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Pelo Twiiter, Neymar acusa zagueiro de racismo e conivência do juiz

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O atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, disse que foi chamado de “macaco filho da p…” pelo zagueiro espanhol Álvaro González, do Olympique de Marselha. Segundo o brasileiro, a fala racista teria sido proferida durante o clássico entre as equipes pela segunda rodada do Campeonato Francês, no domingo (13).

Aos 37 minutos primeiro tempo, Neymar se dirigiu ao quarto árbitro reclamando de González, aos gritos de “Racismo, não”. O clima ficou pior em meio a uma confusão generalizada, entre atletas de ambos os times, nos acréscimos da etapa final. Em nova discussão, o brasileiro deu um tapa na nuca do espanhol, que foi identificado pelo árbitro de vídeo (VAR) e levou à expulsão do atacante. Outros quatro jogadores levaram o vermelho na discussão: o lateral Laywin Kurzawa e o volante Leandro Paredes, do PSG, e o lateral Jordan Amavi e o atacante Dario Benedetto, do Olympique.

“Único arrependimento que tenho é por não ter dado na cara desse babaca”, escreveu Neymar, no Twitter, após a partida. “[O] VAR pegar a minha ‘agressão’ é mole. Agora eu quero ver pegar a imagem do racista me chamando de ‘mono hijo de p… [macaco filho da p…, em espanhol]. Isso eu quero ver! E aí? Carretilha você me pune. [Por] Cascudo, sou expulso. E eles? E aí?”, completou o brasileiro, em referência a um cartão amarelo que levou em fevereiro, após reclamar de ser repreendido por tentar uma jogada de efeito. O árbitro daquele jogo foi o mesmo de domingo: Jérôme Brisard.

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González se defendeu, também usando o Twitter, em postagem reunindo companheiros do Olympique, entre eles, atletas negros. “Não há lugar para racismo. [Tenho uma] Carreira limpa e com muitos colegas e amigos no dia a dia. Às vezes, você tem que aprender a perder e assumir isso em campo. Incríveis três pontos hoje”, escreveu o espanhol, citando a vitória do time de Marselha por 1 a 0 no clássico.

Neymar, porém, revoltou-se com a manifestação do zagueiro e o rebateu na rede social. “Você não é homem de assumir teu erro, perder faz parte do esporte. Agora insultar e trazer o racismo pra nossas vidas não. Eu não estou de acordo. Eu não te respeito. Você não tem caráter. Assume o que tu fala, mermão. Seja homem, rapá! Racista!”, respondeu o atacante.

No site oficial da Ligue 1, como é conhecido o Campeonato Francês, a matéria do jogo não cita a acusação de Neymar, mas destaca a expulsão do brasileiro e a vitória do Olympique no clássico, enaltecendo as defesas do goleiro Steve Mandanda, do time de Marselha. A Liga de Futebol Profissional (LFP) francesa ainda não se manifestou. O Comitê Disciplinar da entidade será responsável por eventuais sanções.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Nove dias depois, Marreco e Carlos Barbosa se reencontram pela LNF

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O Complexo Esportivo Arrudão, em Francisco Beltrão (PR), recebe o reencontro entre Marreco e Carlos Barbosa, pelo Grupo B da Liga Nacional de Futsal (LNF) neste domingo (20). A partida, da nona rodada da competição, será transmitida ao vivo pela TV Brasil a partir das 11h (horário de Brasília).

As equipes se enfrentaram pela primeira vez nesta edição há nove dias, em Carlos Barbosa (RS). Mesmo fora de casa, o Marreco venceu por 2 a 0, com gols do fixo Beto e do ala Max. Foi a segunda vitória de uma sequência de três que o time beltronense emplacou, até o tropeço da última quarta-feira (16), para o Joinville, em casa, por 3 a 2. Os paranaenses, que têm um quarto lugar em 2017 como melhor campanha até hoje, somam nove pontos em seis partidas.

 
 
 

 
 
 
 
 

 
 

 
 
 

Gols da vitória do @marrecofutsaloficial sobre a @acbffutsal #LNF2020 #ACBFxMAR 0-2 ? LNFTV

Uma publicação compartilhada por LNF (@lnfoficial) em 11 de Set, 2020 às 4:16 PDT

“No primeiro jogo, tivemos uma leitura e postura tática muito boas, na marcação pressão e meia quadra. O que mais me agradou foi o equilíbrio entre ataque e defesa. Para essa segunda partida, o time deles deve vir com uma preparação em cima do que mostramos e precisaremos estar atentos. Será um jogo intenso, então, a equipe tem de estar intensa. Contra o Joinville, não começamos bem e tem de ser diferente contra o Carlos Barbosa”, diz o técnico do Marreco, Serginho Bigode.

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“Acima de tudo, é [manter] nossa postura tática, dentro das nossas limitações, mas muito agressivos, atentos, com jogo de pivô, ultrapassagens pelo corredor, fazendo a bola chegar no ataque. Temos batido nessa tecla. Seremos muito exigidos, mas não temos que nos acuar. Os jogadores têm demonstrado um crescimento na Liga e podemos jogar bem aqui [em casa], como jogamos lá”, completa.

O tropeço contra o Marreco foi o último compromisso do Carlos Barbosa pela LNF. Em cinco jogos, o time gaúcho tem duas vitórias, duas derrotas, com um empate, somando sete pontos. A ACBF, sigla pela qual também é conhecida a equipe, é a maior campeã do torneio, com cinco títulos, o último deles em 2015.

“Pela organização das chaves, sabíamos que a Liga não seria fácil. Começamos bem [com vitória sobre o Foz Cataratas, no Paraná, por 2 a 1], mas depois, em casa, nosso percentual de aproveitamento abaixou. Tivemos uma produção ofensiva muito grande, mas não fomos efetivos. Óbvio que a parada de quatro, cinco meses, contribuiu”, analisa Edgar Baldasso, técnico do Carlos Barbosa.

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Devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), as partidas têm sido realizadas sem público. Mesmo assim, Baldasso espera o adversário com estratégia diferente da que funcionou no último dia 11 de setembro. “O Marreco apostou em uma marcação baixa, esperando para contra-atacar, e foi feliz. Tivemos oportunidades, não fomos efetivos e pagamos o preço. O que pode mudar nesse jogo [de domingo] é que acho improvável o Marreco ter a mesma postura. Isso pode beneficiar nosso jogo ou, ao menos, trazer uma divisão de responsabilidade”, projeta.

Também no domingo, duas partidas movimentam o Grupo C. Às 13h, o Campo Mourão busca, em casa, a primeira vitória na LNF 2020 diante do Jaraguá. Às 16h, Assoeva e Umuarama se enfrentam em Venâncio Aires (RS), em briga pelas primeiras colocações da chave.

Confira a classificação da Liga Nacional de Futsal.

Edição: Fábio Lisboa

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