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Que venha a Olimpíada!

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No Brasil, o termo esporte olímpico (utilizado para se referir às modalidades que não são o futebol) já entrega o grande objetivo de todos os envolvidos. Os atletas falam o tempo todo em “ciclo”, que nada mais é do que o período de quatro anos entre uma edição da Olimpíada e outra. Desde 2016, no Rio, a cabeça deles já começou a planejar como chegar à Tóquio. Nos Jogos Mundiais Militares de Wuhan, na China, eles puderam se sentir mais perto. Não apenas fisicamente, claro, mas, principalmente, em termos de perspectivas.

É bom destacar que nem todos os atletas de ponta do Brasil são militares. Mas muitos são. 13 das 19 medalhas conquistadas no Rio há três anos vieram de atletas das Forças Armadas. E eles continuam representando uma fatia importante da nata do nosso esporte. Na China, quase todos os grandes nomes, sejam estabelecidos ou emergentes, justificaram a expectativa e o investimento com bons resultados.

Comparar-se com a China, país de imensas dimensões que já é uma potência no esporte não-militar, não é a melhor forma de avaliar o desempenho do Brasil. Em terceiro lugar (atrás também de outra gigante, a Rússia) nossa delegação foi muito bem. Campeões olímpicos como Rafaela Silva, no judô, e Bruno Schmidt (agora acompanhado por Evandro), no vôlei de praia, reafirmaram o alto padrão conquistando ouros. Arthur Zanetti, da ginástica artística, e Ana Marcela Cunha, da maratona aquática, outros nomes conhecidos pelos serviços prestados ao esporte olímpico brasileiro em competições consideradas de alto nível, também subiram ao pódio. Além disso, bons nomes surgem como possibilidades de explodir definitivamente em Tóquio. Darlan Romani, de 28 anos, foi ouro no arremesso de peso. Bia Ferreira, do boxe, de 26 anos, não conseguiu repetir o título mundial conquistado recentemente, mas levou a prata em Wuhan. Mais novo, Edival Marques, do taekwondo, conhecido como Netinho, pode tornar o apelido famoso no Brasil. Aos 22 anos, ele também levou o ouro na China. O revezamento 4x100m estilo livre masculino da natação do Brasil foi outro que ganhou o ouro, com atletas com idades entre 19 e 22 anos.

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Em quase todos esses casos os atletas já possuem a vaga para Tóquio. Em termos de adquirir confiança e de fato se preparar, Wuhan certamente foi um passo importante. Uma escala determinante para um bom resultado no destino principal.

Edição: Fábio Lisboa
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Moto Club vence de novo o Castanhal e está nas oitavas da Série D

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O Moto Club, do Maranhão, voltou a vencer, na tarde deste domingo (19), o paraense Castanhal, por 2 a 1, em jogo disputado no estádio Modelão, no interior do Pará.

A partida foi transmitida ao vivo pela TV Brasil.

O resultado classificou o Papão do Norte, que já havia vencido o primeiro jogo por 2 a 0, às oitavas de final da Série D. O primeiro gol foi marcado pelo volante Vander, aos 4 minutos da segunda etapa. Ele recebeu um bom cruzamento da direita e apenas concluiu para o gol, próximo à marca do pênalti.

O segundo saiu depois do goleiro do Castanhal defender um pênalti do meia Ted Love, e Felipe Cruz, aos 11 minutos da etapa final, aproveitar o rebote para mandar a bola para o fundo das redes.

Pelo time da casa, marcou o zagueiro Guilherme, de cabeça, aos 20 minutos da etapa final. Na próxima fase, o time do Maranhão enfrentará o vencedor do duelo entre o América do Rio Grande do Norte e o  Itabaiana, de Sergipe. Depois de empatarem no Rio Grande do Norte em 1 a 1 na partida de ida, os nordestinos estão se enfrentando na tarde deste domingo (19) em Sergipe e quem vencer garante a vaga.
 

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Edição: Nádia Franco

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