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Salvio vê lances para expulsões de Cuéllar e Rafinha no clássico Flamengo x Botafogo

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      Aos 43 minutos do primeiro tempo do clássico entre Flamengo e Botafogo, neste domingo(28), no Maracanã, o volante Cuéllar fez uma falta dura em Marcinho.
 
     Segundo o  ex-árbitro,  Salvio  Spínola,  o jogador deveria ter sido expulso. No momento, o jogo estava empatado em 1 a 1.
 
      Cuéllar para um ataque ao acertar Marcinho com a sola de sua chuteira próximo ao tornozelo direito do adversário. O jogador do Botafogo levantou revoltado. O árbitro Raphael Claus aplicou o cartão amarelo e não consultou o vídeo.
 
   – Cuéllar foi muito forte. Não tinha disputa da bola, e ele vai com a sola da chuteira. Eu mostraria vermelho – disse Salvio.
 
      No segundo tempo, mais polêmica. Aos 13 minutos, com o Flamengo vencendo por 2 a 1, Rafinha, que já tinha cartão amarelo, deu um carrinho em Alex Santana.
 
     Claus apontou para Cuéllar, como se o volante fosse o responsável pela falta. O volante também havia recebido cartão no primeiro tempo. O árbitro não puniu ambos, que seguiram em campo.
 
   Nesse lance, Salvio afirmou que Rafinha deveria ter recebido o segundo cartão amarelo e, consequentemente, ser expulso.
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Tóquio 2020 proíbe álcool, comemorações e pedidos de autógrafos

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Consumo de álcool, comemorações do tipo ‘bate aqui’ e conversas em voz alta serão proibidos para o número reduzido de portadores de ingresso da Olimpíada que terão acesso aos locais de competição, e os organizadores reconheceram que o “clima de comemoração” será limitado nos Jogos já adiados em um ano devido ao novo coronavírus (covid-19).Decisão de Seiko Hashimoto, presidente do Comitê de Tóquio, levou em conta alerta de autoridades de saúde, segundo as quais a bebida incentivaria contatos e interação em bares.Os organizadores levam adiante os preparativos da Olimpíada, ainda chamada de Tóquio 2020, apesar do grande temor do público japonês de que receber atletas de todo o mundo poderia resultar em mais surtos de covid-19.

Reportagens segundo as quais os organizadores estão cogitando permitir o consumo de álcool nos locais de competição de Olimpíada provocaram revolta nesta semana, e a hashtag “cancelem os Jogos Olímpicos” atraiu dezenas de milhares de tuites.

“Já que o Comitê Organizador quer realizar os Jogos de maneira segura e protegida, é nossa responsabilidade fazê-los acontecer”, disse a presidente da Olimpíada de Tóquio, Seiko Hashimoto, a repórteres nesta quarta-feira (23), um mês antes da cerimônia de abertura de 23 de julho. “Então, se nossos cidadãos têm receios [sobre servir álcool de Olimpíada], acho que teremos que desistir. É por isso que decidimos proibir a venda de álcool.”

A venda de álcool foi limitada dentro e ao redor de Tóquio depois que autoridades de saúde alertaram que beber incentivaria contatos próximos e interação em bares, o que poderia ajudar a disseminar o vírus.

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O patrocinador Asahi Breweries disse que concorda com a decisão de proibir a venda de álcool e que a considera natural.

*Reportagem adicional de Antoni Slodkowski, Ju-min Park, Rocky Swift e Ami Miyazaki

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