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Neymar sente dores e pode desfalcar seleção no jogo contra a Bolívia

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O atacante Neymar não tem presença garantida na estreia do Brasil nas eliminatórias da Copa do Mundo do Catar, na próxima sexta-feira (9) contra a Bolívia, por conta de dores na região lombar, informou a comissão técnica da seleção brasileira.

O jogador sentiu dores durante treino no centro de treinamento da equipe na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), na última quarta-feira (7), antes da viagem da equipe para São Paulo, local da partida contra os bolivianos.

Neymar iniciou tratamento intensivo, mas a viagem atrapalhou o trabalho da equipe médica. “Ele não conseguiu treinar, relatou dores na região lombar, sem trauma, durante o aquecimento”, disse o médico da seleção brasileira Rodrigo Lasmar.

“Ele teve uma pequena melhora da dor mais intensa. Tivemos deslocamento e isso dificultou um pouco o tratamento”, adicionou.

O técnico Tite deve optar pelo meia Éverton Ribeiro caso Neymar não tenha condições de jogo. “Éverton é um articulador, da construção, um jogador que pensa a última bola, e também um finalizador de média distância”, afirmou Tite.

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O treinador surpreendeu ao anunciar a presença do meia Douglas Luiz no possível time titular contra a Bolívia. A expectativa era de que a vaga ficasse com Bruno Guimarães.

O Brasil deve iniciar a partida em São Paulo com a Bolívia com a seguinte escalação: Weverton; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Renan Lodi; Casemiro, Douglas Luiz e Coutinho; Everton Cebolinha, Firmino e Neymar (Éverton Ribeiro).

Na próxima semana o Brasil enfrenta o Peru, em Lima, pela segunda rodada das eliminatórias para a Copa do Catar.

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Momento Esportes

EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

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O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019.

As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de “ciber reconhecimento” contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as “ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis”.

O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: “O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas”.

Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas.

As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.

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