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No amistoso desta quarta(05) Neymar se reencontra com a torcida em seu momento mais delicado

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    Na noite desta quarta-feira(05), não serão colocados em prática apenas os 14 dias de preparação da seleção brasileira na Granja Comary.

    O amistoso contra o Catar passará também uma ideia de como Neymar reagirá ao momento mais delicado de sua carreira. Enquanto nega a acusação de estupro feita por uma mulher, o atacante tem a missão de liderar tecnicamente uma equipe que se reencontra com o público brasileiro depois de 20 meses.

     Atuar em casa nunca foi problema para Neymar. Ele jamais perdeu com a camisa da seleção brasileira. Foram 25 vitórias e seis empates. A questão é o abalo de sua imagem. Antes mesmo da acusação da última sexta-feira, o público parecia estar em litígio com o craque. Na chegada ao hotel, na noite de terça, Neymar foi acarinhado. Atencioso, parou para fotos e afagos.
 

 Desde a Copa do Mundo do ano passado, quando o mundo reagiu com raiva e deboche ao que considerou excesso na tentativa de ludibriar a arbitragem com suas quedas, Neymar tem sofrido desgaste. A temporada no PSG até era promissora, com boas atuações até a lesão de janeiro, novamente no pé direito, operado em 2018.
 
     No retorno, a agressão a um torcedor depois da final da Copa da França desencadeou uma semana difícil na Seleção. Ao chegar, foi informado porque não seria mais Capitão.

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      Dias depois, ao levar uma caneta do lateral-direito Wevertonn do sub-20 do Cruzeiro, convocado para reforçar treinamentos, por mais natural que fosse sua reação de atirar o garoto ao chão, esperava-se um pouco mais de carinho do ídolo com o fã companheiro.

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América vence Cruzeiro de novo e vai à final do Campeonato Mineiro

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Depois de vencer a partida de ida por 2 a 1, o América bateu o Cruzeiro pela segunda vez na semifinal do Campeonato Mineiro, desta vez por 3 a 1 e se garantiu na  decisão do título dee 2021. O adversário será o Atlético, que se classificou neste sábado (8) ao passar pelo Tombense. Rodolfo, artilheiro da competição com sete gols, marcou duas vezes de pênalti. Matheus Barbosa fez o gol da Raposa, que ainda viu Ramon balançar as redes no último lance e sacramentar a vitória do Coelho.

A partida no Estádio Independência foi bastante movimentada. Foram 35 finalizações no total. No primeiro tempo, após cruzamento da esquerda, Juninho, do América, cabeceou no contrapé do goleiro Fábio, que viu a bola bater na trave. Mais tarde, em uma sobra de um escanteio, Bruno José, do Cruzeiro, acertou um chute forte que tinha as redes como endereço, mas o goleiro Matheus Cavichioli fez defesa sensacional.

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Na reta final da primeira etapa, Bruno José empurrou Eduardo Bauermann dentro da área em cobrança de escanteio. O árbitro de vídeo alertou e o árbitro do campo, Felipe Fernandes de Lima, apitou o pênalti. Rodolfo cobrou e marcou, aos 48.

A desvantagem inicial, somada ao resultado da primeira partida, forçavam o Cruzeiro a ter que marcar três vezes para chegar à final. No começo do segundo tempo, o time conseguiu começar a se aproximar disso.

Aos 18, Matheus Barbosa recebeu cruzamento da esquerda e subiu mais alto que todos para cabecear para o gol, empatando a partida. 

No entanto, logo depois o VAR voltaria a deixar a Raposa em maus lençois. Aos 26, após finalização errada de Ribamar dentro da área, a bola tocou na mão de Ramon. Novamente após consideração do árbitro de vídeo, foi marcado pênalti para o Coelho. Rodolfo cobrou de novo e marcou mais uma vez. Foi o sétimo gol dele no campeonato, se tornando o artilheiro isolado da competição.

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Precisando de gols, o Cruzeiro se lançou ao ataque, mas não conseguiu mais marcar. Pelo contrário: no último lance da partida, em contra-ataque aos 50 minutos, Ramon recebeu de frente para o goleiro Fábio, livre e tocou no canto direito para decretar a vitória por 3 a 1.

O América agora tenta chegar ao 17º título mineiro de sua história. Diante do Atlético, por ter feito campanha pior, o Coelho terá que superar a vantagem que o regulamento oferece ao adversário, que joga por dois resultados iguais. O Galo está na 15ª decisão estadual consecutiva e nesta sequência fez duas finais com o América: em 2012, o campeão foi o Atlético e em 2016 deu América.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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