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Palmeiras e Vasco ficam no empate no Allianz Parque

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Palmeiras e Vasco empataram em 1 a 1, no Allianz Parque, nesta terça-feira (26), em partida com um primeiro tempo bastante movimentado e uma segunda etapa monótona. Com o resultado, o Palmeiras chegou a 52 pontos e segue na quinta colocação do Campeonato Brasileiro. O Vasco tem 36 pontos e subiu para a 14ª posição, ultrapassando o Sport.

De olho na Libertadores, o Palmeiras foi a campo com o time reserva, mas dificultou bastante a vida dos visitantes. O Vasco marcou logo aos 4 minutos, com Léo Matos completando cobrança de falta pela esquerda, mas o lance foi anulado por impedimento confirmado pelo VAR. Depois do susto, o Palmeiras passou a criar as melhores chances.

Aos 7 minutos, Gustavo Scarpa subiu pela esquerda e bateu cruzado, rasteiro, para boa defesa de Fernando Miguel, que espalmou para escanteio, Na sequência, o próprio Scarpa foi para a cobrança e Felipe Melo apareceu sozinho na frente do goleiro do Vasco, mas finalizou por cima do gol.

O Vasco tentou responder aos 21 minutos. Lançamento na área e a bola sobrou para Ricardo Graça, que chutou forte. A bola desviou, mas Jailson pegou. No contra-ataque, Léo Gil tentou recuar para Fernando Miguel, errou, e entregou para Breno Lopes. O goleiro do Vasco saiu bem e abafou a finalização do camisa 18 do Verdão.

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O Palmeiras abriu o placar aos 30 minutos, com Breno Lopes. Ele recebeu passe pela direita, entrou na grande área e bateu de perna direita, cruzado, rasteiro, no canto direito de Fernando Miguel.

O Vasco empatou com um golaço, aos 34 minutos. Felipe Melo derrubou Germán Cano perto da meia-lua da grande área do Palmeiras. Martín Benítez colocou no ângulo direito do goleiro Jailson, que se esticou todo, mas não alcançou.

O Verdão só não fez o segundo porque Fernando Miguel salvou o Vasco. O goleiro saiu errado, a bola sobrou para Gustavo Scarpa e terminou nos pés de Gabriel Silva. Ele tentou colocar no ângulo direito, mas o camisa 1 do Vasco espalmou. O Cruzmaltino respondeu no final do primeiro tempo com uma pressão, mas a defesa do Palmeiras segurou o empate.

A segunda etapa foi de poucas emoções . A primeira chance foi do Palmeiras, com Gustavo Scarpa, aos 27 minutos. O camisa 14 avançou saiu da direita para o meio e chutou de perna esquerda. A bola passou raspando na trave direita de Fernando Miguel.

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O Vasco só finalizou no gol de Jailson aos 42 do segundo tempo. Gabriel Pec recebe no meio, ganhou da defesa e soltou a bomba de perna esquerda, de fora da área. O goleiro do Verdão fez bela defesa e salvou. No último lance do jogo, Cayo Tenório cobrou falta na área, Jaílson saiu mal e Andrey cabeceou, mas a defesa salvou a virada e segurou o empate em 1 a 1.

Na próxima rodada, o Vasco recebe o Bahia, domingo (31), às 16h, em São Januário. O Palmeiras tem a final da Libertadores da América, sábado (30), no Maracanã. Pelo Brasileiro, enfrenta o Botafogo, terça-feira (2/02), às 16h, no Allianz Parque.

Edição: Fábio Massalli

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Momento Esportes

Coluna – A lucrativa parceria entre animes e esporte eletrônico

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A ligação entre animação japonesa, os animes, e o esporte eletrônico sempre foi muito próxima, e nos últimos dias tivemos três novos exemplos disso. Um deles é o meme que misturou os times (fictícios) de vôlei do desenho Haikyuu!! com equipes notórias de e-sports de Valorant no Brasil. Diversas montagens com os uniformes vestidos pelos personagens do desenho animado modificado para aqueles utilizados por equipes reais de e-sports têm feito sucesso na internet.

Outras duas notícias também mostram a força da união dos animes com os games competitivos. A Team Liquid fechou um patrocínio com a Viz Media, empresa americana que licencia franquias famosas dos desenhos animados japoneses, e anunciou uma linha de produtos, com direito a uniformes temáticos – exatamente como fizeram com os heróis da Marvel um tempinho atrás.

Para completar, na semana passada, a Valve revelou um anime baseado no universo DOTA, com estreia prevista para 25 de março, exclusivamente na Netflix. O trailer de DOTA: Dragon´s Blood apresenta personagens bem conhecidos pelos jogadores, como Davon e Princesa Mirana. O objetivo por trás disso é claro: expandir o universo do game por meio de outras mídias, criando novas oportunidades de faturamento, e atrair, paralelamente, uma gama de usuários ainda maior a seus games.

É uma estratégia adotada pela Riot Games, que até pouco tempo atrás só tinha o jogo League of Legends (LoL) e os torneios oficiais como seus únicos produtos. A expansão do universo LoL começou com os quadrinhos publicados pela editora Marvel. Para o ano que vem, a empresa está preparando Arcane, um desenho animado inspirado nas animações japonesas.

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A fusão entre animes e games é lugar-comum desde que os primeiros consoles japoneses surgiram no Japão no fim dos anos de 1970. Fato que continua em voga nos dias de hoje, com exemplos que vão muito além de Pokémon. Atualmente, por exemplo, está disponível na plataforma de streaming Crunchyroll uma nova animação baseada em Dragon Quest, um dos jogos mais populares da história.

Mas, curiosamente, o esporte eletrônico ainda não é um tema recorrente em produções japonesas. Exceções são raras. Isso talvez se explique pelo baixo interesse pelo e-sportso, resultado de uma legislação que trata competições esportivas de games como jogos de azar e limita o valor das premiações. Uma exceção, talvez, seja High Score Girl, embora este mangá/anime aborde muito mais o relacionamento entre um casal de adolescentes feras nos fliperamas na década de 90.

A China, por sua vez, é uma potência nesse quesito. Estima-se que tenha faturado US$ 385 milhões no ano passado (aproximadamente R$ 2 bilhões), muito acima dos US$ 252 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão) esperados para o mercado americano. Com um apoio que se estende até o governo local, não surpreende que o assunto seja abordado em outras mídias. O maior exemplo disso é The King’s Avatar (Quánzhí Gaoshou, no original). O desenho animado de 2017 conta a história de um jogador profissional chamado Ye Xiu e sua jornada em torno da cena esportiva do game fictício Glory. A obra fez tanto sucesso que gerou uma adaptação live-action que atraiu bilhões de visualizações na Tencent Video, plataforma de streaming chinesa.

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A presença de animes em e-sports também é bem recorrente. Vale destacar Naruto e Dragon Ball, franquias campeãs em adaptações, algumas delas usadas em competições de renome como o EVO. A animação japonesa é uma fonte de inspiração frequente na criação de personagens e recursos em games como LoL e Fortnite. Conteúdos baseados em franquias famosas dos desenhos japoneses também já marcaram presença no Free Fire, que incluiu personagens de Ataque de Titãs e One-Punch Man no game.

Junto com o lançamento das já citadas produções baseadas em LoL e Dota, não surpreenderia se a simbiose entre animes e games seguisse em uma crescente daqui em diante. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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