganhar medalhas, mas eu acho que ganhei muito mais que só as medalhas. Eu ganhei a admiração das pessoas, o respeito, eu fiz história. Eu representei um país inteiro”, disse Rebeca, de acordo com nota no site do Time Brasil.

Nesta segunda-feira (2), a brasileira participou de sua última prova em Tóquio e terminou em quinto lugar no solo, em uma apresentação com o funk “Baile de Favela” que encantou o país.

“Estou muito feliz, muito grata com todas as apresentações desde o primeiro dia e por ter finalizado tão bem agora com o solo. Ter levado mais alegria ainda para o Brasil, para todas as pessoas que torceram por mim, que acreditaram no meu talento, as que me conheceram agora também. Repercutiu tanto e inspirou tantas pessoas, que não tem outra coisa que não seja gratidão”, afirmou a ginasta.

Rebeca, de 22 anos, começou na ginástica aos quatro em sua cidade natal, Guarulhos (SP). Em 2012, com apenas 13 anos e em seu primeiro campeonato como profissional, tornou-se campeã do Troféu Brasil, superando ginastas da equipe nacional da modalidade, como Jade Barbosa e Daniele Hypólito.

A trajetória até Tóquio foi marcada por lesões. Foram três cirurgias no joelho em quatro anos, a última em meados de 2019, após romper o ligamento cruzado anterior. A classificação para a Olimpíada só foi confirmada no começo de junho deste ano, com a conquista da medalha de ouro no individual geral do Campeonato Pan-Americano, e ela se mostrou preparada para a disputa olímpica.

“Eu me senti incrível. Não me senti pressionada para nada, para ganhar uma medalha para o Brasil, para acertar tudo. Foi uma coisa muito natural, que só fluía. O fato de eu pensar assim me ajudou muito a ter os bons resultados que tive aqui. Estou extremamente satisfeita com a minha performance em todos os aparelhos”, declarou ela.

Diferentemente de Rebeca, a norte-americana Simone Biles, que conquistou quatro medalhas de ouro na Rio 2016, era apontada como provável grande nome dos Jogos de Tóquio, mas desistiu de grande parte da competição, citando problemas de saúde mental.

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Biles, de 24 anos, abandonou a prova por equipes após o primeiro salto e desistiu do individual geral, solo, salto e barras assimétricas. Ela vai disputar a final da trave na terça-feira (3).

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