Momento Esportes

No intervalo da Copa América Botafogo optou em permanecer treinando no Engenhão

Publicados

em

 

      O torcedor do Botafogo só matará a saudade do time em 14 de junho, um mês e dois dias após o último jogo, no qual perdeu por 1 a 0 para o Grêmio, em casa.
 
     Nas redes, alvinegros perguntam: "mas não vai ter amistoso nem um jogo-treino?". Não. Decisão tomada pelo comando do futebol em conjunto com a comissão técnica. É o único dos quatro grandes do Rio de Janeiro que não testou a equipe durante a pausa da Copa América.
 
     O glorioso optou  por ficar treinando em sua Arena, Nilton Santos,  no bairro do Engenhão, no Rio de Janeiro.
 
     O Vasco terminará o período com quatro confrontos (Madureira, Rio Branco-ES, Atlético-GO e Foz do Iguaçu-PR), o Fluminense enfrentou Portuguesa-RJ e Grêmio Osasco-SP, e o Flamengo fez duelo com o Madureira. Só o Cruz-Maltino optou por amistosos (três). A dupla Fla-Flu realizou jogos-treinos.
 
     E por que o Botafogo fez diferente de seus rivais? Na visão do departamento de futebol e do treinador Eduardo Barroca, é preferível fazer jogos entre os atletas alvinegros do que enfrentar equipes de nível bastante inferior. Entendem que a opção caseira estimula a competitividade dentro do grupo.
 
     É do entendimento dos responsáveis pelo futebol do Botafogo também que, diante da recorrente queixa da ausência de tempo para treinar, seria incoerente promover tais atividades.
 
     O Botafogo volta a jogar no próximo dia 14, contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte, pelo Brasileiro
Leia Também:  Handebol: em renovação, Brasil larga com vitória no Mundial feminino
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Momento Esportes

Medalhistas prestigiam Festival Paralímpico, que ocorre neste sábado

Publicados

em


Marcado para este sábado (4), das 8h30 às 12h (horário de Brasília), em 70 cidades de 25 estados do país e do Distrito Federal, o Festival Paralímpico terá a participação de atletas medalhistas nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, e de Tóquio (Japão), entre agosto e setembro deste ano. O evento propicia a experimentação de esportes paralímpicos a crianças e adolescentes de oito a 17 anos, com ou sem deficiência.

O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, é a sede que terá mais medalhistas prestigiando o Festival. Os velocistas Vinícius Rodrigues e Verônica Hipólito, a lançadora de dardo Raíssa Rocha e a judoca Lúcia Teixeira tiveram presença confirmada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), que organiza o evento.

“Já participei de dois Festivais e a energia é muito boa. Saio até mais recarregado que as crianças. É um momento bacana. E é importante às crianças estarmos ali, brincando com elas, pois se ela tiver acesso ao atleta que vê na televisão, tê-lo ao seu lado acaba motivando”, comentou Vinícius, medalhista de prata nos cem metros da classe T63 (amputação unilateral) na capital japonesa.

Leia Também:  Athletico-PR derrota Cuiabá na Arena da Baixada e se afasta do Z4

A cidade do Rio de Janeiro terá núcleos no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (Cefan) e no Vasco da Gama. O primeiro terá a presença do arremessador de peso Wallace dos Santos, ouro em Tóquio na classe F55 (cadeirantes). No segundo, o medalhista participante será o nadador Douglas Matera, da classe S13 (baixa visão), prata nos Jogos deste ano no revezamento 4×100 metros nado livre.

O nadador Gabriel Geraldo, campeão na classe S2 (atletas com grau severo de comprometimento físico-motor), será atração na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte. No Instituto dos Cegos da Paraíba Adalgisa Cunha, em João Pessoa, estarão presentes o velocista Petrúcio Ferreira, da classe T47 (amputados de braço), e o jogador de futebol de 5 (deficientes visuais) Damião Ramos, ambos medalhistas de ouro tanto no Rio como em Tóquio.

Cada sede oferecerá três modalidades para serem experimentadas. A ideia é que os materiais utilizados nas atividades sejam adaptados, servindo de exemplo para que professores de escolas regulares integrem alunos com deficiência em práticas esportivas.

Leia Também:  Cristiano Ronaldo ultrapassa marca de 800 gols na carreira

“Inclusão vai muito além de construir rampas. Inclusão é também colocar pessoas com e sem deficiência no mesmo ambiente praticando de forma igualitária”, resumiu Luiza Fiorese, medalhista de bronze em Tóquio no vôlei sentado, que participará do evento na Associação Colatinense de e para a Pessoa Com Deficiência Visual (ACDV), em Colatina (ES).

O Festival seria realizado em 22 de setembro, Dia Nacional do Atleta Paralímpico, mas foi adiado devido à pandemia de coronavírus (covid-19), mesma razão pela qual não ocorreu em 2020, e foi remarcado na sequência do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado na última sexta-feira (3). A primeira edição ocorreu em 2018 e reuniu cerca de sete mil crianças e adolescentes em 48 cidades. Em 2019, mais de dez mil jovens foram mobilizados em 70 sedes.

Edição: Fábio Lisboa

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA