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Olimpíada: no hipismo CCE, Brasil fecha adestramento em 11º

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O cavaleiro Carlos Parro, montando Goliath, fechou a participação nacional no adestramento do hipismo Concurso Completo de Equitação (CCE) na Olimpíada de Tóquio (Japão). Na noite desta sexta-feira (30), no Parque Equestre, o brasileiro ficou com -36,10 pontos, 63,9% de aproveitamento.

No final dessa etapa, o Brasil encontra-se em 11º lugar com -103 pontos, computando também os resultados de Marcelo Tosi e Genfly, -39,10 pontos, 38,5%, e do conjunto Rafael Losano com Fuiloda G, -36 pontos.

A Grã Bretanha lidera com -78,30 pontos, seguida pela Alemanha (-80,40 pontos) e Nova Zelândia (-86,40 pontos), entre um total de 15 países.

A 2ª fase do Concurso Completo começa com o cross-country, nesse sábado (31), a partir das 19h45 (horário de Brasília), com 63 participantes. Na segunda-feira (2) acontece a prova de salto final por equipes e no individual, a partir das 5h, com 25 participantes.

Edição: Fábio Lisboa

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Momento Esportes

Uefa pede afastamento de juiz de Madri de processo sobre Superliga

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A Uefa pediu que o juiz de Madri encarregado do caso da Superliga Europeia se abstenha e também apelou em um tribunal superior da capital espanhola devido ao que classificou como “irregularidades consideráveis”.

Na segunda-feira (27), a Uefa disse que anulou uma ação disciplinar contra os clubes da liga rebelde, Real Madrid, Barcelona e Juventus, depois que uma corte de Madri determinou em julho que a entidade reguladora do futebol europeu não deveria puni-los.

A Uefa havia iniciado um inquérito sobre os três times, mas em junho o suspendeu depois de ser notificada por autoridades suíças a respeito de uma ordem judicial do tribunal madrilenho obtida pela entidade legal Companhia da Superliga Europeia SL, criada pelos times rebeldes.

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É improvável que o caso leve à ressurreição imediata da liga alternativa, que enfrentou críticas duras de torcedores, dirigentes do futebol e políticos, mas força a Uefa a se defender de acusações ligadas à lei de concorrência, o que pode ter um impacto em qualquer tentativa futura.

Embora a Uefa diga que não reconhece a jurisdição do 17º Tribunal Mercantil de Madri, esta corte também pede que o Tribunal Europeu de Justiça analise se a Uefa violou a lei de concorrência da União Europeia com suas ações no caso da Superliga.

Juventus, Barcelona e Real Madrid são os únicos dos 12 times iniciais que se filiaram à liga rebelde em abril, que desmoronou quando seis clubes ingleses, a Inter de Milão, o Milan e o Atlético de Madri recuaram.

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